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Coluna do leitor

FGTS no Japão

  • Porleitor@gazetadopovo.com.br
  • 24/07/2010 21:02

Nada mais justo sacar o FGTS fora do Brasil (Gazeta, 22/7). A tecnologia permite isso. Mas contar como tempo de serviço o período trabalhado no Japão já é demais! Nem o empregador nem o empregado recolheram para a Previdência do Brasil, mas o empregado terá direito a contar esse tempo para a sua aposentadoria. Ou seja, o governo reclama de déficit na Previdência, mas vai abrir mão das contribuições de quem está fora. Medida eleitoreira para angariar votos dos parentes dos beneficiados que ficaram por aqui.

Ivan Moller

Crack 1

Combater o vício e amenizar esse problema na sociedade não é fácil. Antes de tudo, é necessária a vontade do usuário de se recuperar e es­­tar disposto a fazer o tratamento. A família tem de estar ciente dos pro­­blemas que ele está enfrentando (Gazeta, 22/7). É necessário tam­­bém a melhor aplicação dos recursos públicos na educação. Para com­­bater o tráfico, seria necessário uma política de governo mais eficiente na questão de melhor controle nas fronteiras e resgate de viciados.

Gabriela Percicoti

Crack 2

É notória a melhoria trazida pela ronda a pé em duplas de policiais militares no mairro São Francisco. O crack corria solto. Os moradores superapavorados e desgostosos com o grave risco pediram ajuda às autoridades, após três assassinatos e centenas de furtos e assaltos à mão armada. Felizmente a Polícia Militar mobilizou-se e enviou duplas de policiais supereficientes e também de policiais da cavalaria que inibem a presença de traficantes e assaltantes, pelo menos durante o dia. Durante a noite o tráfico ainda acontece, por causa dos bares. Esperamos que a Secretaria de Segurança Pública entenda que é muito importante a ronda preventiva e que ela traz excelentes resultados!

Cíntia Polezzi, empresária

Radares 1

Sinceramente, acho que radar não ajuda a evitar acidente. O que ajuda a diminuir acidentes nas rodovias são a duplicação das estradas, melhor fiscalização de uso de álcool pelos motoristas e punição rigorosa para aqueles que estão sempre cometendo infrações.

José Carlos de Oliveira

Radares 2

Teoricamente os radares deveriam ajudar, mas com motoristas irresponsáveis não adiantam nada. Pode instalar um radar a cada 50 metros que pouco resolverá. Falta educação básica e senso de respeito ao próximo e a suas coisas a quase todos os brasileiros. Estamos a quilômetros atrás das nações evoluídas.

Agostinho Baldin

Copa em Curitiba

"Potencial Construtivo" é o novo nome do "jeitinho brasileiro" para fazer com que o cidadão pense que não são recursos públicos que se­­rão usados na adaptação de estádio para a Copa do Mundo de 2014. Mas, afinal, o BNDES não é um banco estatal? E os recursos de depósi­­tos no Fundo de Garantia não são dinheiro do povo? Que vergonha!

João Arnaldo de Oliveira

Greve no INSS

Em virtude de serem funcionários concursados e terem seus empregos garantidos pela lei quase que vitaliciamente, não concordo que tais servidores públicos usufruam do direito de greve, alegando vários motivos e não somente pela defasagem salarial. Eles deixam os segurados previdenciários inaptos a usufruírem de benefícios a que têm direito, pois contribuem religiosamente todo mês através de um obrigatório desconto salarial.

Rene da Cruz Belém

Ciclofaixas

Em cidades conhecidas pelo estímulo ao uso da bicicleta há ciclovias ou ciclofaixas bem adaptadas ao veículo, inclusive sem sobressaltos no pavimento. Posso citar Portland (EUA), Copenhague (Dinamarca) e Amsterdã (Holanda). Em Curitiba, mesmo nas obras mais novas, como a Linha Verde, há verdadeiros degraus a serem vencidos a cada vez que o ciclista cruza uma rua. A falta de rampas, a exemplo das que são feitas para cadeiras de rodas, transforma a ciclovia em calçada. Muito mais fácil andar pela rua, já que o código de trânsito prevê a livre utilização delas na falta de infraestrutura adequada. Se automóveis, equipados com suspensão e pneumáticos largos, rodam em ruas sem degraus, por que os ciclistas hão de enfrentá-los?

Fabio Riesemberg

Palmada pedagógica

Há uma grande diferença entre palmada e espancamento. O governo e o próprio presidente deveriam ter um pouco de respeito com os pais e cuidar de assuntos que lhes caibam. É muita pretensão querer ensinar educação. O Estado que fique longe! Quanto ao ECA, ele carece, sem dúvida nenhuma, de correções. A propósito: por que o governo federal não se preocupa em dar melhores meios materiais para a execução da política pró-criança-adolescente?

José Aparecido Froes

Ciclo vicioso

Os editoriais da Gazeta são ver­­da­­deiras aulas de civismo e cida­­dania. No publicado nesta sexta-feira com o título "Ciclo vicioso", ficamos sabendo que o TSE informou que "20% dos eleitores brasileiros nunca foram à escola ou são analfabetos". É um contingente de 27 milhões de pessoas de um total de quase 136 milhões! Isso explica muita coisa sobre o Brasil contemporâneo.

José Nelson Dutra Fonseca, aposentado

Preservação de recursos

Considero evidente que fatores co­­mo declividade da margem e tipo de solo devam ser deter­­mi­­nan­­tes para definir a APP na mar­­gem dos rios (Gazeta, 23/7). Me ocorrem outros fatores, como ní­­vel de urbanização, sinuosi­­da­­de, áreas de mananciais, navega­­bili­­dade etc. Não consigo ima­­gi­­nar essa lei sendo aplicada no Par­­que Barigui, por exemplo, ou no Vale do Itajaí. A nova lei pare­­ce ser ape­­nas mais uma, cujo ob­­je­­tivo é au­­mentar as restrições sem compro­­misso com a própria exe­­quibi­­li­­dade. Leis de preser­­va­­ção inteli­­gen­­tes deveriam preser­­var o am­­biente e favorecer a produ­­tivi­­dade em campo. Parece que a difi­­cul­dade maior consiste em fazê-las.

Herbert Richert, engenheiro mecânico

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