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Coluna do leitor

Pneus

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  • 06/11/2007 18:48

É revoltante pensar que a importação de pneus usados foi proibida baseada no falso argumento de prejuízos ao meio ambiente. Além de não causar dano algum, a importação traz inúmeros benefícios, não só ao meio ambiente, pois a cada quatro pneus importados cinco recebem uma destinação ecologicamente correta, mas também benefícios diretos ao consumidor, gerados pela concorrência entre as remoldadoras e as multinacionais. Não há como aceitar o argumento de que importar pneus usados do exterior é trazer lixo para o Brasil. Esse é discurso para desinformados

Luciana LothCuritiba – PR

Políticos influentes 1

Bela a matéria (publicada em 2/11) sobre os ex-governadores do Paraná. Bons tempos aqueles em que a ética e a responsabilidade social prevaleciam e os governantes não usavam dos recursos públicos para seu enriquecimento pessoal.

Neidi Munhoz GleichCuritiba – PR

Políticos influentes 2

Ouso discordar da matéria "Paraná sofre influência de políticos já falecidos" (publicada em 2/11). Não foram apenas Bento, Ney e Parigot os que lançaram as bases do Paraná atual. Manoel Ribas, governador eleito segundo as regras da época e interventor federal no estado, foi um administrador competente e honesto que, além de diversas obras públicas de infra-estrutura, devolveu ao domínio do Paraná mais de um quarto de seu território: nada menos que 58.158 km2 que se encontravam em mãos indevidas. Além disso, integrou a região Norte com a criação do município de Londrina, por decreto, com o incentivo da plantação de café e a construção da estrada do Cerne, ligando, ao longo de 700 quilômetros, Curitiba a Porto Alvorada, com bifurcação para Londrina e Jacarezinho.

Josué Corrêa FernandesPonta Grossa, PR

Políticos influentes 3

Gostaria de externar a minha admiração por Bento Munhoz da Rocha e Ney Braga, dois grandes políticos paranaenses que sempre tiveram uma visão arrojada sobre a cultura. Estas ilustres personalidades deram impulso e prestígio aos artistas locais, criando condições para que o Paraná fosse visto não somente como um estado agrícola, mas como um celeiro cultural. As artes seriam para Bento e Ney o melhor cartão de visitas do nosso tão tímido estado.

Eleonora Greca, 1.ª bailarina do Ballet Teatro GuairaCuritiba – PR

Café adulterado

Todo mundo está falando no leite adulterado, que é uma vergonha nacional. Por que não investigamos também o café que tomamos todo dia? Comprei um pacote de café de marca conhecida e fiquei surpreso com o que vi: tinha casca, outros materiais estranhos e algum café para disfarçar. Vamos aproveitar a onda e ver o que está acontecendo nas torrefadoras de café.

Weslei de LimaCuritiba – PR

Eleição

"Certa vez Rita Lee deu uma declaração dizendo que achava que as eleições deveriam ter o formato do Big Brother. Bastaria colocar todos os candidatos dentro de uma casa, sendo vistos 24 horas por dia, durante toda a campanha. Talvez pudéssemos conhecer melhor os candidatos."

Osvaldo Luiz PiresCuritiba – PR

Artigos

Dia 2/11, a Gazeta publicou dois artigos maravilhosos. O da professora Selma Ferraz, "Dar ‘beterrabas’ aos porcos?", é um texto muito adequado a data de finados. O que seria a saudade? Diz ela: "O importante é compreender que a saudade às vezes dói, mas que sem ela o passado ficaria esquecido". O texto do professor Ruy Miranda, "Um motivo de grandeza", é belíssimo e nos retrata histórias de pessoas com alguma deficiência e que se sobressaíram na ciência, nas artes, na educação e na comunicação. Parabéns. Neste momento que tanto se fala na "inclusão" nas escolas, vale a pena a reflexão.

Elinor Eschholz Ribeiro, professoraCuritiba – PR

CPMF

Vejo, com satisfação, inteligentes argumentações pró-CPMF. Não defendo o aumento da carga tributária, mas não eliminemos o único "imposto" justo e insonegável. Parabéns ao sr. Léo de Almeida Neves por seu artigo "Bom senso na prorrogação da CPMF" (Gazeta de 2/11). É absurda a sonegação fiscal no Brasil, especialmente pelas grandes empresas e ricos deste país. Daí seu esforço para extingui-la. Se existem distorções, façam-se as correções. Mas é muito mais justo que se eliminem outros impostos. Por exemplo, sobre medicamentos, sobre alimentos ou impostos trabalhistas, que são verdadeiras aberrações tributárias.

