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Coluna do leitor

Desrespeito no cinema

  • Por
  • 13/12/2006 17:54

Aproveitando as férias, levei minha filha de 9 anos hoje (11/12) à sala de cinema de shopping. Às 14h10, começou a sessão, que seria às 14 horas. Havia poucas pessoas e ainda um grupo de alunos de pré-escola com suas professoras. Eis que, inusitadamente, após passado os traillers e 15 minutos de filme, acenderam-se as luzes e pararam a exibição. Como eu, todos ficaram surpresos. Depois de 5 minutos de suspense, entraram várias crianças e suas professoras. Então, recomeçaram a sessão desde os traillers novamente. Isso me deixou muito indignada. Alguns levantaram-se, revoltados, e pediram seu dinheiro de volta. Pela primeira vez na vida, vi parar a sessão de um filme e recomeçar para os retardatários. Com toda essa falta de respeito ao consumidor, só posso dizer que, se depender de mim, cinema em Curitiba nunca mais.

Viviane PaixãoCuritiba, PR

Paraíso

Vivemos num paraíso! Temos a maior diversidade de espécies animais, vegetais e minerais do mundo. A maior floresta, as melhores praias do mundo, miscigenação de raças, o melhor solo... Que pena que somos mal-administrados. Os poderes do estado – Executivo, Legislativo e Judiciário – cantam, dançam e vivem em berço esplêndido com perspectivas de futuro para si e seus filhos, parentes, aliados. E o resto? A grande maioria sobrevive com apenas um salário mínimo ou um pouco mais.

Edivana Venturin, advogadaCuritiba, PR

Caso dos grampos

Com sua atitude, Natálio Stica mostrou ser igual aos demais políticos, ao não comparecer para ouvir o depoimento de Délcio Rasera, policial civil envolvido no caso dos grampos. Com certeza, estava tudo armado, para livrar o governo estadual de mais um de suas maracutaias. Deputado Stica, o seu ato certamente agradou ao Executivo Estadual, mas desagradou aos milhares de eleitores que votaram no senhor.

Mauro WolffLapa, PR

Segurança no parque

Como freqüentador do Parque São Lourenço, e em conversa com moradores da região, temos constatado grande número de furtos de bolsas, bicicletas e mesmo assaltos em residências. Por ser um local muito freqüentado por várias pessoas que fazem exercícios físicos, crianças e mesmo escolares, e pelo fato de que nesse parque localiza-se o Centro de Criatividade, os moradores solicitam que a prefeitura de Curitiba analise a possibilidade da colocação de dois módulos policiais: um na entrada do parque e outro nos fundos. Lembramos que a circulação dos guardas municipais pelo local não tem resolvido o problema, pois esses só atuam durante o dia, e os assaltos ocorrem no final do dia e à noite.

Iniberto Hamerschmidt, engenheiro agrônomoCuritiba, PR

Detector de mentiras

A continuar o protecionismo corporativo malversador de recursos públicos e privados, incluindo má-fé nos depoimentos por vezes orquestrados, como se viu até na Câmara e Senado da República, em "apurações" por Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs), mistas ou não, e julgamento final, cujos votos de plenário continuam secretos, resultando, quase sempre, nas conhecidas pizzas ou impunidade de parlamentares beneficiários de dinheiro público afanado da população, não há alternativa senão a de usar-se, doravante, sofisticados aparelhos chamados detectores de mentiras, em todos os depoimentos ou oitivas procedidos no setor legislativo, quanto no Executivo, ou no Judiciário, tendentes a elucidar a curto prazo corrupções, desvios ou crimes de toda espécie no cenário público e privado nacional, não escapando da medida do maior ao menor graduado da República. Em que pesem opiniões contrárias, acaba-se com a história de levar à cadeia só o ladrão de galinha e a donzela que furtou desodorante, e perdoar vereador, deputado ou senador que desonrou o mandato ou os votos recebidos dos eleitores, e assim por diante, na subida e descida da escala ou escada hierárquica.

Suzano Stepulski SantosCuritiba, PR

Mães irresponsáveis

Nas minhas caminhadas diárias, reparo o número de fumantes nas ruas. As sarjetas ficam repletas de tocos de cigarro. Existem pessoas que levantam cedo para uma caminhada salutar, no entanto fumam durante o trajeto. A pior situação que encontrei foi o número de mães, com crianças pequenas, desde bebês de colo àqueles que vão à pré-escola. Algumas dirigem com os vidros fechados retendo toda a fumaça do cigarro no interior do carro. Outras levam as crianças pela mão, portando o cigarro na outra. A maior aberração foi uma mãe com um bebezinho, de no máximo 6 meses, que chorava no carrinho e ela se agachou para afagá-lo soltando uma baforada na face do pequenino. Outro fato foi quando uma senhora jogou o cigarro ainda aceso na calçada e uns moleques, que por ali perambulavam, apanharam a xepa e saíram passando de um para o outro tragadas alternativas. Lamentável.

Luiz Fanchin Jr., economistaCuritiba, PR

"A realidade é que Pinochet está para a esquerda o que Fidel Castro está para a direita. Os crimes cometidos por um e pelo outro serão ora ignorados ora evidenciados, dependendo da cartilha que cada um reza. Em breve, veremos nos funerais de Fidel Castro a mesma realidade observada nos do Pinochet. Não é apenas a sociedade chilena que está dividida e carente de reconciliação. O resto do mundo também."

Ricardo SoaresCuritiba, PR

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As correspondências devem ser encaminhadas com identificação, endereço e profissão do remetente para a Coluna do Leitor – Gazeta do Povo, Praça Carlos Gomes, 4, CEP 80010-140 – Curitiba, PR. Fax (041) 3321-5472.

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