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Editorial

“Debandada” na equipe econômica

  • PorGazeta do Povo
  • 12/08/2020 18:17
Secretários da Economia pedem demissão
Secretários da Economia Paulo Uebel e Salim Mattar (foto) pediram demissão nesta terça-feira (11).| Foto: José Cruz/Agência Brasil

Nas palavras do ministro da Economia, Paulo Guedes, foi uma “debandada”. Talvez não tanto pelo número de secretários especiais que deixaram o governo ao mesmo tempo, pois foram apenas dois, mas pela sua qualidade e pela relevância das tarefas que vinham executando. Salim Mattar era secretário de Desestatização e Privatização; Paulo Uebel, de Desburocratização, Gestão e Governo Digital. Eram figuras-chave da equipe econômica, derrotadas pela frustração de não enxergar seus esforços frutificarem como esperado, em uma demonstração muito clara das dificuldades que a pauta liberal encontra para se tornar realidade no Brasil.

E isso considerando que Mattar e Uebel têm o que mostrar quando analisam sua passagem pelo governo em pouco mais de um ano e meio. O pente-fino de Mattar e sua equipe escancarou o tamanho do Estado-empresário brasileiro, muito maior do que se imaginava, e no ano passado o governo bateu a meta do programa de desestatização, levantando R$ 105,5 bilhões. Já a secretaria de Uebel foi responsável pela MP (posteriormente convertida em lei) da Liberdade Econômica, e que já pode ser contada entre os legados mais importantes do governo Jair Bolsonaro na economia. Isso já é muito mais do que vinha sendo feito até então, mas não o suficiente para colocar definitivamente um país como o Brasil no rumo certo, com um governo enxuto e eficiente. Mattar e Uebel sabiam disso e continuavam dispostos a atingir objetivos mais ambiciosos.

A hesitação do governo em colocar na mesa a reforma administrativa mostra a força do corporativismo

A pandemia da Covid-19 já tinha levado Mattar a adiar para 2021 todas as privatizações previstas para este ano, considerando que os ativos estariam depreciados demais para o governo se desfazer deles agora, sem contar que a crise mundial também afetou o poder de fogo da iniciativa privada. Mas o então secretário percebeu que os obstáculos que ele enfrentava não se limitavam a episódios imprevisíveis como o coronavírus, mas a uma estrutura incrustada no aparato estatal brasileiro: “o establishment composto diretamente pelos empregados públicos, sindicatos, fornecedores, comunidades, políticos locais, partidos de esquerda e lideranças políticas tem sido uma barreira natural para a privatização”, escreveu Mattar em um artigo no site Brazil Journal. Acrescente-se, ainda, o ativismo judicial do Supremo Tribunal Federal, que, em uma decisão equivocada, exigiu aval do Legislativo para toda e qualquer privatização, com exceção das subsidiárias; e o apetite por cargos de políticos do Centrão, os mais novos aliados de Bolsonaro no Congresso, e está montada uma barreira quase intransponível à venda de empresas estatais, especialmente as “joias da coroa”.

No caso de Uebel, o estopim para sua saída foi a decisão do governo de adiar – mais uma vez – o envio da reforma administrativa ao Congresso Nacional. E, aqui, a maior parte da responsabilidade cabe, infelizmente, ao próprio Poder Executivo. Desde o segundo semestre do ano passado, o texto já esteve a ponto de ser levado ao Legislativo em algumas ocasiões, mas sempre esbarrou na falta de aval de Bolsonaro. Reforma, agora, só em 2021, conforme afirmou o próprio presidente – o timing é político, justificou Paulo Guedes. O adiamento ocorre apesar de o governo já ter descartado alterações para os servidores da ativa, mudando as regras apenas para aqueles que vierem a ser contratados no futuro, uma decisão que evitaria a judicialização da reforma e amenizaria resistências entre os parlamentares que têm no funcionalismo sua base eleitoral.

A hesitação do governo em colocar na mesa a reforma administrativa, mesmo poupando os atuais servidores e apesar das enormes distorções que o serviço público introduz na economia brasileira, mostra a força do corporativismo. Essa força foi percebida claramente durante a tramitação da reforma da Previdência, com direito a intervenções pessoais de Bolsonaro em benefício de determinadas classes do funcionalismo com as quais ele tem mais afinidade. No fim, o texto acabou mantendo uma série de privilégios que iam muito além de necessárias diferenciações para carreiras que têm características especiais e, por isso, mereciam regras próprias. O corporativismo não descansou nem mesmo enquanto milhões de brasileiros perdiam o emprego ou parte da renda como consequência da paralisação da atividade econômica graças à Covid-19: enquanto o STF impedia o governo de reduzir salários e jornadas do funcionalismo, o mesmo governo deixava a porta aberta para reajustes em vários estados.

