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Coluna do leitor

Quintais

  • Por
  • 24/09/2008 21:20

Com velocidade impressionante, Curitiba está perdendo a sua história arquitetônica, social, política e sua beleza provinciana. Está perdendo seus quintais de ameixeiras, pereiras, pitangueiras, limoeiros, guabirobeiras, castanheiras, laranjeiras; seus jardins; seus pássaros. O mais interessante é que nossos arquitetos, engenheiros e urbanistas, quando vão à Europa, ou mesmo a cidades antigas da América (Cartagena, Cidade do México, Buenos Aires, Montevidéu...) ficam deslumbrados com as construções seculares. Sonham com férias nas cidades muradas, passeando de bicicleta. Bruges? Que maravilhosa! Toledo? Quanta história! Aqui, ao sul do Equador, em Curitiba, uma casa com 30 anos é velha, inservível. Só vale pelo terreno. Imaginem que num terreno de 313 metros quadrados cabem dois sobrados. Que lucro fantástico. E o melhor, sem quintal para dar trabalho ou jardim com folhas a varrer. Os habitantes de Curitiba estão perdendo, além da história, o maior dos bens necessários à vida: a luz do sol. A cidade ecológica que fique na memória dos saudosistas. Vivam a cidade pós-moderna, os sobrados, os edifícios espelhados, os estacionamentos. Viva o aumento da produção de CO2.

Elizabeth Garzuze da Silva Araújo, por e-mail

Pedágio

Finalmente se fez algo em favor de alguns usuários, do pedágio, os motociclistas (Gazeta, 24/9). O pedágio da maneira como está só transborda as contas bancárias das concessionárias. Existem rodovias não-pedagiadas com trechos em iguais condições daquelas onde se cobram preços abusivos. Em uma viagem de Curitiba a Irati ou Ponta Grossa se gasta mais com pedágio do que na ida ou na volta com combustível. São praças separadas entre si por um trecho de 26 quilômetros. É um verdadeiro abuso, impune, contra o contribuinte que já pagou e continua pagando pela manutenção das estradas, que é obrigação dos governos.

Luis Sergio Bonetto Grochovski, por e-mail

Economia

Em resposta ao artigo "Neoliberalismo falido", de Lafaiete Neves (Gazeta, 24/9), saliento que sou liberal no sentido amplo do termo, inclusive, na concepção das políticas econômicas. Não há "neoliberalismo", o que existe é liberal e não-liberal ou intervencionista, keynesiano. O termo neoliberal tem sentido depreciativo. A privatização, embora iniciada na era Collor, teve grande impulso com um sociólogo e foi complementada por um sindicalista, categorias notadamente intervencionistas. Quanto à privatização da CSN, o que o Estado brasileiro faria com uma empresa que acumulava patrimônio líquido negativo de U$ 300 milhões. Os intervencionistas sabem o que é patrimônio líquido negativo? FHC e o Lula parecem saber. A crise ora instalada é, em grande parte, fruto da incompetência do Estado via Banco Central, no caso, o Federal Reserve, no processo de fiscalização. Como analista, já vi muitos empresários financiados por instituições públicas como o BNDES falirem ou passarem por grandes dificuldades.

Sergio Luiz Tulio, economista, por e-mail

Bancos

Parece que os bancos americanos estão provando do próprio veneno ao enfrentarem problemas financeiros. Como sempre quiseram explorar as pessoas com crédito comprometido, oferecendo financiamento imobiliário com o dobro dos juros normais, agora estão colhendo o merecido castigo. Quando e onde esta bolha vai estourar não sabemos, mas é bom nossos bancos colocarem as barbas (ou o crédito) de molho.

Paulo Prestes, por e-mail

Ciclistas nus 1

Muito boa a idéia de os ciclistas promoverem o Dia Mundial sem Carro pedalando sem roupas para "representar a fragilidade do corpo humano diante das máquinas motorizadas", como disse o estudante Gunnar Nelson Thiessen (Gazeta, 24/9). Além de ter um resultado no fluxo do trânsito, isso traz melhorias ao ambiente, evitando a poluição que o homem faz diariamente. Se cada um tivesse a consciência que esses ciclistas têm, com certeza as coisas melhorariam.

