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Paraná faz contrato emergencial de R$ 38 milhões para gestão de frota oficial

  • PorCatarina Scortecci
  • 22/07/2019 15:53
Paraná faz contrato emergencial de R$ 38 milhões para gestão de frota oficial
| Foto: Divulgação/Governo do Paraná

Com dispensa de licitação, o governo do Paraná contratou a empresa Maxi Frotas para fazer a manutenção e o conserto dos veículos oficiais, em substituição à JMK Serviços, que acabou alvo da Operação Peça Chave. O contrato foi publicado no Diário Oficial 10480, na última quinta-feira (18), e deve custar aos cofres públicos até R$ 38.657.957,20 por 180 dias.

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Em janeiro de 2019, quando mais um aditivo foi firmado com a JMK Serviços para prorrogar o contrato por mais seis meses, o governo do Paraná informou que, em função da troca de gestão (Ratinho Junior no lugar de Cida Borghetti), não houve tempo suficiente para lançar o processo licitatório. Agora, o governo do Paraná justificou que precisa de um novo prazo, daí o contrato emergencial.

O contrato tem vigência máxima de 180 dias, mas a expectativa da Secretaria da Administração é que ele seja encerrado antes disso. “Estamos finalizando o edital para a licitação convencional. Nossa expectativa é que o edital seja lançado no mês de agosto e o certame concluído até início de outubro”, informou o secretário da pasta, Reinhold Stephanes.

O contrato emergencial foi assinado dias antes do término oficial do aditivo com a JMK - próximo dia 26. Em nota encaminhada à Gazeta do Povo, a JMK apontou que o contrato emergencial é 40% maior: "Pelo contrato assinado agora, a previsão de gasto é de R$ 38.657.957,20 por 6 meses, enquanto a renovação do contrato anterior, também por 6 meses, previa um valor de R$ 27.534.650,00".

Na nota, a empresa também voltou a negar que tenha cometido irregularidades, como aponta a Operação Peça Chave.

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Comentários [ 4 ]

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  • T

    Thinker

    ± 0 minutos

    Contrato emergencial com só 40% a mais de custo. “Coisinha pouca!”. Isso depois de o Governo “falar grosso” que o preço da empresa anterior não estava defasado. O que dizem TCE e MP? Vão se pronunciar somente depois dos seis meses? Não seria esse um bom momento para tais órgãos de controle fazerem jus as suas funções e aos seus “bons” salários? Esperar para ver!

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  • C

    Conan

    ± 1 horas

    Novo jeito de fazer política.

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  • M

    Milton Tadeu Arzua Ferreira

    ± 3 horas

    Só vai mudar a coleira, emergencial normalmente é “parceria”, não pode ser sério isso. Governo possui o DETO, Sec. Adm., Parceria com Universidades Estaduais e Federais, poderiam implantar software de gestão com preços e fornecedores pré definidos, ainda tem a CELEPAR.... Vamos ver qtos meses para estourar outro “escândalo” !!!

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  • C

    C R Berger

    ± 10 horas

    Que barbaridade.....o cidadão entrou no governo em 1 de janeiro, há mais de seis meses e não teve tempo suficiente para lançar o processo licitatório de 38 milhões de reais? Mas fez o que nesse tempo todo ? Pe la morr!!!

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