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Recuperação

Michelle relata que Bolsonaro não consegue se alimentar sozinho após cirurgia

Ex-primeira-dama diz que marido está "chateado" por precisar de auxíliio para se alimentar
Ex-primeira-dama diz que marido está "chateado" por precisar de auxíliio para se alimentar (Foto: Andre Borges/EFE)

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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está "chateado" por não conseguir se alimentar sozinho. Ele se recupera de uma cirurgia para tratar de uma lesão no ombro direito. Por ser destro, precisa de ajuda nas atividades motoras.

"Passando para informar que ele está tendo uma boa evolução, com a dor controlada. Está apenas um pouquinho chateado, pois ainda não consegue se alimentar sozinho. Como a cirurgia foi no ombro direito e ele é destro, isso o impossibilita neste momento. Estou o ajudando em suas limitações. Já fez a troca de curativos e está sendo avaliado pela equipe médica", disse Michelle em suas redes sociais neste domingo (3).

No mesmo dia, o Hospital DF Star informou que a evolução clínica e o controle da dor ocorrem conforme o esperado, e que o ex-presidente passa por reabilitação motora, além de receber analgésicos e medicamentos para reduzir o risco de trombose.

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Bolsonaro se queixava de dores no ombro direito. A equipe médica aproveitou a internação por broncopneumonia para convocar o ortopedista Alexandre Paniago, especialista em ombro. Após uma ressonância magnética, foi constatada uma lesão no manguito rotador, grupo de músculos e tendões que estabilizam a articulação.

Na ocasião, o cardiologista Brasil Caiado, que comanda a equipe médica, avaliou como possível que a lesão tenha sido causada pela queda sofrida em sua cela na Superintendência da Polícia Federal (PF).

A cirurgia foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes em 30 de abril. No último dia 24, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, havia se manifestou a favor do pedido da defesa para a realização do procedimento.

Bolsonaro está em prisão domiciliar, mas pode voltar ao 19º Batalhão de Polícia Militar de Brasília, conhecido como "Papudinha", em junho, quando terminam os 90 dias autorizados por Moraes.

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