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Perspectivas econômicas para o Brasil e os Brics

  • PorJosé Domingos Fontana
  • 10/12/2019 20:00
Bolsonaro comanda sessão plenária da 11ª Cúpula de Líderes do Brics: parceiros pedem que a ONU preste mais atenção ao Brasil como ator político importante.
Bolsonaro comanda sessão plenária da 11.ª Cúpula de Líderes do Brics: parceiros pedem que a ONU preste mais atenção ao Brasil como ator político importante.| Foto: Alan Santos/PR

O Bric de 2006 e depois Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) a partir de 2010, fez sua 11.ª reunião de cúpula em Brasília-DF entre 13 e 14 de novembro de 2019. Dentre as 196 nações do mundo, este seleto quinteto inclui quatro das maiores potências econômicas do mundo e a maior delas (China) só é ultrapassada pelos Estados Unidos da América. A cúpula se deu entre Presidentes (B, R e C) e Primeiros Ministros (I e S) e respectivas comitivas.

Os dados demográficos de 2019 apontam: China, 1,43 bilhões de habitantes; Índia, 1,37; Brasil, 0,21; Rússia, 0,15 e África do Sul, 0,06; no total 3,22 bilhões de pessoas ou seja 42% de toda a população mundial. A maior potência do planeta, os EUA, tem 0,33 bilhões. China e Índia são os dois países de maior área, com 9,7 e 3,3 milhões de km2. A segunda, juntamente com o Paquistão, está geograficamente colada à China. Esta fez construir uma das maravilhas do mundo, ligando-a ao último (que tem 217 milhões de habitantes): Karakoram, a rodovia mais elevada do mundo, pavimentada com dupla mão e quatro pistas; 1.300 km rasgando trechos do Himalaia e seus vales. Uma muito mais curta ramificação a sudoeste faria a conexão tríplice com a Índia. Há dezenas de reatores nucleares operando nestes três países. São ditos para a geração de energia elétrica. Mas também podem se prestar a artefatos bélicos. A união futura do trio na busca de hegemonia econômica mundial é uma perspectiva a se considerar, pois a China, per se, já persegue este objetivo e progressivamente o vai alcançando.

Detenhamo-nos um pouco mais no gigante dos gigantes. Das Dinastia Shang-Zhou (1600 a 256 A.C.), passando por numerosas outras até a mais moderna Qing (1644 - ...), a China deixou um legado muito mais além da acupuntura e soldados-bonecos de terracota. O país foi berço de grandes invenções como a seda e sua tecelagem, a pólvora, a bússola, a tecnologia de fabricação de papel, um primeiro livro em papel de cânhamo e precursor artesanal para linotipia, a goma-laca. Achados arqueológicos revelam dezenas de outros inventos. Em solo chinês se domesticou a soja para fins alimentares. Seguiu-se, então, muito tempo de obscurantismo social e econômico chinês. Nas últimas cinco décadas a China experimentou a mais notável evolução econômica dentre todos países. De 1968 e um PIB de US$ 0,07 bilhões e um PIB per capita de apenas US$ 91 evoluiu em 1998 para US$ 1,03 trilhões e US$ 829; as cifras de 2018 foram de US$ 13,4 trilhões e US$ 9.370. Somente sobrepujada pelo Estados Unidos com um PIB de 2018 na casa dos US$ 20,49 trilhões e, portanto, um per capita de US$ 62.600.  O Brasil muito mais aquém com um PIB de US$ 1,87 trilhões, correspondendo a cada brasileiro US$ 8.905/ano.

Afunilemos o foco em minerais raros, mas é preciso não confundir o elenco de metais raros tipo neodímio para fins tecnológicos modernos com outros minerais de muito maior valor comercial tais como jadeíta, diamante vermelho, serendibita, granada azul e rubi, todos como os mais finos itens de joalherias, nos quais, cada quilate (200 mg) pode custar entre 1 e 3 milhões de dólares.

