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Eletromobilidade

Depois de isentar de IPVA, governo dá nova “força” aos carros elétricos

  • Por Célio Yano
  • 13/11/2019 19:40
Modelo Zoe, da Renault
Modelo elétrico Zoe, da Renault| Foto: Alexandre Marchetti/ Renault/Divulgação

Em mais uma frente voltada ao incentivo à eletromobilidade, o governo do Paraná pretende incorporar à frota oficial 152 veículos elétricos. O edital de licitação para a aquisição dos modelos encontra-se neste momento em fase de adequações na Secretaria da Administração e da Previdência (Seap).

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A quantidade representaria 0,6% da frota do estado, que tem atualmente mais de 23 mil veículos e significaria um incremento de 43,9% no total de veículos elétricos emplacados no estado. “Entendemos que passa pelo estado incentivar a demanda”, explica Henrique Domakoski, superintendente de Inovação da Casa Civil.

Em todo o Paraná, a proporção é bem inferior: 0,004% – 346 modelos elétricos em uma frota de 7,3 milhões de unidades, segundo dados do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran) atualizados até o mês de setembro. Desses, 160 são automóveis de passeio – o restante inclui motonetas (127), quadriciclos (31), caminhonetes (8), utilitários (7), motocicletas (3), micro-ônibus (3), ônibus (2), ciclomotores (2), camioneta (1), trator de rodas (1) e triciclo (1).

A medida faz parte de uma série de ações que o poder público tem adotado no sentido de desenvolver o mercado de veículos elétricos no Paraná. Na última segunda-feira (11), decreto assinado pelo prefeito de Curitiba, Rafael Greca (DEM), autorizou a isenção do pagamento pelo uso de vagas do Estacionamento Rotativo (EstaR) para carros elétricos na cidade de Curitiba.

O incentivo vem na sequência da criação do Dia da Eletromobilidade, instituído nos âmbitos municipal e estadual para ser celebrado anualmente em 19 de outubro.

Em outubro, o governador Carlos Massa Ratinho Junior (PSD) já havia sancionado lei que liberou proprietários de carros elétricos emplacados no Paraná do recolhimento de IPVA. O governo aguarda ainda a análise de um pedido feito ao Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) para isentar também o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para aquisição dos modelos.

Outros países adotam políticas de incentivo fiscal com o objetivo de popularizar modelos movidos a eletricidade. Um exemplo é a Noruega, onde 39% das vendas de carros em 2017 foram de elétricos. O país europeu pretende eliminar veículos movidos a combustíveis fósseis até 2025.

O Brasil ainda conta com uma frota ínfima, embora crescente, de veículos movidos a energia elétrica. Conforme dados da Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE), até fevereiro 11.323 carros elétricos haviam sido emplacados no país. Os modelos disponíveis no mercado brasileiro - Renault Zoe, Nissan Leaf e Chevrolet Bolt - custam entre R$ 149.900,00 e R$ 178.000,00. A chinesa Jac Motors promete começar a vender em janeiro um modelo mais barato, o iEV20, com preço inicial de R$ 119.900,00.

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Comentários [ 4 ]

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  • V

    vortice

    ± 7 dias

    Ok que há a promoção de veículos "limpos", mas o Estado gastar algo em torno de 200 mil por veículo com o nosso dinheiro é ABSURDO!! EU NÃO QUERO! Andem de Uber, como todo mundo! Já basta o fato de ter motorista particular para levar servidores, pois os mesmos não podem dirigir, alegando dupla função. É só olhar na rua, todo carro de município ou estado tem um motorista particular!

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    • R

      Rafael Minoli

      ± 7 dias

      E incentivar a geração de energia via placas solares, nada, não é mesmo?

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      • G

        gg

        ± 7 dias

        Entendo que ,no mínimo, há uma clara contradição nessas medidas! Sendo a faixa de consumo apenas acessível às classes abastadas (preços sempre entre 140 e 200 mil reias), conceder isenção tributária não respeita o princípio da capacidade contributiva, portanto, ilegal!!!

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        1 Respostas
        • N

          Neto

          ± 3 dias

          Perfeito. Alguém deveria mover uma ação de improbidade contra o governador. Renúncia fiscal para ricos é um absurdo.

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