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Pedido de Izalci e Gayer

Defensoria do DF investiga condições de saúde de Bolsonaro na PF

Defensoria do DF investiga condições de saúde de Bolsonaro na PF
Defensoria Pública do DF instaurou uma apuração sobre as condições de saúde de Bolsonaro na Polícia Federal. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

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A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) instaurou nesta terça-feira (13) um procedimento para investigar as condições de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília. Os pedidos de apuração foram apresentados pelo senador Izalci Lucas (PL-DF) e pelo deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO).

“Protocolei ontem, segunda-feira, 12/01, um pedido para que a Defensoria Pública investigasse as condições de saúde do presidente Bolsonaro na PF. Hoje, terça-feira, tivemos a informação de que o pedido foi acatado e a investigação foi aberta”, disse Gayer no X.

Izalci acusou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de conduzir uma “vingança” contra Bolsonaro, que foi condenado a 27 anos e três meses de prisão pela suposta tentativa de golpe de Estado.

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“O que estão fazendo com o presidente Bolsonaro é desumano. Isso tudo por vingança do ministro Alexandre de Moraes. A prisão domiciliar é fundamental para cuidar da saúde dele”, disse o senador em um vídeo divulgado nas redes sociais.

Na semana passada, o ex-presidente sofreu uma queda na cela durante a noite. Ele foi atendido pela equipe médica de plantão pela manhã. A defesa solicitou a transferência de Bolsonaro para o hospital, mas Moraes só a autorizou no dia seguinte.

O cardiologista Brasil Caiado, que acompanha Bolsonaro, afirmou que os exames apontaram uma lesão que caracterizava traumatismo craniano leve. Não foram detectadas lesões intracranianas.

No último fim de semana, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) afirmou que Bolsonaro vem apresentando tonturas e instabilidade ao se levantar após a queda.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) chegou a determinar a instauração de uma sindicância para avaliar o atendimento médico prestado pela PF. No entanto, Moraes anulou a medida e determinou que o presidente da entidade, José Hiran da Silva Gallo, seja ouvido pela corporação para explicar a "conduta ilegal do CFM".

A Gazeta do Povo procurou a DPDF, mas, até a publicação deste conteúdo não obteve resposta. O espaço segue aberto para manifestações.

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