Em 2022, Deltan Dallagnol foi o candidato a deputado federal mais votado no Paraná, mas o TSE calou de forma teratológica a voz de cerca de 350 mil eleitores, cassando sua candidatura. Agora, o ex-procurador da Lava Jato é candidato ao Senado, teve sua elegibilidade reconhecida pelo TRE-PR, mas é vítima de uma nova canetada arbitrária, com o ministro do TSE Floriano de Azevedo Marques suspendendo sua campanha. É uma nova decisão que afunda ainda mais a credibilidade do Judiciário, como demonstra o presidente da Gazeta do Povo, Guilherme Cunha Pereira, citando também outras decisões, como a que acabou de condenar o influenciador Monark.
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Editorial – vídeo
Uma canetada malandra contra Dallagnol quer amarrar o eleitor paranaense

21/09/2026 às 16:14
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