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É vergonhoso o estado de abandono do cemitério do Santa Cândida. O mato está cobrindo os túmulos, o antipó todo esburacado. O Dia de Finados se aproxima. Será que alguma providência será tomada?

J. Andrade, representante comercialCuritiba, PR

Preços abusivos

Há muitas reclamações referentes aos preços dos alimentos vendidos nas lanchonetes e restaurantes da nossa Rodoferroviária. Por que isso ocorre? Por que não facilitar o serviço, já que quem utiliza os serviços são turistas, viajantes a trabalho, pessoas que economizam meses para poder viajar? Sem contar o preço do guarda-volumes, que é de R$ 3,50 por objeto, cobra-se o uso do banheiro, carregador, estacionamento, mendigos... Tudo custa muito caro para o usuário.

Jean Savi, funcionário públicoCuritiba, PR

Urnas eletrônicas

O artigo do professor Belmiro Valverde Jobim Castor, publicado no domingo (8/10) pela Gazeta do Povo, é uma síntese apropriada da média do pensamento das pessoas de bem quanto ao resultado das urnas eletrônicas. Aliás, em paralelo à lucidez do pensamento do nosso reconhecido mestre, uma triste constatação: dispomos de moderníssimo sistema de votação, mas muitas vezes o produto apurado é uma atrocidade sem limites.

Ivan Schmidt, jornalistaCuritiba, PR

Iluminação pública

A Emenda Constitucional n.º 39 introduziu o Artigo 149-A na Constituição Federal, que permite ao município cobrar dos seus moradores, proprietário ou locatário de imóveis, a contribuição para o custeio da iluminação pública. Hoje, somos contemplados em nossa conta/fatura de consumo de energia elétrica com um valor que é uma porcentagem fixa sobre o consumo do mês. Como diz a Constituição Federal, destina-se na aplicação de manutenção de serviço de iluminação pública, ou seja, de ruas e praças. É preciso rever esse conceito e começarmos a projetar nova forma de iluminação de nossa calçada. Embora já criado, e não implantado, o conselho regional de calçada, que ocorreu juntamente com o fundo para calçada, será de interesse da população que as nove Regionais Administrativas Municipais tomem providências para instalar o Conselho, pois será um espaço de diálogo para a mudança de conceito de iluminação de rua, para calçada.

Urandy Ribeiro Doval, aposentadoCuritiba, PR

Esclarecimento

Em resposta a leitora, a Infraero esclarece que o Sistema de Ouvidoria da Infraero foi criado em 1.º/7/03, para ser um canal de comunicação com seus clientes. Com o objetivo de conhecer as expectativas e corresponder aos anseios do seu público, o sistema recebe sugestões, elogios, solicitação de informações e reclamações de passageiros, usuários, empregados do aeroporto e de toda a população interessada em contribuir com os serviços prestados pela empresa. A Infraero disponibiliza atendentes do Balcão de Informações. No Aeroporto Internacional Afonso Pena funciona 24 horas; formulários existem nas caixas de coleta localizadas no Balcão de Informações do térreo, no Balcão de Informações da Infraero no 1.º andar, dentro da sala de embarque e na Central de Atendimento ao Cliente do Terminal de Logística de Carga; Ícone da Ouvidoria existe no site da Infraero (www.infraero.gov.br); 0800 727 1234; Fax: (61) 3312-3013; Correios: Caixa Postal 8901 – CEP 70312-970 – Brasília/DF. Assuntos relativos aos serviços prestados pelas companhias aéreas poderão ser encaminhados à Agência Nacional de Aviação Civil, www.dac.gov.br ou a seus escritórios representativos em cada aeroporto.

Departamento de Comunicação Social da Infraero

Primeiro os meus...

Aqui na Itália o presidente do Conselho, mandatário-mor, teve como primeiro ato aumentar os seus ganhos e dos seus companheiros de governo. O Senado está em campanha para destituí-lo do cargo. A população se arrepende de ter votado em tal personagem. Nas charges dos jornais, ele é mostrado com o nariz do Pinóquio. Até parece que ele tem ligação com o nosso sistema. Aqui onde reside uma das minhas filhas, uma cidade-satélite de Milão, mais ou menos como São José dos Pinhais em relação a Curitiba, o primeiro ato do prefeito foi recuperar o asfalto da sua rua e alterar o sentido do trânsito, a fim de possibilitar estacionamento em frente de sua casa e do seu filho. A população que se dane.

Luiz Fanchin Jr., economistaGessate, Itália

Analfabetismo político

Sempre que terminamos os pleitos políticos, no Brasil, me deparo em analisar o perfil dos candidatos e dos eleitores. Para o eleitor consciente e esclarecido, torna-se muito difícil conceber com passividade a atitude do nosso eleitor comum. E há, por fim, um processo todo de interesse classista em que se quer mesmo que o nosso mísero eleitor, manipulado como uma peça vulnerável, permaneça assim, apenas edificando mandatos, mas não usufruindo a contento deles, políticos. Em primeiro lugar, ele é obrigado a votar, quando um bom manual democrático daria ao cidadão o direito original de escolher se quer ou não participar de tal processo, acarretando de outra forma na sua insatisfação, inconformismo e até rebeldia, culminando com a anulação do voto. Para não cair em decepção, não deve jamais o eleitor optar pelo mágico ao escolher seu candidato, uma vez que da sua cartola nunca sairão os coelhos por ele esperado.

Vilson Boff Curitiba, PR

Celular e volante

Na Marechal Floriano, sentido bairro–centro, carros da polícia à grande velocidade pediam passagem com as sirenes ligadas. Veículos pararam, deram a vez e aguardaram. Mas um automóvel, subindo a Visconde de Guarapuava atravessou lentamente, fazendo com que as viaturas freassem bruscamente. Além de não dar passagem, o motorista em questão falava ao celular. Sugerimos que policiais de trânsito não usem blocos para anotar as multas desses infratores, mas tenham um telefone conectado aos computadores no Detran e os faltosos sejam multados na hora da ocorrência (assim serão mais abrangentes). Os infratores alegam que estão trabalhando. Aquele motorista de ônibus que matou um pedestre quando dirigia e falava ao celular também trabalhava. Mas uma família ficou sem arrimo e desestruturada por culpa de uma infração comum em nossas ruas.

Gabriel Kalinovski FilhoCuritiba, PR

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As correspondências devem ser encaminhadas com identificação, endereço e profissão do remetente para a Coluna do Leitor – Gazeta do Povo, Praça Carlos Gomes, 4, CEP 80010-140 – Curitiba, PR. Fax (041) 3321-5472.

E-mail leitor@gazetadopovo.com.br.

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