É de 17 o elenco de minerais considerados raros e esta definição tem a ver com suas propriedades físicas e químicas muito  peculiares, o que os torna então úteis para aplicações especializadas tais como telefones celulares, computadores, magnetos, lasers, mísseis, aviões invisíveis de combate, óculos de visão noturna e dispositivos hápticos (botões de toque em videogames). Alguns mais conhecidos e já com aplicações bem estabelecidas são o neodímio (magnetos robustos de multi-aplicações desde ferramentas para joalheria, braçadeiras de solda, filtros de óleo, geolocalizadores, ferramentas de montagem e mesmo em aeronáutica espacial para roupas antigravitacionais e coleta de poeira em outros planetas); cério (liga de ferro maleável, polimento de vidros, iluminação via arco-de-carbono na indústria cinematográfica, estocagem de hidrogênio via hidreto);  tântalo (anti-corrosivo em ligas metálicas e refratários; substituto da platina);  hólmio (gerador do mais intenso campo magnético artificial e laser; absorvente de nêutrons da fissão nuclear e moderador nos reatores nucleares; o óxido amarelo na coloração de vidros);  ítrio  (incrementador da resistência de ligas de alumínio e magnésio; filtro de micro-ondas para lasers; liga de alumínio e ítrio em laser cortador de outras ligas metálicas);  térbio (liga para aumentar campos magnéticos; dopador de outros sais para aparelhos de estado sólido; estabilizador de cristal em células combustíveis) e gadolínio (ligas de ferro e cromo para incrementar a resistência a altas temperaturas e oxidação; aplicações de micro-ondas; televisores a cor; como corante de contraste, aumenta e aperfeiçoa as imagens de ressonância nuclear magnética)

Na medicina moderna de diagnóstico por imagens uma das técnicas mais consolidadas é a Ressonância Magnética Nucelar (RMN). No aparelho a fiação do magneto supercondutor tem alguns km de comprimento e é constituída de uma liga metálica complexa de nióbio, tântalo, titânio e estanho {NbTaTi)3Sn}, a qual, por ser quebradiça, é embebida em cobre para garantir-lhe um reforço. O nióbio tem ainda numerosas aplicações estratégicas tais como aços reforçados na construção de oleodutos, motores e turbinas de aviões a jato, baterias de carros elétricos, lentes óticas, aceleradores de partículas, juntas e implantes ortopédicos, ferramentas de corte, marca-passos e equipamentos de alta resistência ao calor. A cotação internacional gira em torno de US$ 150/kg.

O Brasil detém a quase totalidade das reservas de nióbio do mundo. Suas minas principais estão em Araxá e Tapira, Minas Gerais (75%) operada pela Cia. Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) e o mineral nativo é a carbonatita (1,5 a 3% de óxido Nb2O5). Segundo a Revista da Fapesp, a mina é de propriedade da família Moreyra Salles, co-proprietários do Itaú-Unibanco, sendo que 30% foram vendidos a fabricantes de aço chineses, japoneses e sul-coreanos. Outras jazidas estão em São Gabriel da Cachoeira e Presidente Figueredo no Amazonas (21%) e Catalão e Ouvidor, em Goiás (4%), esta operada pela CMOC Intl. Brazil, uma subsidiária da chinesa China Molybdenum. A reserva total brasileira está estimada em 842 milhões de toneladas métricas. Se espera que, por conta da demanda internacional, a exploração do nióbio amazonense, sob firme supervisão e instrução dos órgãos governamentais pertinentes, resulte por 51%  em favor dos indígenas, evitando que em futuro mais distante, tal qual seus congêneres estado-unidenses, se ocupem de cassinos e bebidas alcoólicas.

Os minerais brutos mais comuns englobando terras raras são a monazita e bastnasita. No conjunto, a China detém as maiores reservas do mundo (37%) e, de acordo com USA Geological Survey, ela produziu, em 2018, cerca de 70% de todos minerais então consumidos internamente e exportados mundo afora. Este mesmo serviço yankee qualifica a exploração de metais raros como “um negócio sujo”, por conta da dispersão das rochas e os meios físicos e químicos drásticos para alterar a ocorrência nativa na direção da comercial. Além do que as jazidas usualmente tem um material radioativo – tório – associado aos metais de interesse mais imediato. Austrália, Brasil, India e África do Sul também tem boas reservas de minerais raros. Um trio dentro do quinteto BRICS. Os Estados Unidos dispõem apenas de cerca de 1% do elenco das terras raras de maior interesse.

