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| Foto: Kiko Sierich/Gazeta do Povo

Aliando sucesso de público, com número de turistas alcançando recorde em 2018, a um trabalho importante de preservação ambiental, o Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, completou 80 anos nesta quinta-feira (10). Criado em 10 de janeiro de 1939 e conhecido internacionalmente por abrigar uma das sete maravilhas da natureza, as Cataratas do Iguaçu, o parque de 185 mil hectares é tombado como patrimônio natural da humanidade pela Unesco desde 1986.

Administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o local teve atividades especiais para a data festiva. Os turistas foram recepcionados pela manhã com música clássica. Um show exclusivo, mesclando clássicos, tango, pop, música latina e pop também estava na programação. Já os funcionários participaram de uma solenidade antes da abertura do parque - cujo horário de funcionamento foi reduzido em função das festividades. À tarde, os colaboradores com mais de dez anos de casa foram convidados a plantar mudas nativas no Bosque Memórias Vivas, inaugurado próximo à Trilha das Cataratas.

“Conseguimos potencializar os ganhos ambientais e melhorar a qualidade dos nossos serviços aos visitantes. O resultado é fruto de muito trabalho diário das pessoas que vivem o Parque Nacional do Iguaçu todos os dias”, afirmou em nota Ivan Baptiston, chefe do Parque Nacional do Iguaçu, ao site do Instituto Chico Mendes. Entre os resultados alcançados se destacam o aumento de 70% da população de onças-pintadas no parque, nos últimos cinco anos, e a marca histórica de quase 1,9 milhão de visitantes em 2018.

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O Parque Nacional do Iguaçu tem enorme importância na proteção da Mata Atlântica, bioma mais ameaçado do país, atualmente com apenas 8% de sua área original, segundo o Ministério do Meio Ambiente. No parque paranaense, a área de conservação inclui centenas de espécies diferentes de fauna e flora, inclusive com integrantes da lista de ameaçados de extinção. São aves como o macuco, a jacutinga, e o cisqueiro e mamíferos, como guariba, onça-pintada, lontra, onça parda, gato do mato maracajá que têm na região um santuário de proteção.

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