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“Todo reino dividido contra si mesmo será arruinado, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá.” (Mateus 12:25). O Brasil vai decidir em segundo turno mais uma eleição, exausto de escândalos, polarização e desconfiança. Depois de tantos anos de Lula, Dilma e PT no poder, discursos são bravatas e os resultados, pífios. Na minha avaliação, o país tornou-se uma “republiqueta de bananas”, perdendo respeito e credibilidade internacional.
Alguns dos mais graves escândalos de corrupção da história política recente vieram à tona nos governos do PT. Somam-se crise econômica, deterioração fiscal, prejuízos em estatais e o impeachment de Dilma. Lula chegou a ser preso após condenação confirmada em segunda instância, no âmbito da Lava Jato. Hoje preocupam dívida, gastos públicos e, na avaliação de críticos, a excessiva proximidade entre Executivo, Congresso, STF, PGR e Polícia Federal. Na minha avaliação, essas instituições estão desacreditadas e comprometidas.
Parece que os brasileiros começam a abrir os olhos e a refletir sobre os rumos do país. Que, com a graça de Deus, essa consciência prevaleça
No escândalo dos descontos indevidos do INSS, milhões de aposentados e pensionistas foram atingidos. O Sindnapi, do qual Frei Chico, irmão de Lula, é vice-presidente, tornou-se alvo das investigações. Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente, é investigado pela PF sob suspeitas de corrupção e tráfico de influência envolvendo interesses privados e órgãos públicos. Tal pai, tal filho.
Enquanto isso, PCC e CV ampliaram seu poder econômico e atuação nacional e internacional. Em 2026, o governo Trump classificou as duas facções como organizações terroristas. Há ainda a questão ideológica de Lula e o projeto político do PT, que é a implantação do socialismo no Brasil.
O brasileiro não pode aceitar escândalos como rotina, suspeitas ignoradas por conveniência ou instituições servindo a governos em vez do Estado. Diante desse quadro, muitos sentem vergonha e indignação com os rumos do Brasil.
Lula e o PT devem responder politicamente por suas escolhas e pelos resultados de seus governos. Corrupção, descontrole das contas públicas, crime organizado e desconfiança institucional não podem ser normalizados.
Como confiar quando o decano do STF, Gilmar Mendes, declara em pleno tribunal: “Até a máfia tem ética”? Na minha avaliação, principalmente o STF tornou-se uma instituição em ruínas e desacreditada. Ninguém está acima da lei nem da cobrança da sociedade.
Mas ainda há um sopro de esperança. Parece que os brasileiros começam a abrir os olhos e a refletir sobre os rumos do país. Que, com a graça de Deus, essa consciência prevaleça.
Nas urnas, cabe ao eleitor conhecer os fatos, avaliar resultados e votar com consciência. O futuro do Brasil será decidido pelo voto.
Cláudio Slaviero é empresário e ex-presidente da Associação Comercial do Paraná.
Conteúdo editado por: Jocelaine Santos



