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Coluna do leitor

Um Natal Especial

  • Por
  • 28/12/2005 17:50

A edição de Natal foi um presente, graças à sensibilidade do repórter José Carlos Fernandes. É bom ver as boas notícias ganhando espaço em manchetes do jornal: da alegria das crianças de escola pública de qualidade (e são várias) ao sucesso da união familiar de 70 anos. Nas páginas internas, com o estilo inigualável do jornalismo de Fernandes, a valorização da escola pública e a reverência a personagens como Galdino, Alice, Eduméia e meu mestre Fernando Góis. Obrigada por mais esta demonstração de cidadania, de ética, de bom gosto, de exaltação da vida, de seriedade. Que Deus o abençoe agora e em 2006.

Araci Asinelli da Luz, professora da UFPRCuritiba, PR

Renovação da CNH – 1

Será que as autoridades de trânsito realmente acreditam que o alto índice de acidentes e infrações de trânsito são causados porque o infrator não fez um curso de direção defensiva? Ou as mortes são causadas porque os condutores não fizeram um cursinho de primeiros socorros? Mais uma vez, no Brasil, os responsáveis por um setor importante querem cobrir o sol com a peneira. É a mesma história que queriam fazer para diminuir a criminalidade, culpando e desarmando o cidadão de bem. Obrigar condutores com 15, 20, 30 ou até mais anos de carteira a fazer cursinho de direção defensiva e primeiros socorros como se isto fosse resolver o problema dos acidentes ou infrações, é mais uma grande enganação do nosso governo. Alguém ainda lembra do estojo de primeiros socorros que todos foram obrigados a comprar? Alguém recebeu algum dinheiro de volta ou foi indenizado pela decisão das autoridades? Provavelmente, estes setores estão mesmo é atrás das altas taxas que serão cobradas da população por mais uma medida inútil.

Flávio NascimentoCuritiba, PRRenovação da CNH – 2

Realizei a cirurgia de correção de miopia e fui orientada pelo meu oftalmologista da necessidade de mudar na carteira de motorista a obrigatoriedade do uso das lentes. Atendi de pronto a sua orientação, mas chegando ao Detran/PR, na Rua João Negrão, fui informada que faria uma "renovação", mas a data de validade ficaria a a mesma da carteira antiga e eu necessitaria de uma comprovação do meu médico de que a cirurgia foi realizada. Pergunto: o exame de acuidade visual realizado pelo Detran/PR não tem validade e nem capacidade de avaliar se uma pessoa tem necessidade do uso de lentes ou não? Por que a data de validade não pode ser maior se estou "renovando" a carteira como fui informada? Por que devo pagar a taxa total de R$ 47,00 se o exame médico de acuidade visual é questionável? Penso que haveria, apenas, a necessidade de levar a declaração do meu médico. Não é o certo? Gostaria que o diretor dessa instituição se posicionasse a respeito, uma vez que a funcionária só me respondeu que cumpria ordens.

Salma Ali El Chab Parolin, médicaCuritiba, PR

Renovação da CNH – 3

Fico indignado ver o Legislativo e o Executivo dobrar-se aos centros de formação de condutores. Curso de primeiros socorros de 5 horas-aula é perfeito caça-níquel. Em um curso técnico o número é de no mínimo 60 horas para pessoas com aptidão. Parece-me que este curso poderia ser dado em uma única frase: sinalize o local, chame o socorro e não toque na vítima. Resta apelar para o Judiciário que nos salve.

Lúcio Biscaia, professorCuritiba, PR

Renovação da CNH – 4

Se você perguntar para algum profissional do Siate qual o procedimento para o condutor normal no caso de acidente com vítima, ele irá responder: não movimente a vítima e chame um profissional. De que adiantam 20 horas de curso básico? Um profissional que atende emergências tem várias horas de curso por mês e ainda tem gente que reclama deles. Quem se responsabilizará por socorro mal prestado por esses "novos socorristas"? E mais, por que temos de pagar por um curso desses quando muitas empresas fornecem gratuitamente para seus funcionários? É um dever do Estado garantir a segurança e a educação para seu povo. Quem foram os originais autores dessa lei que irá tirar mais dinheiro do bolso dos motoristas?João AlbertoCuritiba, PR

Esperança

Depois de um ano de valérios, dirceus e delúbios, vejo em um Papai Noel, aqui no bairro, toda a esperança e alegria que uma simples ação resulta. Há 7 anos, veste-se de lindas roupas vermelhas, percorre algumas ruas do Alto Boqueirão para entregar um pouco de alegria e esperança as crianças. Obrigado a todos os Papais Noéis que, em um dia tão especial, conseguem trazer a alegria e a esperança a todos. Um 2006 repleto de saúde e paz.

