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E ainda: vacina sem pânico

Enquanto Lava Jato do RJ cerca advogados, força-tarefa de Curitiba “ganha” 120 dias

  • 10/09/2020 07:00
Procurador Alessandro Oliveira já integrava a Lava Jato na Procuradoria-Geral da República desde janeiro de 2018
Procurador Alessandro Oliveira, novo chefe da Operação Lava Jato no MPF de Curitiba.| Foto: Fernando Oliveira/PRF

Para começar esse resumo de notícias. A quarta-feira (9) foi um dia cheio para a Lava Jato. Pela manhã, a força-tarefa do Rio de Janeiro deflagrou a operação Esquema S, que apura suspeitas de mais de R$ 350 milhões em desvios do Sistema S no estado, o que inclui Sesc, Senac e Fecomércio.

Investigados. Foram alvos nomes como Cristiano Zanin, advogado de Lula na Lava Jato; Frederick Wassef, ex-advogado da família Bolsonaro; e Ana Tereza Basilio, defensora do governador afastado do Rio, Wilson Witzel. Também foram citados filhos de ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Tribunal de Contas da União (TCU), e Felipe Santa Cruz, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Entenda a operação que coloca advogados no banco dos réus.

Prorrogação. Também nesta quarta, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha foi condenado a mais 15 anos de prisão em processo da operação. Mas foi outra decisão que chamou a atenção: a Lava Jato de Curitiba foi prorrogada por mais 120 dias pela Procuradoria-Geral da República (PGR), de Augusto Aras. A prorrogação era incerta devido aos recentes ataques da PGR à Lava Jato. De Brasília, Kelli Kadanus traz detalhes sobre a “sobrevida” da operação e por que 120 dias não eram exatamente o que a força-tarefa gostaria.

Utilidade pública

Imunização suspensa. Na terça (8), os testes da vacina contra a Covid-19 em desenvolvimento pela Universidade de Oxford foram suspensos após uma reação adversa em um voluntário. No entanto, não há motivos para pânico: leia na reportagem de Amanda Milléo tudo o que se sabe sobre a suspensão e por que isso “faz parte do jogo”. E ainda há outras esperanças: mais uma potencial vacina está perto de ser testada no Brasil; veja detalhes da parceria entre a brasileira Dasa e a norte-americana Covaxx.

Quer saber como as vacinas contra o coronavírus estão sendo desenvolvidas? Confira este infográfico da Gazeta do Povo

Atualização. Em 24 horas, o Brasil registrou 35.816 novos infectados e 1.075 mortes por coronavírus. Segundo o último boletim do Ministério da Saúde, 4.197.889 casos positivos, 128.539 óbitos e 3.453.336 pacientes são recuperados da doença.

No Paraná. Apesar de Curitiba ter retornado à bandeira laranja de restrições de atividades devido à pandemia, a Secretaria de Saúde da capital paranaense autorizou a retomada de atividades extracurriculares em escolas privadas; leia mais na reportagem de Roger Pereira. A cidade acumula 36.692 casos positivos e 1.092 óbitos pela doença, e o estado já registrou 144.792 casos confirmados e 3.622 mortos pelo novo coronavírus. Outra doença que vem preocupando é a dengue: houve crescimento de 95% nos casos em duas semanas no Paraná.

Política e economia: além da Lava Jato prorrogada

Eleições improváveis. A eleição municipal de Salvador vem promovendo uma união de opostos: do DEM, do prefeito ACM Neto, com o PDT, de Ciro Gomes (CE). Seria um laboratório para uma terceira via em 2022? Andrea Torrente explica como está sendo costurada a aliança. Além disso, o PSDB tenta retomar a pauta do fim da reeleição. O primeiro passo foi dado pelo -presidente Fernando Henrique Cardoso. De Brasília, o correspondente Olavo Soares explica qual é a chance de a ideia de FHC vingar e Bolsonaro não concorrer em 2022.

