i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
Vencedores da pandemia

Quem ganhou com a pandemia de coronavírus. E ainda: as datas do Enem e a acusação do Facebook contra Bolsonaro

  • com colaboração de André Gonçalves
  • [09/07/2020] [07:00]
Pandemia de coronavírus: comércio
Pandemia de coronavírus derrubou o comércio de rua e levantou o online.| Foto: Jonathan Campos / Arquivo / Gazeta do Povo

Para começar esse resumo de notícias. Você já deve estar acostumado a ler relatos de empresas que fecharam as portas neste ano. Mas há aquelas que se adaptaram e conseguiram sair no lucro durante a pandemia de coronavírus: de gigantes do varejo, como o Magazine Luiza, a pequenas empresas que oferecem serviços em casa.

Um fato. Segundo pesquisa da Cielo, o faturamento do varejo caiu 27,5% desde março. O impacto, claro, foi nas lojas físicas. Quem já tinha uma plataforma online sólida conseguiu sair no lucro: as vendas online do Maganize Luiza, por exemplo, cresceram 138% em abril, compensando a queda de 84% das lojas físicas. Resultado: incremento de 7% nas vendas totais. Entenda na reportagem de Giulia Fontes quem saiu no prejuízo e quem saiu no lucro durante a pandemia de coronavírus.

Drible na crise. Já o faturamento do setor de serviços despencou mais de 60% desde março, comparado ao mesmo período de 2019, de acordo com a Cielo. Para driblar a crise, profissionais e empresas do ramo que viraram parceiros de aplicativos para levar o atendimento ao cliente, no mínimo, minimizaram o prejuízo. E outros serviços foram criados, como a desinfecção de condomínios e ambientes. Jean Pecharki 5 novos negócios de sucesso que surgiram com a crise.

Utilidade pública: além da pandemia de coronavírus

Novas datas do Enem. O Ministério da Educação (MEC) anunciou nesta quarta-feira (08) as novas datas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, adiado por conta da pandemia de coronavírus: exame impresso dia 17 de janeiro e a segunda etapa em 24 de janeiro. O repórter Willian Bilches traz mais informações sobre o Enem e sobre o Sisu - Sistema de Seleção Unificada. Aproveite para ler na coluna de Francisco Razzo dicas para uma redação do Enem sem segredos.

Atualização e subnotificação. O último boletim do Ministério da Saúde apresentou o registro de 44.571 novos casos e 1.223 mortes causadas pela Covid-19. O Brasil passou de 1,7 milhão de infectados e baterá, certamente, os 68 mil óbitos nesta quinta (9). Por outro lado, há mais de 1 milhão de recuperados. Há ainda a subnotificação, inclusive em profissionais na saúde no Brasil; veja quantos testes foram feitos nesses trabalhadores. Entre os políticos de alto escalão, além de Bolsonaro, pelo menos 15 políticos pegaram a Covid-19; veja a lista.

Tecnologia contra o coronavírus. Países asiáticos, da China a Coreia do Sul, tiveram melhores resultados que o Brasil por um motivo durante a pandemia de coronavírus: tecnologia da informação. Foram disponibilizados aplicativos para informar proximidade com contaminados, testagem em massa por drive-thru, entre outras estratégias; leia mais na reportagem de Camila Abrão. Aproveitando o tema, a investidora Camila Farani explica por que a inovação é a verdadeira vacina contra o coronavírus na indústria farmacêutica.

Podcast 15 Minutos

No Brasil e no mundo

Páginas falsas. O Facebook derrubou 35 contas, 14 páginas e um grupo na rede social, além 38 contas no Instagram supostamente ligadas a assessores do presidente Jair Bolsonaro, do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e do Partido Social Liberal (PSL). A acusação é de propagação de conteúdos com discurso de ódio a partir de perfis falsos; veja perguntas e respostas sobre o caso.

Prisão em 2ª instância. Nas próximas semanas, a Câmara dos Deputados deve votar a  proposta de emenda à Constituição (PEC) que autoriza a prisão de condenados em segunda instância. Correspondente da Gazeta do Povo no Congresso, Olavo Soares entrevistou o presidente da comissão que debate a PEC, Marcelo Ramos (PL-AM), e o autor da proposta, Alex Manente (Cidadania-SP). Confira as novidades e perspectivas de aprovação. Ainda no Congresso, o Senado aprovou a prioridade para mulher chefe de família receber auxílio emergencial.

Giro pelas Américas. No Uruguai, o parlamento aprovou com folga uma lei que amplia legítima defesa. Já na Venezuela, uma pesquisa preocupante: quatro em cada cinco venezuelanos não conseguem arcar com o valor da cesta básica. Também no país, o ditador Nicolás Maduro anunciou que a milícia bolivariana vai controlar o protocolo de higiene nas eleições parlamentares. Já nos Estados Unidos, as Universidade de Harvard e o Massachusetts Institute of Technology (MIT) decidiram processar o governo após a determinação de saída de estrangeiros com visto de estudante e matriculados cursos de ensino a distância.

Giro pelo mundo. Na Sérvia, manifestantes contrários ao lockdown tentaram invadir o parlamento. Do outro lado do planeta, a China a inaugurou a agência de segurança nacional em Hong Kong, como medida de cumprimento a uma lei que reduz a autonomia do território.  No Japão, um pedido inusitado dos parques de diversão: “Não grite nas montanhas-russas”.