Luciano Rothen Abilhoa Curitiba, PR

Cinema

Dia 21, fui com os meus filhos ao cinema assistir as "Crônicas de Narnia", na sala n.º 9, sessão das 15h30. No decorrer do filme, minha cabeça virou depósito de lixo. Foram arremessados diversos objetos: latas de refrigerante, copos plásticos, bandejas de papelão, entre outros. Ao término do filme, procurei o gerente e, ao relatar os fatos, ouvi que ele nada podia fazer para garantir meus direitos de consumidor. Somente poderia me oferecer ingressos para que eu pudesse ver o filme em uma sala mais tranqüila. Recomendou-me que deveria ter saído da sala e solicitado o comparecimento da segurança do shopping. Ora, por favor, com tantos funcionários, escale-os para verificar se as salas estão em perfeito funcionamento. É uma medida simples e eficaz, e com certeza evitaria abusos por parte de maus freqüentadores. Que saudades dos antigos lanterninhas.

Georgia de Rezende Carvalho, professoraCuritiba, PR

Momento

Acabaram-se as esperanças, e agora não temos mais escolha. É nesse cenário que, em aparecendo um salvador da pátria, a zebra do momento poderá se confirmar.

Antonio Pereira, contadorLondrina, PR

Lições

Como marido e pai, tenho aprendido muito nos últimos tempos – ou desaprendido, dependendo do ponto de vista e da referência. Se o assunto é doméstico, levo em conta o exemplo que vem do Planalto e tudo fica fácil. Se o assunto é a mesada, o calçado ou reparos na casa eu nego. Digo que não posso ser irresponsável e gastar o que não é meu. Primeiro tenho que pagar os juros, e tem que ser adiantado. Aprendi a técnica do minimalismo onde o tempo custa baratinho, é só ter paciência. Senti que o povo "lá de casa" está ficando meio nervoso com a demora. Pedi mais quatro anos e um esforço concentrado, mais sacrifício, mais doações. Comprei até uma caixa de fogos para o espetáculo do crescimento. Falar é fácil, sempre digo, mas continuo falando. Fazer é difícil e leva tempo. Meus planos são de longo prazo, até que uma nova geração de filhos ache tudo isto muito normal. Obviamente que se agisse assim dentro de minha casa logo seria posto porta a fora. Chamo a atenção de todos, principalmente da classe política, para o valor do tempo e para as conseqüências dos exemplos. Nossos filhos merecem um país honesto e justo. Estas palavras são nobres, não as usem em vão.

Dino Roberto Canalli, microempresárioCuritiba, PR

Procon

Também fiz uso do Procon, por duas vezes, no que diz respeito a taxas de manutenção do Cemitério Parque Iguaçu e deu em nada. Sabe até o que me disseram? Se não está satisfeito, venda o jazigo. Infelizmente a lei é do mais forte. Não defende o consumidor e prorroga o tempo para o achacador.

Carlos Henrique Becker, aposentadoCuritiba, PR

Litoral

Se a maioria de nossas autoridades não freqüenta as praias do Paraná, por que eu freqüentaria?

Jonas Barbosa Leite FilhoCuritiba, PR

Suspeição

O presidente da República estranhamente apregoa que somente participará das eleições se for para vencer. A meu ver, ele esquece que, em sã consciência, ninguém pode, nem deve, de antemão anunciar que participará de empreendimento eleitoral se for para vencer. Já em condições normais de exercício de governo, e dependendo de como tenha se conduzido no mandato, cumprindo a palavra empenhada, a fim de prognosticar reeleição, é temerário anunciar êxito na apuração de votos. Quanto mais nas circunstâncias de suma gravidade que envolvem seu governo e membros dos partidos de sua base e Congresso Nacional, sobre os quais até CPIs foram instaladas, apuram e comprovam antigas e novas distorções financeiras, eleitorais, legislativas e administrativas lamentáveis.

Suzano S. SantosCuritiba, PR

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As correspondências devem ser encaminhadas com identificação, endereço e profissão do remetente para a Coluna do Leitor – Gazeta do Povo, Praça Carlos Gomes, 4, CEP 80010-140 – Curitiba, PR. Fax (041) 3321-5472.

E-mail leitor@gazetadopovo.com.br.

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