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Eduardo Bolsonaro e o polêmico “novo AI-5”

  • PorGazeta do Povo
  • 31/10/2019 20:40

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) criou mais uma polêmica nesta semana. Em uma entrevista, ele comentou sobre a possibilidade de o governo implantar um novo Ato Institucional nº 5, uma das ferramentas mais duras da ditadura e que cerceou diversos direitos da população. A fala gerou repercussão imediata no Congresso, no STF e o próprio presidente Jair Bolsonaro (PSL) — seu pai —, teve que vir a público comentar o caso.

O Ato Institucional nº 5 foi o mais duro instituído pela ditadura militar, em 1968, ao revogar direitos fundamentais e delegar ao presidente da República o direito de cassar mandatos de parlamentares, intervir nos municípios e estados. Também suspendeu quaisquer garantias constitucionais, como o direito a habeas corpus. A partir da medida, a repressão do regime militar tornou-se mais dura.

O que representa o AI-5 na história do país, a repercussão da declaração, os desdobramentos e possíveis punições são o tema deste episódio do Gazeta Notícias. Confira o vídeo.

Confira reportagem sobre o tema ➡ http://bit.ly/33aWhoU

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Comentários [ 1 ]

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  • E

    Eduardo Prestes

    ± 0 minutos

    Não se pode discutir o Regime Militar sem considerar junto a ameaça marxista e o contexto da época, onde a esquerda estava empenhada no uso da violência e execução de opositores. O que a esquerda fez na URSS, China, Cuba, Camboja, Coréia do Norte, Europa Oriental e tantos outros lugares não pode ser esquecido. E todas as vezes em que criticarem o Regime Militar, os esquerdistas deveriam ser lembrados dos crimes e atrocidades cometidos pelos marxistas. Só existiu um Regime Militar em função da agressão anterior marxista. Eles falam do Regime Militar como se fosse algo monstruoso, e não foi. Monstruoso foi o que os marxistas fizeram na China, URSS, Camboja, Iugoslávia, Romênia, Albânia, etc.

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