Encontre matérias e conteúdos da Gazeta do Povo
Coluna do leitor

Radares

Perfeita a instalação de mais 30 radares em Curitiba. Vai aumentar a arrecadação na indústria das multas, mas doendo no bolso os motoristas serão mais educados no trânsito, principalmente em semáforos. Só assim funcionará. Por vezes escapei de colisões em cruzamentos em que o sinal estava fechado e os carros continuavam passando. Passei por Florianópolis e os semáforos têm um radar instalado. Quando o semáforo está indo do verde para o amarelo, os motoristas já estão parando. Aqui aceleram. É uma tarefa quase suicida usar faixa de pedestres.

Marcio Marcelo Piffer, por e-mail

Falta de professores

Todo ano acontece a mesma coisa: primeiro as aulas começam e depois a Secretaria de Estado da Educação (SEED) contrata os professores. Falta organização e bom senso. Os pedagogos inscritos no plano simplificado de seleção (PSS) para Curitiba ainda não foram chamados, isto demonstra o quanto nossa categoria é relegada ao segundo plano. Pedagogo é essencial na escola. Pena que a SEED não pense assim.

Regina Peragibe, por e-mail

Questão agrária

A Gazeta do Povo publicou em 1º de março a reportagem "Divisão de terras e de interesses", com a defesa que algumas pessoas fazem da "função social" da terra. Há algumas palavras que representam os melhores valores ocidentais e cujos significados são precisos. No entanto, "social", "democrático", "justiça", "cidadania" são palavras que podem ser usadas para esconder intenções opostas. Quando "justiça social" ou "função social" são evocadas, genericamente, um alerta deve soar em nossas cabeças porque, geralmente, é sucedida por alguma emboscada. Quem exige que a terra tenha função social e que seu uso seja regulado pelo Estado, pode exigir que uma empresa seja controlada da mesma maneira. Depois disso, do próprio ser humano poderia ser exigida a função social. Para quem não acredita, basta rever a História. Ou seja, bradando aquelas palavras mágicas, pode-se aniquilar justamente o que elas realmente significam: justiça, democracia, cidadania e sociedade.

Leonardo Hassegawa, médico, Curitiba – PR

Transparência

Interessante a reportagem sobre o escasso número de municípios que usam a internet para prestar contas do orçamento aos cidadãos (Gazeta, 1º/3). Gostaria, no entanto, que ela tivesse apontado quais são os municípios que agem com transparência.

Lúcia Bueno, Pinhais – PR

Litoral

Li com interesse a coluna intitulada "Infraestrutura será ampliada para 2010", na seção Vida e Cidadania (Gazeta, 28/2). O texto menciona a declaração do secretário de Infraestrutura de Guaratuba, Carlos Carvalho, sobre a implementação de quiosques gastronômicos e banheiros químicos. Espero que a Prainha, que também integra o município de Guaratuba, seja lembrada, e não somente para receber essas melhorias específicas. Minha esperança para a gestão da prefeita Evani e do secretário Carlos Carvalho é a de que a infraestrutura básica da Prainha, como drenagem e contenção das marés, seja abordada com a seriedade, a partir de estudos adequados para a realidade geológica desse pedaço do nosso litoral.

Ophelia Velloso Ribeiro, por e-mail

Propaganda antecipada

Não entendo por que só agora estão se manifestando contra a propaganda eleitoral antecipada. Afinal, toda aquela promoção da "mãe do PAC" sempre foi exatamente isso, sendo que logo no início do segundo mandato do atual governo ela já tinha começado.

Armando Julio Bittencourt Drummond Reis, Curitiba – PR

Calouros 1

Os calouros devem ser recebidos com respeito e urbanidade nas instituições de ensino superior (Gazeta, 1º/3). E só. Qualquer manifestação de agressividade contra os novos alunos sugere que o veterano agressor não possui condições de desempenhar suas atividades profissionais na sociedade. Violência não combina com uma instituição de ensino que visa formar pessoas voltadas para o bem-estar de outros seres humanos. Os abusos sofridos por muitos calouros reflete a necessidade de erradicar essa prática que tende a aflorar sadismo e crueldade. Com todas as campanhas e notícias sobre o assunto, ainda vemos calouros pedindo esmolas nas esquinas e sendo convidados a pintar creches e outras atividades consideradas "pedagógicas". Por mais que a atividade seja suavizada, os trotes criam uma relação sutil de dominador e dominado. Isso já é o suficiente para que algo errado e sinistro possa ocorrer.

