É excelente a ideia de separar o Sul do resto do país (Gazeta, 19/2)! Seria uma oportunidade de criar nova legislação, estabelecer novas normas e regras. Poderíamos organizar um Estado enxuto, com menos impostos, sem altos salários, com menos corrupção, sem caciques políticos ineptos, sem apadrinhamentos. Entendo que um Estado novo injetará ânimo nas pessoas e todos juntos construirão uma grande nação.
Celmar Poletto Ferri, empresário
Movimento separatista 2
Acho preciosismo do Rio Grande do Sul. Estamos muito bem em todos os fatores, ajudamos a nação. Não tem por que separarmos.
Victor Leal de Souza
Movimento separatista 3
Concordo em unificar o Sul do Brasil como autoindependente, porque nós somos pouco em relação ao restante do país, mas somos capazes de sobreviver entre nós e também de nos livrarmos da ignorância de outros estados em relação à política e à liberdade de expressão.
Gabriel Craveiro de Sá
Movimento separatista 4
Com a separação, perderíamos mercado. Sou a favor, na verdade, de uma redivisão do pacto federativo, com a redistribuição dos repasses de tributos e a criação de governos regionais como intermediários (com poder) entre os estados e o governo federal. Difícil é colocar essa pirâmide para funcionar, tendo em vista a crônica corrupção que nos afeta.
Guilherme Wojciechowski, Foz do Iguaçu PR
Pequenos gastos
Revelar todos esses gastos supérfluos para a população é o primeiro passo (Gazeta, 20/2). E agora? O que podemos fazer para reduzir a conta? Abaixo-assinado? Manifestação? Sugiro uma campanha via internet. O que não pode é esquecer o assunto e deixar tudo como está. O GRPCom pode e deve começar a mobilização. Tem força e meios para isso. O resto é com a multidão de indignados.
Rosa Ferreira
Corte no orçamento 1
Por que não cortar os cargos comissionados ou reduzir o número de ministérios sem função ou com funções sobrepostas? A quantidade de despesas eleitoreiras e irresponsáveis, além das programadas para facilitar os desvios de verbas, são enormes e poderiam ser cortadas e não as de setores prioritários como saúde e educação. O corte de emendas é para facilitar as negociatas com o Congresso. Não são cortes técnicos, e sim eleitoreiros.
Antonio Carlos Wanderley
Corte no orçamento 2
O modelo fiscal brasileiro levou ao estabelecimento de um presidencialismo com características quase imperiais. Isso porque parte dos impostos se destina ao caixa da União, e de lá é distribuído. O deputado só consegue carrear recursos para seu estado e município se for da base aliada. Assim, os parlamentares abriram mão de uma de suas funções primordiais que é fiscalizar o Executivo. Desde que a Presidência atenda a seus interesses, ela não será incomodada.
Valdomiro Nenevê, São José dos Pinhais PR
Ficha Limpa 1
Muito oportuna a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a Lei da Ficha Limpa. Aprendi com um grande mestre que "no exercício do Direito, antes de tudo e até do frio texto da lei, temos de buscar a Justiça". A enorme e habitual impunidade já nos trouxe um custo Brasil insustentável e somente atitudes e decisões como essa poderão reverter as grandes injustiças que se cometem contra a nação brasileira.
Roberto Caetano do Amaral
Ficha Limpa 2
Em matéria de política, o povo brasileiro precisa melhor escolher os seus representantes. A Lei da Ficha Limpa é um ótimo instrumento, pois somente dessa forma será possível conhecermos aqueles com dívidas com a Justiça. Vale destacar que essa lei não resolve o problema, apenas inibe, uma vez que a qualidade de um político somente será percebida pelas suas ações para o bem da coletividade. Fama não é sinônimo de honestidade e retidão.
Edgar Woidello
Petrobras e caixa 2
Desde o governo Lula, é escândalo em cima de escândalo. Agora há essa suspeita de ONG ligada à Petrobras fazer caixa 2 (Gazeta, 18/2). E o povo não protesta e não se mexe. Quando a burguesia achou benéfica para a classe, derrubou o presidente Collor, agora está muito bom para os burgueses. Nunca antes ganharam tanto dinheiro. Não reconheço mais o Brasil, é só roubo em cima de roubo.
Edes Finatto
Acidentes em cruzamentos 1
É certeza de que a maioria dos acidentes tem como causa primária o fator humano (Gazeta, 20/2). A sinalização é um componente importante, mas o excesso de veículos e de motoristas apressados e malpreparados, a par de uma legislação leniente, são os ingredientes básicos para a maioria dos acidentes de trânsito.
Luiz Fernando Mazzarotto
Acidentes em cruzamentos 2
Em primeiro lugar é a imprudência dos motoristas o maior responsável pelos acidentes em cruzamentos. A falta de semáforos em diversos pontos onde há trânsito complicado também contribui para aumentar os acidentes. Sinalizações estão sendo tapadas por matagais e há falta de conservação nos locais em que estão placas indicatórias. A prefeitura está deixando a desejar.
João Santa Rosa
Trote do bem
Parabéns aos calouros e veteranos das universidades citadas na reportagem que resolveram doar sangue no lugar do tradicional trote (Gazeta, Vida na Universidade, 20/2). É um exemplo a ser seguido por todas as instituições de ensino superior. Trote com sujeira está totalmente fora de questão, nada sustentável, nada solidário, retrógrado!
Elías Benavides
Litoral
Estou passando alguns dias no Litoral e achei sensacional a iniciativa da Copel de democratizar o acesso à rede. Porém não obtive sucesso e estou numa região supercentral. Sugiro que a iniciativa seja mantida e ampliada, inclusive com a participação da municipalidade que poderia juntamente com a Copel condicionar o acesso à regularidade do contribuinte. Fica a dica!
Maurício Pires da Costa
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