A explicação da prefeitura para justificar o custo de mais de R$ 9.000 (nove mil reais) para cada placa turística colocada em Curitiba é querer subestimar a inteligência dos contribuintes. No mesmo dia em que a Gazeta do Povo publicou a matéria, havia um anúncio de uma tevê colorida de 20", de última geração por R$ 519,00, ou seja, cada placa de sinalização está custando o equivalente a 17 (dezessete) televisores! Ainda bem que temos um Ministério Público atuante, que parece ser a nossa última esperança de construção de uma sociedade mais justa e perfeita.
Antonio Borges dos Reis, engenheiro civilCuritiba, PR
Código da Vinci
O Festival de Cannes é o novo oráculo que nos revela toda a verdade! Bastou o primeiro comentário negativo da crítica especializada para que todo mundo começasse a perceber o que já estava patente desde o começo de toda essa história. Tem que ser muito crédulo para acreditar na existência de Priorado de Sião, ou que a dinastia merovíngia tem sua origem na união entre Jesus e Madalena e em outras tantas teorias conspiratórias que explicariam a história. Realmente, nada mais fideísta do que a crença na razão absoluta.
Walter dos Santos RodriguesNiterói, RJ
Rebelião 1
Com a explosão de violência que tomou conta do fim de semana no Brasil, tomamos um porre de autoridades e candidatos a presidente desfilando teorias e soluções diante das câmeras das emissoras de tevê. Muitas dessas autoridades e algumas figuras de destaque dos meios relacionados com a justiça e a segurança pública citaram o telefone celular como o grande aliado do criminoso preso. Com tanta gente do ramo falando a mesma coisa, só não dá para entender porque ainda se descuida tanto com a entrada e uso de celulares nos presídios. Considerando também que uma bateria de celular, dependendo do uso, dura no máximo uns quatro ou cinco dias. Para nós leigos, fica a eterna dúvida de onde os prisioneiros recarregam as baterias depois que acabam. Talvez, se buscassem resposta tão simples chegassem à raiz do problema.
Rubens Santos, empresárioCuritiba, PR
Rebelião 2
Hoje (16/5), passei por uma experiência que não vejo necessidade de repetir. No período da manhã, eclodiu uma rebelião no Centro de Detenção Provisória de São José dos Pinhais. Foram momentos de tensão, agravados pela situação de refém de um companheiro nosso. Considero importante ressaltar a eficácia com que a Polícia Militar atuou no evento, através do contingente alocado na unidade e em consonância com a direção do Centro, na pessoa de seu vice-diretor e dos agentes penitenciários em serviço naquele turno, que agiram com rapidez e destemor, neutralizando de imediato uma situação que, se não fosse controlada naquele momento, poderia se alastrar por toda a unidade com conseqüências infinitamente maiores. Parabéns!
João A. F. de AlmeidaCuritiba, PR
Morosidade do Correio
Fui reclamar pelo 0800-5700100 da Central dos Correios sobre a morosidade nas entregas de correspondências, pois, atualmente em Curitiba, minhas correspondências têm demorado em torno de dez dias para chegar dentro da própria capital, e algumas para o interior do estado demoram até 15 dias. Porém, hoje (18/5, às 9h50min), me disseram que só correspondências registradas têm como chegar. E as cartas simples, não temos como efetuar uma reclamação. Cadê a eficiência dos Correios?
Lúcio Eris Schmidt, contadorCuritiba, PR
Abandono
Moro há 29 anos na Vila Santa Maria, ao lado da Vila Nossa Senhora da Luz. É uma vila de periferia e encontra-se no mais completo abandono por parte das autoridades municipais. Nós também cidadãos somos obrigados a conviver com lixões como o que existe ao lado da minha residência. Toda a sorte de insetos se acumula no terreno baldio e rua. Aqui há uma creche bem na esquina, a Escola Monteiro Lobato, por onde as crianças circulam. O lixão está tomando conta da rua. Os carros quase não conseguem passar. Nem os galhos de árvores são tirados mais. Antes vinham os caminhões e retiravam, agora nada é feito. As crianças que passam por aqui colocam fogo, tendo perigo até de provocar incêndios. Estou pedindo providências, porque ligar para rádio não adianta mais. Para o Serviço 156, nem pensar. Por favor nos acudam!
Bial Marcondes de PaulaCuritiba, PR
Pedestres e motoristas
Faço Educação Física na Universidade Federal do Paraná. Todos os dias, por volta das 7h10, vou de bicicleta para a aula. Desço a Avenida Presidente Wenceslau Braz, no bairro Vila Lindóia, até a BR-116 e subo pela marginal, no sentido São Paulo, até a Avenida Senador Salgado Filho. Desta avenida até a altura do Colégio Medianeira, na BR-116, meu caminho é feito pelo acostamento, no sentido contrário ao dos carros. Pois é neste trecho, de aproximadamente uns 200 metros, que se encontra o ponto crítico do trajeto. Tenho que dividir espaço com os carros que fazem do acostamento uma terceira faixa em horários de pico, ou seja, uma total falta de respeito com os pedestres e uma infração de trânsito gravíssima. Há aproximadamente um mês, uma garota que estudava na UFPR morreu porque caiu da ponte que passa sobre o Rio Belém, localizada nesta parte crítica da rodovia. O acidente ocorreu pelo fato de um carro ter disputado espaço com ela no acostamento. Para não ser atropelada, ela foi obrigada a se jogar no rio. Reivindico às autoridades competentes para que tomem alguma atitude com relação àqueles carros que fazem do acostamento uma espécie de terceira faixa em horários de pico.
Marco Antônio Barbosa Mafra, estudanteCuritiba, PR
Multas
Estacionei na Rua Carlos de Carvalho, 608, região exclusiva de EstaR. Devido à troca de sinalização, faixas todas brancas, estacionei em local "carga e descarga", no momento olhei para faixa branca e estacionei, não percebi a placa de sinalização que indicava a proibição. Certo de que estava correto (ainda usei as folhas de EstaR), coloquei uma folha com duração para uma hora (n.° 0831623), datei e marquei 10 horas. Como precisava permanecer no local, tive que renovar o horário para mais uma hora, datei e marquei 11 horas (folha n.° 0841624), percebi que a agente do EstaR se aproximava, certo de que estava correto voltei para a minha atividade; fiquei surpreso com a multa de R$ 53,20 e os 3 pontos em minha carteira (penalidade n.° 275350/00006404080), datada com horário de 11h05. Procurei a Urbs (Protocolo n.° 827/235382), ela alegou que eu tinha cometido um erro. A agente percebeu que renovava o horário (ela poderia ter me avisado de que eu estava estacionado em local errado). Assim mesmo, foi imposta a penalidade. Está provado que a fábrica de multas existe. Entre avisar e orientar sobre o erro, melhor é multar, pois multa é "arrecadação". Penalidade injusta, faltou boa vontade, honestidade, profissional treinado para multar, também treinado para orientar os motoristas que estão sujeitos a cometer erros, principalmente quando existe mudança de sinalização.
Fortunato Vilalba, corretor de imóveisCuritiba, PR
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