Paulo Abrahão, advogado, por e-mail

Calouros 2

Pais, dirigentes, policiais, órgãos responsáveis, já está na hora de acabar com os trotes. Nos últimos quinze dias tivemos de assistir a barbáries próximo da PUC. Isso deixou uma sujeira que ninguém limpou. Agora vem a UFPR determinar a mesma coisa que a PUC, ou seja, proibir a prática internamente. E fora? Como será a proteção dos alunos novos? Curioso é que as pessoas que estão atuando em algum órgão repressor ou de orientação ficam assistindo ao massacre. Sou professor e analista de sistemas e a cada dia verifico que nossas leis abrandam, que barbárie prolifera e que os nossos órgão responsáveis nada podem fazer.

Enio Elimar Bonatto, por e-mail

Calouros 3

A recepção aos calouros deveria ser estabelecida com brincadeiras que não levassem à perda da moralidade e do respeito pelo ser humano. A prática de brincadeiras abusivas demonstra o quanto os veteranos estão desqualificados para ingressar na sociedade e atuar em suas respectivas áreas. A decadência do ensino brasileiro começou com a liberdade excessiva dada aos jovens em suas próprias famílias, que não impuseram limites aos seus desejos e fazem com que se sintam os donos do mundo.

Karina Gryzinski, por e-mail

Funerárias 1

Sobre a matéria das funerárias (Gazeta, 1º/3), quero dizer que também fui vítima desse agenciamento. Minha mãe foi a uma consulta e acabou por falecer no local. Nem 30 minutos depois do fato, um senhor bem apresentado se ofereceu para ¨facilitar e amenizar esse trabalho¨. Na época eu trabalhava na área da saúde e conhecia os protocolos e o rodízio. Discutimos e pedi pra ele me acompanhar à central de luto para acertarmos a vez forçada. Ele sumiu. A matéria é ótima pra ajudar as pessoas nessa hora triste.

Mirian Guimarães, por e-mail

Funerárias 2

Essas funerárias são uma vergonha, mas tem algo ainda mais grotesco no meio, que envolve o DPVAT. As funerárias têm uma verdadeira rede de informantes (os caras até brigam para passar o "serviço" e receber a "comissão"). Acontece um acidente e os agentes das funerárias chegam ao local antes mesmo da polícia. Pseudo-repórteres estão entre os principais informantes.

José Ribeiro, por e-mail

Belmiro

O artigo do professor Belmiro Valverde na edição da Gazeta deste 1º/2) é de uma sagacidade impar, comprovando minha tese de que temos nas escolas paranaenses talentos tão bons quanto os de outros centros ditos mais importantes. Só que não os aproveitamos e acabamos "comprando" ideias de quem ignora que o Paraná responde por 25% de toda a produção nacional de grãos do país, é o maior produtor de frango, é exportador de energia, tem o 2º maior polo automotivo, tem um fenômeno natural incomparável como Vila Velha, tem a maior usina de energia hidroelétrica das Américas e do Ocidente, faz fronteira com dois países, etc, etc...

Luiz Renato, por e-mail

Barigui

Há quase oito anos eu não caminhava por todo o Parque Barigui. Quando o fiz, que decepção. Próximo ao pavilhão de exposições, havia, a cada dois passos, fezes de animais pela grama e até um cachorro de porte, acima de 20 quilos, solto no parque, certamente abandonado. As luzes estavam apagadas em uma boa parte do percurso e há câmeras apenas em alguns pontos. Vi pedestres utilizando a pista de bicicletas inadvertidamente e ciclistas em alta velocidade, achando que estavam em um velódromo, como se não houvesse crianças à frente ou próximas à ciclovia. O policiamento é fraco e ineficiente. A Diretran mais uma vez demonstrando que falta visão à equipe de engenharia de trânsito, pois seria necessário fiscalizar, além do ponto onde ficam, também outros um pouco mais adiante.

Grazielle Pereira, advogada, Curitiba – PR

* * * * *

Entre em contato

Praça Carlos Gomes, 4 • CEP 80010-140 – Curitiba, PR Fax (041) 3321-5129. E-mail: leitor@gazetadopovo.com.br

Em razão de espaço ou compreensão, os textos podem ser resumidos ou editados. O jornal se reserva o direito de publicar ou não as colaborações.

Você pode se interessar

Principais Manchetes

Receba nossas notícias NO CELULAR

WhatsappTelegram

WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.