As forças que impediram Mattar e Uebel de atingir seus objetivos, a ponto de quebrar sua louvável força de vontade na intenção de melhorar o Brasil, cobram um preço caríssimo do país. O funcionalismo continuará a ser um indutor de desigualdade, conforme um estudo já clássico do Ipea, e sugando cada vez mais recursos do contribuinte, enxergando-se como fim em si mesmo, e não como meio de servir o cidadão. Segundo Mattar, o rombo de estatais ineficientes em dez anos consumiu recursos que poderiam ter reduzido em um terço o déficit habitacional brasileiro.

A realidade tem ficado aquém das expectativas realistas para esta primeira metade de mandato

A vitória eleitoral de Bolsonaro havia dado esperanças aos brasileiros em muitos campos, inclusive o econômico. Evidentemente, afirmações como a intenção de “privatizar uma estatal por semana” estavam mais para o exagero retórico que para uma meta factível, e ninguém na formidável equipe econômica que Paulo Guedes montou era ingênuo o suficiente para supor que velhos vícios seriam facilmente derrotados e o Brasil viraria um paraíso do liberalismo em quatro anos. Mesmo assim, havia muitos motivos para acreditar que as reformas macroeconômicas viriam, que o Estado seria enxugado, que o empreendedor teria mais liberdade. A realidade, no entanto, tem ficado aquém das expectativas realistas para esta primeira metade de mandato, mesmo considerando os efeitos da pandemia.

Guedes afirmou que a resposta à saída dos secretários seria “avançar com as reformas”, e Bolsonaro tuitou em defesa das privatizações e do teto de gastos, reforma importantíssima realizada ainda no governo de Michel Temer e que está na mira dos gastadores. São manifestações bem-vindas, mas a essa altura apenas palavras não bastarão para manter nem a esperança do brasileiro que votou em Bolsonaro contando com a implementação da agenda de reformas econômicas, nem o estímulo daqueles que permanecem em uma equipe econômica que vai lentamente se desfazendo.

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Comentários [ 23 ]

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    Nagib

    ± 15 horas

    A empresa de Salim Mattar, a Localiza, como as demais locadoras, sempre mamou nas tetas do governo, quando compra seu carros com isenções tributárias, desvalorização de ativos e depois os revende a preço de mercado. Isto é ser liberal?

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    Giovanna Chiodi

    ± 21 horas

    POLÍTICA É A ARTE DO POSSÍVEL.

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    Carlos Roberto

    ± 22 horas

    Este governo causa ciúmes, isto é certo! Tudo se torna mais difícil, principalmente quando não há corrupção. Todos os dias a imprensa bate firme. O Congresso quer protagonismo e o STF...sem comentários. Apesar de tudo, o bonde não está parado, e o Bolsonaro, a cada dia que passa, ganha mais apoio nos quatro cantos do Brasil.

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  • P

    PARREIRAS RODRIGUES

    ± 23 horas

    Razão. Tinha eu até pouco tempo um recorte dum cargo no Governo Federal, aparelhado por Lula, mais ou menos isso: Secretário especial do coordenador geral do diretor administrativo da secretaria financeira...por ai. Na minha cidade de origem, Santa Isabel do Ivai, numa determinada gestão, o quadro funcional inchou a tal ponto que na rua se dizia que quando o prefeito pedia a redação duma simples portaria, por exemplo, havia um para colocar o papel na Olivetti, outro para rodar o carro a cada linha, um terceiro para datilografar e um quarto para retirar o sulfite, além do quinto, claro para levá-lo ao gabinete do prefeito.

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  • J

    JP

    ± 23 horas

    Bolsonaro egoisticamente permitiu que o mal triunfasse sobre os brasileiros honestos. Só pensa nele e nos filhos. O Brasil que se exploda! Só falta nomear o Lularapio como ministro de alguma coisa.

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  • S

    Svetlana Yurievna Tchekov

    ± 24 horas

    Ali e acolá comenta-se a equação: Messias I = Dilma II - 100 mil mortos + depressão econômica. A 'debandada' é exatamente isso. Mansueto foi o primeiro a sair e entrar na bufunfa do setor financeiro. Cada semana um pede o boné. Alegam "Problemas Administrativos" e deixam a tabuleta na porta de saída: "Sem previsão de normalização". O pessoal do Ipiranga dá no pé. O pior ainda está por vir. Só vimos a preliminar superficial da insolência vulgar turbinada pela cretinice olímpica.

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  • H

    Hugo

    ± 24 horas

    Bom artigo , esclarecedor .

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  • A

    Ana Luiza

    ± 24 horas

    Estatizaram a esperança.