Alta dos alimentos. Com a inflação de agosto em 0,24%, a maior para o mês desde 2016, o governo federal resolveu agir. A Secretaria Nacional do Consumidor notificou supermercados pela alta dos alimentos e o Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex) zerou a alíquota de importação do arroz. Outra medida que pode vir pela frente é o chamado “imposto de renda negativo” para complementar renda dos mais pobres; entenda como funciona na reportagem de Jéssica Sant’Ana, de Brasília.

Estados Unidos. Um livro do jornalista veterano Bob Woodward irá revelar entrevistas com o presidente Donald Trump. Claro que virão polêmicas. Uma delas é que Trump admite que minimizou o coronavírus. Outro livro foi publicado por Michael Cohen, ex-advogado de Trump, que alega que o presidente age como mafioso e tem " opinião desfavorável sobre negros". Já na disputa presidencial, o democrata Joe Biden tem uma série de perguntas a responder, segundo David Harsanyi, do portal National Review.  Além disso, mil eleitores são investigados por votar duas vezes nas primárias da Geórgia.

Giro pelo mundo. Na Ásia, houve um novo conflito entre tropas indianas e chinesas região do Himalaia; entenda  troca de acusações. Por outro lado, há “paz entre a Disney e a China”: a produtora cinematográfica agradeceu ao Partido Comunista Chinês por permitir gravação de Mulan em Xinjiang. No Afeganistão, o vice-presidente foi alvo de um ataque a bomba.

O que mais você precisa saber hoje

Colunas e artigos

Debates pandêmicos.  Em seu novo texto, o escritor e jornalista Paulo Polzonoff escreve que mal pode esperar para tomar a vacina contra a Covid-19, e garante que não importa se a imunização for russa, chinesa, iraniana, nauruana. Ademais, a Covid-19 transformou os hábitos de consumo em bens de consumo; leia na coluna de investidora-anjo Camila Farani. E no blog de Rodrigo Constantino, o autor convidado Claudir Franciatto escreve sobre o paradoxo das máscaras.

Debates atuais. Por falar em máscaras, Kay C. James, do portal conservador The Daily Signal, desmascara seis mitos permanentes sobre o socialismo. Também sobre socialismo, Caetano Veloso disse que “abandonou o liberalismo”. Mas é bom saber: o liberalismo é maior do que os liberais; confira na coluna de Pedro Menezes. O colunista Guilherme Macalossi também escreve sobre o tema e fala mais sobre Caetano Veloso e seu guru intelectual passapanista de Stalin.

Apesar da Lava Jato prorrogada...

CNMP consagra o “crime de opinião”. Apesar de a Lava Jato de Curitiba ter sido prorrogada, o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) puniu com pena de censura o procurador Deltan Dallagnol, por mensagens em mídias sociais antes da eleição para a presidência do Senado, em fevereiro de 2019. O senador Renan Calheiros (MDB-AL), derrotado naquela disputa, se sentiu ofendido e acionou o CNMP contra Dallagnol. Em editorial, a Gazeta do Povo mostra que os membros do MP têm liberdade de expressão existe apenas no papel.

O voto do relator, Otávio Rodrigues Junior – que ocupa a vaga de indicação da Câmara dos Deputados –, surge eivado de falácias e imprecisões que merecem ser apontadas aqui, como quando afirma que Dallagnol “atacou não somente um senador, mas o Poder Legislativo, constituindo violação à imagem do Parlamento”, fazendo uma mistura perigosíssima entre uma instituição e seus membros que, levada ao extremo, impediria qualquer crítica a qualquer autoridade.

Para inspirar

Fotografia do Bem. A fotógrafa paranaense Mykaella Carbonera criou um projeto que, ao mesmo tempo, ajuda a autoestima das crianças e desperta a consciência da sociedade quanto a certas doenças. Confira na reportagem de Rossana Bittencourt como a fotografia virou um remédio para humanizar a luta de crianças com doenças raras.

Tenha um excelente dia!

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