O que mais você precisa saber hoje

Minuto coronavírus

Colunas e artigos

Debates pandêmicos. Sobre coronavírus, Cristina Graeml descreve a experiência de médicos que ministraram remédios na fase 1 da Covid-19. Já os colunistas Madeleine Lacsko ePolzonoff criticam a postura de um comentarista político e outras pessoas que desejaram a morte do presidente. Madá mostra como os poderosos se alimentam das falhas morais e da falta de princípios dos próprios apoiadores. Polzonoff deseja vida longa e que o colunista continue a escrever.

Análises.Ainda sobre o desejo do mal do próximo, Bruna Frascolla comenta o racionalíssimo e científico desejo de matar. Em outra frente, em artigo original do Daily Signal, os autores Andrew Olivastro e Mike Gonzalez escrevem que o verdadeiro objetivo do Black Lives Matter é diferente do slogan.

Nossa visão

Lei de Segurança Nacional. Em novo editorial, a Gazeta do Povo – a exemplo de nossos colunistas – comenta o caso do jornalista Hélio Schwartsman, que declarou seu desejo de que o Presidente da República viesse a morrer de Covid-19. Após a publicação, o ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, afirmou que pediria abertura de inquérito com base na Lei de Segurança Nacional (LSN). Não resta dúvida que o conteúdo atenta contra princípios básicos de humanismo. A reação estatal, porém, é preocupante por uma série de razões. Leia a visão da Gazeta do Povo.

É só pensarmos nas últimas ações conduzidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Enquanto a coisa toda parecia concentrada nos recentes inquéritos das fake news e dos atos antidemocráticos, visando, principalmente nos últimos meses, apoiadores do Presidente, parte da opinião pública permaneceu em silêncio ou mesmo apoiando as investigações. Até mesmo a prisão do jornalista Oswaldo Eustáquio, acusado de defender “uma ruptura institucional de maneira oblíqua”, foi amplamente noticiada sem maiores manifestações na mídia. Assim como no caso do jornalista da Folha, as eventuais críticas às práticas profissionais de Eustáquio não justificam o tipo de ação coercitiva conduzida contra sua pessoa, amparada nos argumentos frágeis apresentados pela acusação.

Para inspirar: casamento na pandemia de coronavírus

Casamentos drive-in. Para não adiar o casamento, vale tudo na pandemia de coronavírus – menos aglomerações. Uma solução adotada por muitos brasileiros foi adotar casamentos ao ar livre com um detalhe: os convidados testemunham o evento sem descer do carro. Leia na reportagem de Raquel Derevecki.

Tenha um ótimo dia!

3 COMENTÁRIOSDeixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]
Tudo sobre:

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 3 ]

Máximo 700 caracteres [0]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Termos de Uso.

  • J

    Juarez Waltrick Kohler

    ± 0 minutos

    A china. Na base do Terrorismo Biológico pos o Mundo Civilizado aos seus pés. Mas a opinião pública não está voltada ao culpado (china). Está voltada pros governantes, pras questões raciais, pra distrações mil. E a china, claro, rola de rir do absurdo contexto de um crime no qual os policiais investigam TODOS menos o CULPADO.

    Denunciar abuso

    A sua denúncia nos ajuda a melhorar a comunidade.

    Qual é o problema nesse comentário?

    Obrigado! Um moderador da comunidade foi avisado sobre a denúncia. Iremos avaliar se existe alguma violação aos Termos de Uso e tomar as medidas necessárias.

    Confira os Termos de Uso

    • Máximo 700 caracteres [0]

  • J

    Jeferson

    ± 50 minutos

    Gostaria de saber porque o governo estadual e prefeitura nao fazem como prefeitos e governadores de outros estados que estão distribuindo Ivermectina ou Hidroxicloroquina +azitromicina ao seu povo atraves de drive thru apos testagem. Por que so lockdow burro que não adianta pra nada. Sim burro porque o virus ja esta circulando ha tempo e levar todos pra dentro de casa é pedir para infectar mais ainda. O que ha coma classe medica...que nao tem voz..Estariam com medo de mostrar as mazelas de quantidades de UTI...Acorda Parana. Muita politização . Todos os governadores que tiveram o comuna virus tomaram medicação. Onde esta o coquetel para o povo

    Denunciar abuso

    A sua denúncia nos ajuda a melhorar a comunidade.

    Qual é o problema nesse comentário?

    Obrigado! Um moderador da comunidade foi avisado sobre a denúncia. Iremos avaliar se existe alguma violação aos Termos de Uso e tomar as medidas necessárias.

    Confira os Termos de Uso

    • Máximo 700 caracteres [0]

  • J

    Jeferson

    ± 57 minutos

    Como este jornal é tendencioso . o Editorial não vai falar do whatsApp pago com dinheiro publico do pt da Gleisi....Voces não vao conseguir mudar a opinião do povo Curitibano

    Denunciar abuso

    A sua denúncia nos ajuda a melhorar a comunidade.

    Qual é o problema nesse comentário?

    Obrigado! Um moderador da comunidade foi avisado sobre a denúncia. Iremos avaliar se existe alguma violação aos Termos de Uso e tomar as medidas necessárias.

    Confira os Termos de Uso

    • Máximo 700 caracteres [0]

Fim dos comentários.