Suzane Skroch, por e-mail

Ciclistas nus 2

Ridículo ficarem exaltando os "nudistas" antiautomóvel. Se eu sair pelado na rua serei preso. Que direito eles têm de fazer o que fizeram e não serem presos? Não estou sendo moralista, apenas acho patético exaltarem esta atitude como algo positivo.

Thiago Medeiros, por e-mail

Censura

Concordo inteiramente com o artigo "É censura, sim, senhores", de Bia Moraes (Gazeta, 20/9). O Brasil está indo na contramão da história. O Poder Judiciário brasileiro em geral, infelizmente, não tem noção alguma do que seja liberdade. Eleições mais limpas só se fazem com um debate amplo, troca de idéias e de opiniões. Mas não no Brasil atual. No momento em que a liberdade tinha tudo para ganhar força, o Judiciário trata o cidadão eleitor como débil mental. Talvez seja esta a real intenção: a liberdade é perigosa!

Juliano Kerne Pedroso, por e-mail

Violência 1

No final do mês de janeiro, foi amplamente divulgado que a cidade de Guaíra estava classificada como a 7ª no Brasil e a 2ª no Paraná dentre as cidades violentas, conforme relatório da Rede de Informação Tecnológica Latino Americana (Ritla). A população ficou indignada com as notícias, mas infelizmente em 22/9 tivemos uma amostra do que o tráfico e contrabando fizeram com a pequena e antes pacata cidade de Guaíra.

Marcos Donizete, por e-mail

Violência 2

Não quero aqui ser o crítico destrutivo da nossa segurança pública, mas a chacina de Guaíra é a demonstração da fraqueza e da deficiência dos órgãos que lá estão. A polícia civil deixa a desejar, pois o efetivo é irrisório. E não é culpa do delegado, pois ele é designado para o cargo e tem de se virar com o que tem. Lá a coisa é feia, pois se trata de uma área de fronteira com diversos portos a facilitar a fuga.

Mário Sérgio Machado, por e-mail

Idade x trabalho 1

Conheço várias pessoas que começaram a trabalhar aos 16 anos e estudavam ao mesmo tempo (Gazeta, 22/9). Hoje são cidadãos dignos e respeitados. O que será de nossos jovens que, precisando trabalhar, ficarão na ociosidade ou, pior, recorrerão à prostituição e ao tráfico de drogas? É desolador saber que num país como o nosso, com tantos assuntos urgentes a resolver, o governo decida adotar esse decreto absurdo.

Neidi Munhoz Gleich, Curitiba – PR

Idade x trabalho 2

Não tenho a menor dúvida de que quem criou o Decreto Federal 6.481 é uma pessoa com um bom salário, filhos estudando em colégios particulares e direito a aulas extras de inglês, natação etc. Eles não precisam trabalhar. Mas o decreto atinge em cheio pessoas que precisam trabalhar para sobreviver. Fui criado na roça, comecei a trabalhar na lavoura de café aos 12 anos e isso nunca fez com que eu deixasse de jogar meu futebol nem de estudar. Valorizo muito meus pais por terem me ensinado, desde cedo, a trabalhar.

Paulo S. Campiolo, por e-mail

Obras

As obras na Avenida Anita Garibaldi ainda nem terminaram e já são visíveis os problemas no tráfego de veículos. Há canchas de areia em locais de alto tráfego e áreas de estacionamentos e pontos de ônibus em locais completamente inadequados, em frente ao terminal da Barreirinha. E o curioso é que a avenida estreitou. Se houver carros estacionados, dois ônibus em sentido contrário não passam ao mesmo tempo. Tantos anos esperamos pela melhoria nesta avenida e agora vemos que situações tão óbvias passaram despercebidas.

Jesuel L. de M. Bonissoni, Curitiba – PR

Fazendinha

Muitos desses invasores de terrenos que se dizem sem condições de possuir uma moradia tem bons carros e são comerciantes. Não sei como as autoridades permitem uma situação dessa!

Priscila Oliveira, Curitiba – PR

Colunistas

As colunas do Cristovão Tezza e de Miguel Sanches (Gazeta de 23/9) se complementam maravilhosamente: um armou a jogada e o outro fez o gol. Parabéns.

Herbert Richert, engenheiro mecânico, Curitiba – PR

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