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Ciro Nogueira declara apoio a Messias no STF: “praticamente um piauiense”

Ao lado de Rueda, presidente do PP disse que gostaria que a indicação viesse de Bolsonaro.
Ao lado de Rueda, presidente do PP disse que gostaria que a indicação viesse de Bolsonaro. (Foto: Daniel Estevão/AGU; Saulo Cruz/Agência Senado)

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O presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PI), expressou apoio à indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), declarando que pode votar favoravelmente a ele na sabatina do Senado.

"É uma decisão pessoal de cada senador. Eu mesmo apoio, porque eu conheço a história. O Jorge Messias é praticamente um piauiense, viveu a vida inteira aqui, é uma pessoa qualificada. Eu gostaria que quem estivesse fazendo esta indicação fosse o presidente Bolsonaro, mas o povo escolheu que fosse o presidente Lula. Fez a indicação, nós temos que respeitar", declarou nesta segunda-feira (6), ao lado do presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda.

Messias é natural de Pernambuco, estado que já teve 11 ministros na Corte. O último deles foi Frederico de Barros Barreto, que se aposentou em 1963. Já o Piauí teve no ministro Nunes Marques seu sexto nome ao Supremo.

Para a aprovação, são necessários ao menos 41 votos dos 81 senadores. De acordo com o site "Votos Senadores", mantido pelo deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO), já há 14 votos a favor de Messias, 22 contrários e 45 ainda indefinidos.

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A plataforma já contabiliza Nogueira como voto favorável, mas mantém nomes como o do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) e o do senador Cid Gomes (PSB-CE) como indefinidos. Pacheco almejava o cargo, contando inclusive com o apoio do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

Demorou quase seis meses entre a aposentadoria do ex-ministro Luís Roberto Barroso e o envio da mensagem de indicação pelo presidente Lula (PT). O anúncio ocorreu bem antes, em novembro de 2025, mas a tensão com Alcolumbre fez com que o petista atrasasse a formalização.

Agora, cabe ao presidente do Senado enviar a documentação à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Por lá, a matéria será relatada pelo senador Weverton Dias (PDT-MA), o mesmo que é investigado na Operação Sem Desconto, que apura fraudes em descontos associativos no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

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