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  • L

    Luca

    ± 24 horas

    Excelente artigo!! O problema está nessa oligarquia de servidores com alguns partidos políticos, grande parte do judiciário etc O bolo da riqueza vai ficar cada vez mais restrito a eles, o resto que trabalhe pra eles ou vá embora

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  • F

    Freitas

    ± 24 horas

    O COMPROMISSO DE JAIR BOLSONARO COM A LAVA JATO >>> Nomear pessoas que são contra o combate à corrupção >>>> "Novo líder do governo Bolsonaro, Ricardo Barros critica Moro e Lava Jato" Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/republica/breves/lider-bolsonaro-ricardo-barros-critica-moro-e-lava-jato/?ref=saiba-agora Copyright © 2020, Gazeta do Povo. Todos os direitos reservados.

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      IvoHM

      ± 21 horas

      O Ricardo de Barros foi condenado no quê mesmo?

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    Geraldo F.

    ± 1 dias

    Excelente reportagem, concordo plenamente. Como diz o ministro Guedes somos duzentos milhões de trouxas pagando privilégios de funcionários públicos nas três esferas. Estamos aqui para servi-los e não ouse pedir que cumpram suas funções. Tente abrir algum negócio e verás uma burocracia asfixiante tramando contra você. A todo momento terás que provar que queres somente gerar emprego e produzir. Falo com propriedade pois levei um ano e meio para abrir uma filial, mesmo provando que tenho outras três filiais funcionando normalmente. O sistema é poderoso e não será em quatro anos que se conseguirá mudar muita coisa. Desanimador e frustrante.

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    FERNANDO LUIZ POZZOBON

    ± 1 dias

    E mais, vai ficar pior ainda com a chegada das próximas eleições.

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    Flavio Teixeira

    ± 1 dias

    Consultar o congresso para viabilizar toda e qualquer privatização já nos disse o que aconteceria...

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    Volia Almeida

    ± 1 dias

    Enfim a engrenagem dos privilégios e conchavos vai vencendo aos poucos . Muita ingenuidade a nossa achar que seria fácil...

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  • E

    Edemilson Penha

    ± 1 dias

    Bolsonaro decidiu trocar a chance de se tornar um dos melhores presidentes de nossa história por um projeto de reeleição. Ele só pensa nisso. Jogou todas as propostas de campanha no lixo, apesar de falar que apoia a agenda liberal. É só enganação.

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  • T

    Teodoro

    ± 1 dias

    A agremiação do funcionalismo público brasileiro funciona como um Partido Unico semelhante a qualquer Partido Comunista que esteja no poder. O PT se lambuçou nele, mas todos os partidos o almejam. Reconstruir o Brasil será muito dificil.

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  • M

    Miguel Bersano

    ± 1 dias

    Com todos os seus defeitos, Bolsonaro tem a qualidade de entender o momento político. O Mecanismo e o corporativismo são mais fortes do que se imaginava. A luta para conseguir a mudança será mais longa do que se esperava. Mas o negócio é seguir em frente. Algumas conquistas foram conseguidas, outras virão com muita luta.

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      NEIDE Palmeiro

      ± 1 dias

      Pois é! O Brasil não é dessa gente que deu o Golpe e se apossou do poder! Estado liberal? Nem nos States esse modelo presta mais! Interessante, a grande privatização do governo FHC não “salvou” o Brasil. O caminho não é por aí! Que tal desconcentrar as grandes fortunas em maos de alguns poucos que dominam opoder no Brasil ? Socialismo, estado do bem estar social? Pois é! As economias europeias conseguem distribuir a renda através da cobrança elevadíssima de impostos! No Brasil a elite não deixa. São os grandes e únicos sabot-adores do pagamento de impostos! Só não consigo entender como que a maioria pobre vota nessa canalhada do “liberalismo”. Acorda cambada!

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    • F

      Freitas

      ± 1 dias

      Sim, Bolsonaro entendeu o "momento político" chamado Queiroz x rachadinhas x sabe-se la o que mais. Correu para abraçar a nata da corrupção.

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  • X

    Xicote

    ± 1 dias

    Tudo culpa da Esquerdalha...da rede Globo..da Band..do Uol..do Estadao ...privatizar seria como se o Centrao quisesse cortar as pernas ...never..jamé !!!!

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  • F

    Freitas

    ± 1 dias

    Mas, em compensação, houve uma excelente "aquisição": RICARDO BARROS. O time está "bonito na foto": Roberto Jefferson, Arthur Lira, Valdemar da Costa Neto, Ciro Nogueira, Gilberto Kapaz. SIGAM O JIM JONES.

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      claudio renzi

      ± 1 dias

      só corrijo: é Gilberto Kasab

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