Segundo estudo de economista de Campinas, o Brasil precisará ser rebaixado mais quatro vezes para chegar ao nível a que chegou o país durante o governo FHC. Portanto, os que desejam o fim do atual governo podem ir esperando uma situação muitas vezes pior quando a oposição conquistar o poder.

Antonio Carlos Pacheco, engenheiro agrônomo

Brasil

O artigo do professor Marçal Justen “A crise do ‘Direito Administrativo do Espetáculo’” (Gazeta, 14/9) retrata muito bem a realidade do mundo atual, que passou a banalizar a tragédia humana sob o prisma de que o espetáculo não pode parar! Espero que no próximo artigo o professor possa nos trazer respostas à sua própria indagação: quem comandará o espetáculo?

Mauricio de Paula Soares Guimarães

Reforma política

Chamada de “mínima”, essa reforma é mais de interesse eleitoral do que pelo fortalecimento político-eleitoral. Recentemente votada na Câmara, é contrária à decisão do Senado quanto à contribuição para campanhas eleitorais. Quem vota e pode somente é a pessoa física, credenciada pela Justiça Eleitoral; cabe-lhe o direito de aderir ao fortalecimento dos partidos e consagrar a democracia. A pessoa jurídica não vota. Não pode influenciar o processo eleitoral, com importâncias avantajadas de numerário. Obriga-se somente em cumprir o seu objetivo social. Revivem-se os antigos currais eleitorais (depois proibidos) e os churrascos ofertados pelos candidatos. Hoje, querem a delícia do “banquete” somente em prol dos seus interesses próprios. Paga essa conta o cidadão que vota e não participa, nem de longe, do “ágape” e é excluído. É preciso reagir.

Jonel Chede, ex-presidente da Associação Comercial do Paraná e do Movimento Pró-Paraná.

Política

Por onde andarão a “seriíssima e competentíssima” ex-presidente da Petrobras, Maria da Graça Foster, e a ex-funcionária Venina Velosa da Fonseca, que alertou sobre as fraudes existentes? E a “amigona” de Lula, Rosemary Noronha, e seus inúmeros advogados de defesa para apagar seus “malfeitos”?

Leila E. Leitão, São Paulo – SP

Charge

Quando vejo “charges” como a que o Charlie Hebdo fez, lembro daqueles que defendem que no humor vale tudo. Que tipo de humor é esse? Para mim, isso é o terror do sentimento humano. E se fossem os filhos deles? É de assustar.

Patricia Gimenes Santiago de Souza
mídias sociais

Imposto sobre o Netflix

Vão nos controlar: ou você paga ou você paga, não teremos escapatória. Levar criança ao parque, imposto. Sentar no meio-fio, imposto. Respirar, imposto.

Gracielle Pelanda, no Facebook, sobre a proposta de tributar serviços on-line de filmes e músicas, como o Netflix.

“Pacotaço”

O governo do Paraná está aprendendo direitinho com o Planalto, de como engordar um porco à custa do assalariado já sem grana no bolso.

Maiko Cunha, no Facebook, sobre o “pacotaço” enviado pelo governo estadual à Assembleia Legislativa.

Cinema

Em tudo e para tudo, isto está no cerne da “alma do Brasil”, qual seja, explorar a pobreza como negócio que gera admiração (complacência/dó) e méritos (vide nossa política asquerosa), e vamos lá novamente nos destacar ante plateias estrangeiras em festivais de cine-cabeça com a mesma temática hiperexplorada, que cria e recria e vende algo como a cara do Brasil. Causa espécie o fato de um país continental com mais de 500 anos, que possui metrópoles de milhões de habitantes, não conseguir produzir alguma outra variante de roteiro de forma decente, e que possa ser apresentada para nossas e outras plateias. Viva o cine argento!

João Maurício Hack Cardozo, no Facebook, sobre o filme Que horas ela volta?, representante do país no Oscar 2016.

CPMF

Esses mesmos que são contra aumentos de impostos são os que não abrem mão de suas regalias e só estão aproveitando a ocasião para se autopromover.

Ricardo Nascimento, no Facebook, sobre o lançamento de um movimento de parlamentares contra a volta da CPMF.

Impostos

Nunca na vida vi um governo tão perdido como esse. Onde se viu falar em aumentar os impostos? Eles estão de brincadeira com essas atitudes. Gastaram demais e nós, os trouxas, pagamos a conta. Não dá para aceitar isso quieto. Temos de nos mobilizar, pois a gastança continua. Ou vocês acham que essa redução de ministérios e adiamento do aumento dos servidores vai resolver o problema? Nós, empresários, produtores rurais, comerciantes, não aguentamos mais tantos impostos.

Sérgio Brugnolo

Futebol 1

Referente à matéria “Sonho de novo estádio renasce e mobiliza conselheiros do Coritiba” (Gazeta, 16/9), a Vila Capanema seria o local ideal para construção de uma arena, com aproveitamento do tamanho do terreno e toda a estrutura no entorno, como a Rodoferroviária, facilidade de acesso e até a construção de uma passarela sobre os trilhos.

Luiz Fanchin Junior

Futebol 2

Jamais imitaremos o Atlético, não precisamos de estádio novo, o atual é satisfatório. Na sua primeira fala como vice (Gazeta, 16/9), Alceni Guerra foi infeliz; deveria se preocupar com a organização de um time competitivo.

Roberto Justo Dias

CPMF 1

Nunca li um texto tão verdadeiro, principalmente o último parágrafo (“É roubo, sim!”, Gazeta, 16/9). Parabéns por conseguir colocar nesse texto tudo o que também penso, mas que seria difícil colocar em palavras tão fortes e verdadeiras.

Geziane Diosti

CPMF 2

Faço parte dos 90% dos aposentados do INSS que, todos juntos, consumimos metade dos gastos da Previdência para as nossas aposentadorias enquanto os outros 10% dos aposentados do serviço público consomem os outros 50%. E agora querem socializar a arrecadação por igual com todos os brasileiros para pagar os erros do INSS, que aposentou de maneira tão diferente em benefício de poucos e prejuízo dos demais. Até quando ficaremos dizendo amém aos péssimos gestores públicos que nunca trabalharam em nenhuma atividade econômica e que nunca aprenderam a contribuir, somente a ditar as regras para que os que trabalham contribuam para manter as suas regalias mesmo depois de aposentados?

Camilo Turmina, joalheiro

Imortalidade

Um cientista de uma instituição acadêmica criada pela Nasa afirmou que no ano de 2045 a espécie humana será imortal. O cientista se baseou na “singularidade tecnológica”, segundo a qual o progresso tecnológico e a inteligência artificial acabarão com a “idade humana” e originarão a “idade pós-humana”, até com produção em massa de órgãos. Porém, surge a pergunta: qual o máximo de habitantes que a Terra suporta?

Danilo Guedes Romeu, professor
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