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Já sabíamos que o PT não era um partido diferente dos outros, mas chega a irritar que afirmem que a política econômica do Brasil só está estável por causa do PT, como se os governos anteriores nada tivessem feito. Aliás, é a mesma do governo FHC. Lula não inventou nada e até a fome continua no zero, os empregos criados foram responsabilidade da credibilidade do povo. É o povo que produz os recursos que o governo arrecada com os impostos.

Reinaldo MachadoCuritiba, PR

"Gabinete" de empregos

A respeito da notícia sobre vereador manter agência de emprego em seu gabinete (Gazeta do Povo de domingo último): infelizmente, alguns de nossos governantes ainda não aprenderam porque lá estão. A função principal do Legislativo, o nome já diz, é legislar, criar leis e cobrar do Executivo se as mesmas estão sendo cumpridas. No caso desse vereador e outros por aí afora é puro assistencialismo, paternalismo, etc. É claro que, como a notícia diz, em nosso país é um bem que o mesmo está fazendo, porque os órgãos e entidades para esses fins que aí estão, e não são poucas não, cumprem o seu papel perante a sociedade.

Newton Luiz Colleti Curitiba, PR

Intervenção

Enfim, uma notícia alvissareira na área ferroviária: a intervenção do governo do Paraná na Ferroeste. Quiçá esta medida sirva para darmos início à revisão geral das concessões ferroviárias no país. Antes que seja tarde demais.

Márcio AssadLapa, PR

Poluição no parque

Há muito tempo, realizou-se um festival no salão do restaurante do Parque Barigüi e foram "esquecidos" cerca de 40 mastros para bandeiras fincados em frente ao restaurante. Logo adiante, há um painel com propaganda de venda de telefones, quando não de xampu da melhor qualidade! Cada semana muda o produto à venda. Francamente, o parque não deve permitir aquele paredão de mastros e muito menos painel de propaganda comercial. É muita poluição visual!

Hasdrubal Vieira Curitiba, PR

Divagações

Ainda não é o tempo do amor pleno, da ajuda plena. Ainda é o tempo que, para muitos, só há migalhas. O tempo do desamor, do interesse, do ódio, do orgulho, do egoísmo. Ainda bem que nem todos pensam e agem assim. Infelizmente, alguns que têm o poder de melhorar a vida de milhões pouco fazem. Só ajudam o povo com migalhas do que arrecadam em impostos desse próprio povo e dão a si polpudo salário extra. Vemos esses "poderosos" pouco se importarem com o lado social e humano. Mal sabem eles que o que deixam de fazer pelo povo hoje lhes faltará amanhã. Que as migalhas que hoje o povo recebe serão as migalhas em menos quantidade que receberão amanhã. Colherão o que hoje plantam, e só serão redimidos dos seus erros se se redimirem de seus erros, se arrependerem verdadeiramente, se pagarem a parte devida, descontada a parte que então Deus perdoou. Na infinitude do tempo, Deus espera que os homens encontrem definitivamente o caminho do bem, o caminho do amor. Para um melhor viver. Que será pleno quando o amor vencer o ódio, quando o orgulho e o egoísmo forem extintos.

Eleutério AndreoliCuritiba, PR

Desarmamento

O Brasil está num verdadeiro clima de guerra. São cada vez mais altos os números dos que carregam armas de fogo, e também o número de jovens envolvidos nessa criminalidade. Em outubro próximo, será feito um plebiscito sobre o desarmamento. Daremos um passo para uma sociedade de paz, que tanto clamamos para os dias atuais. Desarmar é preciso, mas, além disso, é preciso ter um coração sem preconceitos, um coração que esteja aberto a perdoar. Gandhi libertou a Índia sem usar nenhuma arma e várias vezes foi jogado na prisão, onde sofreu várias humilhações. Cada vez que isso acontecia, mais ele lutava pela justiça, pela paz. O desarmar-se é um pequeno passo para se ter uma verdadeira paz. Pensar que com o desarmamento iremos ter paz é um pensamento errado, pois a paz é construída no dia-a-dia e não do dia pra noite. É necessário a participação de todos para uma sociedade da paz.

