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“torturador”

Haddad dispara “fake news” contra Mourão durante sabatina

O presidenciável se referiu ao relato feito no sábado (20) pelo cantor Geraldo Azevedo, que disse em show na Bahia que foi preso e torturado durante o regime militar. Informação já desmentida pelo próprio músico

    • Brasília
    • Redação com Estadão Conteúdo e Folhapress
    • 23/10/2018 13:59
     | MIGUEL SCHINCARIOLAFP
    | Foto: MIGUEL SCHINCARIOLAFP

    O candidato à Presidência pelo PT, Fernando Haddad, disse na manhã desta terça-feira (23) que o general Hamilton Mourão (PRTB), vice na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), foi um torturador na época da ditadura militar brasileira, que vigorou de 1964 a 1989. Haddad participou nesta terça de sabatina do jornal O Globo, Valor Econômico e revista Época. 

    O presidenciável se referiu ao relato feito no sábado (20) pelo cantor Geraldo Azevedo, que disse em show na Bahia que foi preso e torturado durante o regime militar. Azevedo afirmou que Mourão era um dos torturadores do local onde ele ficou encarcerado por 41 dias. Após a repercussão da falsa acusação, o cantor recuou e afirmou ter se “confundido”. 

    O cantor pernambucano foi preso em 1969 e o hoje general da reserva Mourão só ingressou no Exército em 1972. Por meio de nota de sua assessoria de imprensa, Azevedo pediu desculpas pelo transtorno. 

    Mesmo assim, Haddad mencionou a primeira manifestação de Azevedo durante sabatina. Segundo ele, Bolsonaro, que é capitão da reserva do Exército, não teve atuação destacada quando esteve na ativa da força, diferentemente de Mourão, classificado como torturador pelo petista. 

    "Eu fiz minha parte para defender o que considero um projeto democrático de país, contra aquilo que considero que será um grande atraso, um retrocesso retumbante no país, que é a vitória de um rebotalho da ditadura, que é o que sobrou dos porões [da repressão]. O [Hamilton] Mourão foi ele próprio torturador. Então eu acho que deveria causar temor em todos os brasileiros minimamente comprometidos com o a democracia no Brasil", afirmou Haddad. 

    Questionado sobre o caso já esclarecido, Haddad disse que seria preciso ouvir o próprio cantor sobre suas denúncias. "Entrevista o Geraldo Azevedo", disse o presidenciável. 

    Processo 

    O general da reserva disse que vai processar o cantor. Ao jornal O Estado de S. Paulo, Mourão afirmou que em 1969, ano em que o artista esteve preso pela primeira vez, ainda não tinha ingressado no Exército. 

    "É uma coisa tão mentirosa", disse Mourão. "Ele me acusa de tê-lo torturado em 1969. Eu era aluno do Colégio Militar em Porto Alegre e tinha 16 anos", afirmou o general da reserva. "Cabe processo." 

    Hamilton Mourão entrou em 1972 na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) e se formou em 1975. O vice de Bolsonaro é filho do general de divisão Antonio Hamilton Mourão.

    Em relação ao candidato do PT, Mourão afirmou ao blog da jornalista Andréia Sadi, no G1, que “Haddad tem que cuidar com as fake news".

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