Um adendo radioativo: o potencial do tório (Th) para reatores nucelares à prova de fusão, ou seja, sem acidentes do tipo Chernobyl (Ucrânia) ou Fukushima (Japão). O defensor entusiasmado da ideia é Pedro Jacobi (“O portal do Geólogo”). China, Japão, Inglaterra e Austrália estão nesta mesma seara pois o ponto de fusão dos sais de tório é muito mais elevado do que daqueles de urânio e uma reator nucelar a Th opera a mais baixa pressão. São os chamados LFTR – Reatores movidos a fluoreto de tório líquido e com menor custo operacional, maior segurança e estabilidade. Os resíduos nucleares são mais facilmente neutralizados e processados sem prejuízo ambiental. Há muito tório nas areias monazíticas das praias brasileiras.

Segundo dados do Instituo de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) e com base em pesquisadores do Departamento de Geologia da UFMG, no Brasil existem muitas dezenas de ocorrências de reservas/depósitos tanto de tório quando de urânio em pelo menos duas dezenas de municípios. A torianita nacional, com um conteúdo de 7% de tório, se situava em 600 mil toneladas, uma das maiores reservas do mundo. As praias do estado de Espírito Santo e suas areias monazíticas são de maior importância. O país com tecnologia mais avançada em reatores nucleares a tório é a Índia (e.g., reatores Kamini, Bhabha e Kakrapar) e também detentora de grandes reservas deste material nuclear. Incidentalmente, a Índia é parceira do Brasil no Brics.

O tório nativo (Th-232), mais comum que o urânio, não é físsil e assim se torna (Th-233) sob bombardeamento com nêutrons. Vantajosamente em relação ao urânio que gera plutônio também radioativo, o tório leva a produtos, quando do descarte do reator, com tempo de meia vida mais curto. O tório (não radioativo) é o revestimento ideal para fios de tungstênio (equipamentos eletrônicos), aditivo para incrementar a resistência mecânica e a altas temperaturas do magnésio e cadinhos de laboratório de análises químicas e aditivo para vidros para elevar o índice de refração com baixa dispersão, além de ser eficiente catalisador em processos industriais tais como o craqueamento de petróleo.

Todavia, as usinas nucleares de geração II (as mais comuns) são numerosíssimas e fazem uso de urânio enriquecido (U-235): são 99 nos USA, 58 na França, 34 na Rússia e 24 na China. Japão e Alemanha estão em processo de desativação das suas. O Brasil conta apenas com Angra I e II e ainda patinando com Angra III. As pastilhas já gastas no reator se convertem em várias formas residuais igualmente radioativas. As sucessivas conversões de enriquecimento do urânio mineirado são seus óxidos (UO2 e U3O8) e seu fluoreto gasoso (UF6), por fim reconvertido em no dióxido enriquecido (UO2) cujas pastilhas alimentam o reator e de lá, consumada a fissão, saem na forma de vários produtos também radioativos dentre os quais U-234, neptúnio-237, amerício-241 e plutônio-238, este último com tempo de meia vida de 88 anos comparados ao primeiro, 245 anos. No elenco das mais modernas plantas nucleares em construção, de geração III, a China, Rússia e Índia com 25, 9 e 6, respectivamente.

A Austrália detém a maior reserva de urânio do mundo (1,78 milhões de toneladas), seguida do Kazaquistão (0,94) e Canadá (0,7). Coincidentemente o elenco das reservas de países ocupando desde a 4ª. até 8ª. posições mundiais são exatamente aqueles do Brics, mas em ordem alterada de siglas: África do Sul (0,44), Rússia (0,39), Brasil (0,28), China (0,27) e Índia (0,14) em milhões de toneladas. Em outras palavras, o time do Brics possui 20% das reservas mundiais de urânio. A reserva dos USA é a mesma da Índia, mas se falta fizesse, teriam ou já tem o socorro imediato de seus aliados: Canadá e Austrália.

O urânio não é comercializado segundo o padrão das demais commodities. De acordo com três consultoras internacionais (UxC, LLC e Tarrade Tech) de 1990 o preço/kg baixou de US$ 40–50 para 25–32 o quilograma. Na média, US$ 25/kg.  Para o tório a cotação é levemente superior; cerca de US$ 30/kg. Para o neodímio (óxido), US$ 110/kg. O nióbio (metal 99,5% puro) é cotado em US$ 150/kg (o Brasil com > 98% das reservas mundiais – 842 milhões de toneladas – é seguido, muito ao longe, pelo Canadá e Austrália).

