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Giro de opinião

O fim da PM

  • PorLhuba Saucedo
  • 10/02/2017 23:01
 | Tânia Rêgo/Agência Brasil
| Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Os problemas internos da Polícia Militar não são desconhecidos dos brasileiros: corrupção entre os maus policiais, condições de trabalho precárias para os bons. Isso não dá justificativa para que a PM seja extinta – como quer a esquerda – do mesmo modo que não se mata uma pessoa só porque ela está doente. A PM precisa ser reconstruída. Seu fim, como explicam Rodrigo Constantino e Tom Martins neste artigo, só atenderia à finalidade de colocar a atividade policial nas mãos dos sindicatos. A quem será que tal medida beneficiaria?

O inferno no Espírito Santo

Nunca o nome de uma localidade fez tão pouco jus ao seu significado: no Espírito Santo, a população testemunha um inferno. O estado de caos – promovido por bandidos profissionais e mais alguns que recém descobriam a vocação ao notar estabelecimentos comerciais desprotegidos – é uma etapa que antecede a ascensão de uma ordem “salvadora”, de natureza totalitária. Novamente, vamos nos perguntar: a quem o caos interessa? Paulo Briguet discorre sobre o descaso generalizado com a PM, que aparentemente extrapolou o limite da paciência dos policiais.

O que fazer quando policiais entram em greve?

Existem uma série de teorias que fundamentam a existência dos Estados modernos e que, por uma série de razões, entregaram nas mãos dos órgãos estatais o monopólio da força. O problema é sempre o mesmo: o gigantismo do Estado e seu ímpeto de tratar os cidadãos como se fossem crianças. No Brasil, as leis de posse de armas são tão burocráticas que, na prática, impedem que uma pessoa tenha um modo de se proteger autonomamente. Ora, mas é sábio depositar integralmente a confiança de que estaremos seguros graças à tutela do Estado? O caos no Espírito Santo responde a essa questão, não com teorias, mas com fatos. Ricardo Bordin explica por que armas, primordialmente, salvam vidas.

Quem pode cantar “Imagine”?

Nem todos podem se dar ao luxo de ficar escandalizados diante da hipótese de cidadãos comuns carregarem armas de fogo, mas só aqueles que podem pagar por serviços de segurança privada. A esses fica bem mais fácil lutar contra a violência citando dados da ONU e cantando “Imagine”. Olavo de Carvalho, citado pelo site Implicante, mostra a covardia do argumento.

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