i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
Flavio Quintela

Coluna do adeus

Adeus à instigação de negros contra brancos e de brancos contra negros. Adeus ao apoio a grupos e organizações criminosas como Planned Parenthood e Black Lives Matter

  • Porcolunagp@flavioquintela.com
  • 18/01/2017 23:01
 | Ismael Francisco/Cuba Debate
| Foto: Ismael Francisco/Cuba Debate

Adeus a Obama. Melhor, adeus a Barack Hussein Obama II.

Adeus ao mais infame dos presidentes americanos e à sua infame equipe.

Adeus ao vice-presidente, Joe Biden, e aos seus discursos que ninguém queria realmente ouvir.

Adeus ao secretário de Estado, John Kerry, e à sua postura covarde diante de um mundo perplexo com a expansão do terrorismo islâmico.

Adeus ao secretário do Tesouro, Jack Lew, e à política fiscal desastrosa que quase dobrou a dívida pública americana nos últimos oito anos.

Adeus ao secretário de Defesa, Ashton Carter, e ao seu descaso para com as forças armadas.

Adeus a Loretta Lynch, que conduziu o Departamento de Justiça mais injusto das últimas três décadas.

Adeus aos programas falidos deste governo que acaba nesta quinta-feira, programas cujo único propósito era transformar os Estados Unidos da América em uma nação de gente dependente do Estado.

Adeus ao Obamacare.

Adeus à distribuição sem critérios de food stamps, o Bolsa Família dos EUA.

Adeus ao antissemitismo como modo oficial de conduta.

Adeus à leniência para com traficantes de drogas.

Adeus ao perdão a bandidos perigosos e assassinos de policiais.

Adeus à instigação de negros contra brancos e de brancos contra negros.

Adeus ao apoio a grupos e organizações criminosas como Planned Parenthood e Black Lives Matter.

Adeus ao antipatriotismo na condução do país.

Adeus ao globalismo.

Se fizer metade do que prometeu, Trump poderá entrar para a história como um dos maiores presidentes americanos

Adeus ao desrespeito aos milhões de imigrantes legais que fizeram desta nação a mais rica e mais livre do mundo.

Adeus ao desarmamentismo e às tentativas de destruir os pilares constitucionais que garantem a todo cidadão o direito de se defender contra criminosos e contra governos despóticos.

Aproveitando o tema e abrindo um parêntese, adeus à liberdade de expressão na rede social de Mark Zuckerberg. No início desta semana, me deparei com um comentário de um amigo dizendo que o Facebook estava bloqueando automaticamente qualquer texto que contivesse as palavras “veado”, “bicha”, “boiola” e similares. Não acreditando, fiz eu mesmo um texto de teste com duas dessas palavras. Menos de cinco minutos depois, o texto foi removido por “infringir as políticas do Facebook”. Pouco tempo atrás, escrevi nesta coluna semanal sobre o uso da novilíngua no jornalismo brasileiro. Parece que mais uma das profecias de Orwell, a supressão de palavras não aprovadas pelo “regime”, acaba de se tornar realidade. Hoje é o Facebook apenas apagando um texto e suspendendo a conta do “culpado”; amanhã pode se transformar em crime sujeito a pena de encarceramento. Fecha parêntese.

Nesta sexta-feira começa o mandato de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos. A imprensa brasileira, em sua maioria, procura passar a imagem de catástrofe mundial sem precedentes, e não está sozinha nesse esforço. O clima chega a ser folclórico aqui na América: há relatos de garotas adolescentes preocupadíssimas porque alguém disse que o novo presidente tirará o direito de voto das mulheres; de estudantes universitários sendo dispensados das aulas para se recuperarem do choque da vitória de Trump; de ambientalistas desesperados com a hecatombe climática que o novo governo trará ao mundo, dentre outras lendas urbanas espalhadas pelo vasto arsenal de comunicação que nos une atualmente. Para esse pessoal, Trump é um tipo de Magneto ou Lex Luthor, o vilão diabólico; para outros ele é o Sauron moderno, a encarnação do mal (mas sem os anéis). Eu, que lhes disse nesta mesma coluna, um mês antes da eleição, que Donald Trump seria eleito, digo também que não há razão para preocupações desse tipo. O novo presidente tem tudo do que precisa para colocar os Estados Unidos de volta nos trilhos, amparado por uma maioria consistente nas duas casas legislativas e uma sólida base conservadora na maioria dos estados. Se fizer metade do que prometeu, Trump poderá entrar para a história como um dos maiores presidentes americanos. Seus maiores inimigos, hoje, estão dentro do Partido Republicano. Espero que ele tenha habilidade para domá-los ou reverter sua oposição.

No mais, agora é torcer para o melhor resultado possível. Afinal, o que se faz aqui afeta não só os americanos, mas também os brasileiros e o restante do mundo. Aguardemos os primeiros 100 dias do novo governo.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

Máximo 700 caracteres [0]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Termos de Uso.