i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
Imunização

Seringas, agulhas, refrigeradores: como será a vacinação da Covid-19 no Paraná

  • PorMarcos Xavier Vicente
  • 24/11/2020 10:17
Seringas, agulhas, refrigeradores: como será a vacinação da Covid-19 no Paraná
| Foto: Marcelo Andrade / Gazeta do Povo / Arquivo

Enquanto os laboratórios correm na reta final de aprovação das vacinas da Covid-19, o Paraná vai se preparando para a imunização nos 399 municípios do estado em 2021. Com aprovação da Assembleia Legislativa em julho, o governo do estado já reservou R$ 100 milhões para a compra da própria vacina e de insumos, que incluem desde refrigeradores de grande porte até seringas e agulhas, passando por caixas térmicas, gelo seco, combustível para o transporte das vacinas, entre outros. O estado soma 5.827 mortes e 254.880 casos de Covid-19 desde o início da pandemia em março, segundo o boletim da Sesa de segunda-feira (23).

A operação é complexa, mas a Secretaria Estadual de Saúde (Sesa) garante já ter expertise e boa parte da logística para vacinar contra a Covid-19. A rede pela qual a imunização do coronavírus será distribuída no estado é a mesma que a cada dois meses distribui 1,2 milhão de doses de 40 tipos de vacinas de outras doenças. “Já temos uma operação sólida com capacidade para receber, armazenar e distribuir vacinas no menor tempo possível.”, reforça o diretor-geral da Sesa, Nestor Werner Jr.

Com as rotas atuais de distribuição, Werner enfatiza que a Sesa tem capacidade de entregar doses em qualquer ponto do estado no prazo de apenas um dia. “Nossas rotas são boas. A maior delas tem 700 km, o que equivale a cerca de 12 horas de viagem do caminhão”, complementa.

De ação prática neste momento, a Sesa está reforçando o sistema de refrigeração para estocar as doses. Para isso, dois contêineres refrigeradores para transportar as vacinas estão sendo substituídos por quatro maiores. Com isso, a capacidade de estocagem não só de vacinas, mas também de medicamentos e soros que exigem refrigeração, sobe de 480 metros cúbicos para 630 metros cúbicos.

Além disso, 700 novas câmaras refrigeradoras de mil litros cada estão sendo adquiridas para atender as 22 regionais de Saúde do Paraná. Esses refrigeradores vão estocar as vacinas até que elas sejam levadas aos municípios para serem aplicadas na população.

Definições do Ministério da Saúde

Já em relação à quantidade de doses e o tipo de seringas e agulhas que serão utilizadas, a Sesa ainda tem que aguardar definições do Ministério da Saúde. A partir das diretrizes do Programa Nacional de Imunização (PNI), será definida a quantidade de insumos a ser adquirida no Paraná, bem como detalhes técnicos, como o tamanho de seringas e agulhas, conforme a vacina a ser aplicada. “Esse material depende de uma série situações: se a vacina é intramuscular ou intradérmica, se é em uma única dose ou mais, entre outros fatores”, explica o diretor da Sesa.

Werner afirma inclusive que os R$ 100 milhões reservados pelo Paraná para a vacinação poderão ser remanejados  conforme a necessidade na vacinação. Por exemplo, se o Ministério da Saúde adquirir e repassar as vacinas para o estado, a Sesa poderá aplicar o dinheiro que seria para a compra de doses em outras ações.

“A gente ainda não sabe como vai ser a campanha de vacinação, se vai ser em 30 dias, três meses, seis meses ou mais. Assim como não sabemos a temperatura de armazenamento das doses. São definições que temos que aguardar”, aponta Werner.

A única coisa que Werner acredita que o Ministério da Saúde deve confirmar em breve é que a primeira etapa da vacinação deve ser para idosos, profissionais de saúde e grupos com doenças prévias. “A partir dessa decisão, saberemos a quantidade de vacinas que virá para o Paraná”, conclui Werner.

1 COMENTÁRIOSDeixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 1 ]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Política de Privacidade.

  • S

    Sr. Walker

    ± 0 minutos

    É bom mesmo o estado se preparar para aplicar a vacina, seja qual for. Se depender do governo federal as vacinas serão jogadas ao mar. Graças ao grande psicopata perturbado.

    Denunciar abuso

    A sua denúncia nos ajuda a melhorar a comunidade.

    Qual é o problema nesse comentário?

    Obrigado! Um moderador da comunidade foi avisado sobre a denúncia. Iremos avaliar se existe alguma violação aos Termos de Uso e tomar as medidas necessárias.

    Confira os Termos de Uso