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Após visita

Carlos Bolsonaro diz que encontrou pai “apagado” por conta de remédios

Bolsonaro segue em unidade semi-intensiva e passa por tratamento com antibióticos. Boletim médico relata melhora.
Bolsonaro segue em unidade semi-intensiva e passa por tratamento com antibióticos. Boletim médico relata melhora. (Foto: André Borges/EFE (Arquivo))

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O ex-vereador carioca Carlos Bolsonaro (PL) utilizou suas redes sociais nesta quinta-feira (19) para relatar mais uma visita a seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), no hospital DF Star, em Brasília. Condenado a 27 anos e três meses de prisão, ele está internado em uma unidade semi-intensiva por conta de uma broncopneumonia bacteriana.

"Ao entrar no quarto, me deparei com aquele homem forte 'apagado' na cadeira, com a cabeça baixa, soluçando enquanto dormia. [...] Me explicaram que, por conta das medicações fortes, sua sensibilidade está ainda mais elevada. Ele usa, inclusive, uma pulseira com a indicação: 'Risco de queda'", detalhou.

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Preso, ex-presidente foi encaminhado com urgência após episódio de febre e calafrios. Preso, ex-presidente foi encaminhado com urgência após episódio de febre e calafrios. (Foto: Andre Borges/EFE)

O último boletim médico, divulgado nesta quinta-feira (19), relata "boa evolução clínica e laboratorial nas últimas 24 horas". Bolsonaro recebe antibióticos na veia, o que já impactou o funcionamento dos rins. Por conta disso, os médicos regulam a medicação para que a dose combata a infecção sem causar efeitos colaterais graves.

"Meu pai segue na unidade semi-intensiva, com a voz fraca, sonolento por conta dos medicamentos e reclamou de respiração debilitada, certamente devido à terceira pneumonia seguida após sua prisão ilegal. Presenciei a coleta de mais de cinco ampolas de sangue para exames", continua o pré-candidato ao Senado por Santa Catarina.

O ex-presidente completa 71 anos neste sábado (21), mas ainda não há expectativa de alta. A defesa solicitou novamente ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes a concessão de prisão domiciliar humanitária. O ministro, no entanto, determinará outra perícia antes de uma nova decisão.

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