Alceu MoroCuritiba – PR

Copa 2014

A Copa não vai sair de graça, com certeza pagaremos a conta. Provavelmente, sairá o CPMF 2014, Contribuição Provisória do Mundial de Futebol 2014. Em 2015 o governo não cancelará alegando que o país não pode se dar ao luxo de viver sem a arrecadação.

Fernando LopezCuritiba – PR

Impunidade

É lamentável o que ainda ocorre com a legislação brasileira. O deputado Ronaldo Cunha Lima, da Paraíba, renunciou ao mandato para escapar de condenação por tentativa de homicídio, em 1993, do então governador Tarcísio Buriti. Escondeu-se até agora atrás do manto da imunidade parlamentar, que abriga políticos. Inicialmente, a "blindagem" que o mandato assegurava aos parlamentares era apenas às idéias, às opiniões e à ideologia partidária. Hoje não. Os deputados Paulo Maluf e Jáder Barbalho são exemplos claros de pessoas que se escondem atrás de mandatos para conseguir imunidades que os mantêm longe dos braços da lei. As leis? Ora, as leis! Elas são feitas por parlamentares.

Hélio Azevedo de Castro, economiário aposentadoCuritiba – PR

Detran

Gostaria de expressar minha indignação por ter de pagar R$ 26 para ter a cópia do Boletim de Ocorrência registrado no Detran após ter sido vítima de um acidente de trânsito em que um cidadão bateu na traseira de minha moto, conduzida pelo meu marido. O outro condutor fugiu. Achei absurda a taxa. Para que servem os impostos que pagamos e o licenciamento?

Naiara de Amorim, fonoaudiólogaCuritiba – PR

Segurança

É impressionante o volume de dinheiro que a falta de segurança pública faz girar. Antigamente trancar as portas e colocar um cachorro para vigiar bastavam. Hoje podemos ver que a "indústria do medo" caminha a passos largos. Alarmes para residências e automóveis, cercas eletrificadas, travas para carros, seguros e outros. A demanda é tão alta que se antes os moradores se queixavam de eventuais extorsões praticadas por vigias noturnos, atualmente ficam à mercê de empresas de segurança ilegais ou de duvidosa confiabilidade. No meio dessa bagunça, o cidadão fica completamente desorientado e indefeso.

Heitor HayashiCuritiba – PR

Energia 1

Nestes 25 anos que moro no bairro Mercês, fortes temporais nunca foram motivo para a interrupção de energia elétrica por tão longos períodos. Desde 29/10, qualquer tempestade é razão para o demorado corte de energia, não sem danos a vários eletrodomésticos. O que estará acontecendo com nossa Copel, até recentemente referência nacional em seu setor? Esta queda de qualidade seria, porventura, conseqüência do desvio de investimentos para outros ramos estranhos à sua finalidade?

Arthur Pina RibeiroCuritiba – PR

Energia 2

O início das chuvas nesta primavera parece antever um período de dissabores para os consumidores de energia elétrica da Copel. Desde 29/10 já tivemos a interrupção no fornecimento de energia em três ocasiões. A primeira delas após forte tempestade que nos deixou às escuras por 11 horas. A segunda, sem a ocorrência de qualquer precipitação, por cerca de duas horas, e a terceira, após uma pequena pancada, por mais de duas horas. Tentar obter informações pelo serviço de atendimento da Copel é um desgaste. O telefone 0800 está invariavelmente ocupado nessas ocasiões. Constata-se nitidamente que a Copel não está preparada para emergências. Suas equipes parecem subdimensionadas. Há falta de atendentes e de equipes de campo para serviços emergenciais e simultâneos. Pobres consumidores. A nós, resta pagarmos as contas e rezarmos para não chover.

Ubiratan Galvão, engenheiro civilCuritiba – PR

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Praça Carlos Gomes, 4CEP 80010-140 – Curitiba, PR Fax (041) 3321-5472

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