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Vista aérea do Porto de Paranaguá (PR): BR do Mar é considerada o modal ideal para o transporte de grandes cargas por grandes distâncias.
Explosão de rochas no Porto de Paranaguá é agendada para esta sexta-feira, 3 de setembro.| Foto: José Fernando Ogura/ANP

Depois de adiar o serviço por três vezes, o porto de Paranaguá anunciou o agendamento da explosão das rochas submersas no complexo da Pedra da Palangana para a próxima segunda-feira (6). A atividade chegou a ser programada para esta sexta-feira (3), mas acabou postergada mais uma vez.

"Para garantir transparência e um prazo maior de informação e detalhamento à comunidade em geral, a empresa pública comunica que o início da atividade foi reprogramado para às 16h, da próxima segunda-feira, dia 06/09/2021. Os acionamentos ocorrerão no período diurno e podem variar entre 15h e 17h, a depender de condições climáticas, ambientais e operacionais", explicou a Portos do Paraná, sobre a nova data, por meio de nota oficial em seu site.

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A operação visa ampliar a capacidade de atracação de navios no Canal da Galheta, principal acesso ao terminal portuário. A operação havia sido suspensa em junho desse ano por liminar em ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal e Ministério Público Estadual, que cassou a licença ambiental. O porto recorreu e a liminar foi derrubada pelo TRF4 em agosto.

A partir daí, a operação foi programada para 27 de agosto, mas teve que ser suspensa pelas condições climáticas adversas. Foi reagendada para 30 de agosto e, novamente não aconteceu pelo mau tempo. Esteve então programada para esta sexta-feira (3), mas acabou sendo postergada para depois do fim de semana. De acordo com a administração do porto, a operação depende de questões operacionais, meteorológicas e ambientais.

A operação de derrocagem vai detonar 12% do complexo rochoso e, de acordo com a administração portuária, é necessária para ampliar o calado dos navios que atracam, o que vai viabilizar que cheguem ao porto embarcações de grande porte e com maiores volumes de cargas em comparação ao que é permitido hoje. Outro motivo é a segurança. Entre 2001 e 2013, aconteceram três acidentes com navios colidindo com as rochas.

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