Flávio Martins Venâncio, estudanteCuritiba, PR

Condomínio

Foi com prazer que eu li o jornal Gazeta do Povo de 13 de março de 2005, na 1.ª página de imóveis, em que cita "Sossego sem sair da cidade", descreve o 1.° condomínio fechado da capital, o Vila Romana, construído pela Casteval em 1972. Agora, com imenso pesar, fico sabendo que a prefeitura quer acabar com esse condomínio que faz parte da história de Santa Felicidade e de Curitiba. Isso me leva a pensar a que se deve essa ação. Interesse em arrecadar verbas para os cofres da prefeitura com multas? Tirar o emprego de vários chefes de família? Gerar pânico entre os moradores com a suposição de ter suas casas invadidas por pessoas que vivem à margem da sociedade? Tirar a tranqüilidade de crianças e idosos que usam o parquinho (que, por sinal, foram os moradores que investiram e fazem a manutenção)? Francamente, isso não pode ser atitude de uma administração em que o cidadão confiou para representá-lo. No Vila Romana, as ruas são sem saída, sendo assim transitar entre elas só é do interesse dos moradores. Manutenção de jardins, ruas, postes, fiação elétrica, esgotos e principalmente segurança são feitas pelos moradores, pois já é sabido por toda população de Curitiba da grande invasão existente na José Culpi, margeando com a BR, que não oferece segurança à população local. Agora eu pergunto: abrindo o condomínio, a prefeitura dará a mesma atenção que tem dado às ruas do bairro? Como exemplo: ruas com antipó, todas irregulares, sem meio fio, sem captação de águas pluviais e esgotos, mal iluminadas, sem locais para os ciclistas, idosos, deficientes físicos, pedestres em geral transitarem sem se prejudicar e, principalmente, falta de segurança. Espero que o prefeito, junto com seus colaboradores, repense essa ação e não prejudique pessoas que só querem o bem-estar desta cidade.

Denise Teixeira, biólogaCuritiba, PR

Semáforo

Gostaria de alertar quanto às falhas dos órgãos competentes na implantação de um semáforo para pedestres e também da administração de um shopping localizado na Vila Hauer. Existe semáforo e faixa para pedestres no local, mas o portão de pedestres do shopping está posicionado bem em frente a um tubo do expresso biarticulado, fazendo com que os clientes que saem das lojas atravessem a rua em local extremamente perigoso. Embora já tenha alertado a prefeitura, pelo 156, nenhuma providência foi tomada.

Anderson Presznhuk, engenheiro civilCuritiba, PR

Notícia boa

Vamos deixar de lado, por alguns momentos, os escândalos políticos e afins, para falar de uma coisa legal que está acontecendo: uma nova banda de rock com quatro meninos "crescidos" em Curitiba e São José dos Pinhais. Ele ganharam a primeira etapa de um concurso de bandas no Canal da Música, e acho que vale a pena dedicar algumas linhas a estes meninos-poetas que estão aí para nos fazer esquecer um pouco dos escândalos e curtir o bom e velho rock’n’roll...

Inez A. Basso, funcionária públicaCuritiba, PR

Errata

A Gazeta do Povo, na edição de domingo, errou ao informar que na próxima quarta-feira haveria consultas públicas para debater o orçamento de Curitiba nas Ruas da Cidadania do Boqueirão, do Bairro Novo e do Pinheirinho. Na verdade, as consultas nesses locais serão realizadas na quinta-feira, a partir das 18h30. Na sexta, no mesmo horário, vai haver debates nas Ruas da Cidadania da Matriz, do Cajuru e do Boa Vista.

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As correspondências devem ser encaminhadas com identificação, endereço e profissão do remetente para a Coluna do Leitor – Gazeta do Povo, Praça Carlos Gomes, 4, CEP 80010-140 – Curitiba, PR. Fax (041) 321-5472.

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