O duelo e as retaliações constantes entre os USA (Trump) e China (Xi Jinping) não têm como mola propulsora a importação e a exportação de brinquedos. O real e mais importante pano de fundo é a tecnologia 5G (5.ª geração de internet móvel ou sem fio) que explora uma largura de banda entre 100 e 1000 vezes maior que a atual 4G, podendo transmitir mais de 10 gigabytes/segundo, evoluindo a seguir para uma velocidade de até 100 vezes maior, sendo estável e com uma latência reduzida para 1 mili-segundo. Trump determinou o bloqueio de exportações norte-americanas para a gigante de telecomunicações chinesa Huawei. A 5G vai interligar fábricas, plantas energéticas, aeroportos, veículos automotores, aviões, universidades, hospitais, sítios de lazer e órgãos governamentais, dentre outros. Telefones celulares operarão instantaneamente. Companhias norte-americanas tais como a Verizon, Sprint, T-mobile e AT&T estão engajadas em consolidar a 5G no curso de 2020 apoiadas nos sólidos investimentos de 2019 e mesmo bem antes. A Nokia finlandesa e a Ericsson sueca não estão dormindo em berço esplêndido no que tange a 5G. Mas um fato concreto é que a Huawei chinesa, já ao final de janeiro de 2019, segundo o colunista Wagner Wakka do jornal Time, anunciou o chip Tiangang compatível com 5G. Uma revolução nas telecomunicações nas várias atividades comerciais e de lazer do ser humano. Dada sua potência mais elevada, o chip consegue controlar até 64 canais de conexão. Engloba também, melhorias revolucionárias em unidades de integração de internet via antenas 50% menores, 25% mais leves e consumindo 21% menos energia. Em tempos atuais, a Huawei já é a maior empresa mundial para equipamentos em telecomunicações, vendendo seus produtos para 170 países. Seu lucro em 2018, subiu para mais de 1 bilhão de dólares. No que toca a telefones celulares (sistema operacional Android) está atrás apenas da Samsung (sul-coreana) mas à frente da Apple (USA). Seus 80.000 empregados sustentam 14 centros de pesquisa conectados mundo afora. Para os brasileiros, com a recente cúpula do Brics não seria improvável que a 5G verde-amarela venha com o carimbo “made in China”.

No mais, o paciente povo brasileiro prossegue na esperança de suas três necessidades mais básicas: saúde, educação e segurança pública sob o guarda-maior, bastante desacreditado: justiça. Votos de que o Brics, a internacionalização e a abertura de mercado recíproca nos sirva na consecução das mesmas. Lembremos aos políticos de todos matizes o que reza a Constituição Federal de 1988 (ora mais acionada para libertar criminosos), em seu art. 7º., inciso VI: “todos trabalhadores urbanos e rurais terão garantido um salário-mínimo fixado em lei, unificado e capaz de atender as necessidades vitais e de sua família como alimentação, moradia e educação”. E seguimos muito longe disto.

José Domingos Fontana é professor emérito da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

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Comentários [ 2 ]

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    Elza Janzen

    ± 0 minutos

    E é verdade, o Brasil tem bem outras preocupações do que ficar se aliando com os BRICS, do qual pra falar a verdade só a China é um grande player, o resto é o resto. A Rússia é um poder regional, mas não tem tanta influência pra fora da sua região e o Brasil já se aliou com o ocidente outra vez. Visto que BRICS é mais um clube político que qualquer outra coisa eu diria que medir o poder internacional levando em conta o BRICS (que não tem coesão nenhuma) está deixando de ter importância. Só é importante para os que sonhavam com a hegemonia da diplomacia Sul sul, que ainda (nunca) veio.

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    Elza Janzen

    ± 4 minutos

    Como se salário mínimo previsto na constituição garantisse qualquer coisa. A gente nem lembra que salário mínimo inclusive causa desemprego. Sem levar em conta os keynesianos de plantão nos nossos governos esquerdistas que elevavam a inflação, acabando de facto com as supostas garantias do salário mínimo ao mesmo tempo que pregavam sua bondade com os mais pobres.

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