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STF

Moraes autoriza visita a Bolsonaro enquanto Michelle passa por exames

Ida ao hospital ocorre na véspera da convenção que pode oficializar candidatura de Michelle ao Senado pelo DF.
Ida ao hospital ocorre na véspera da convenção que pode oficializar candidatura de Michelle ao Senado pelo DF. (Foto: Andre Borges/EFE)

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes liberou, no sábado (1º), a entrada de Geovanna Kathleen na casa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), para cuidar dele e de sua filha mais nova, Laura, enquanto a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) passa por exames para averiguar uma enxaqueca recorrente. Geovanna é meia-irmã de Michelle.

Na decisão, Moraes determina que a defesa informe imediatamente quando Michelle retornar para casa, o que ainda não ocorreu. Na noite deste sábado, a ex-primeira-dama postou uma foto para celebrar o fim do jejum necessário à realização do exame. Na publicação, ela aparece em um quarto de hospital com um acesso na veia e com um eletrodo no peito.

Formada em Arquitetura e Urbanismo, Geovanna surgiu nas notícias pela primeira vez em 2023, após ser nomeada como ajudante parlamentar no gabinete da senadora Damares Alves (Republicanos-DF).

Ida ao hospital ocorre na véspera da convenção que pode confirmar candidatura ao Senado

A ida ao hospital ocorreu na véspera da convenção do PL do Distrito Federal que pode confirmar a candidatura de Michelle ao Senado. A ex-primeira-dama deixou a presidência do PL Mulher em meio a um atrito com Flávio - já superado - e, com isso, ficou em aberto se a decisão de concorrer se manteria.

Enquanto Michelle passava pelos exames, a deputada federal Bia Kicis (PL-DF) participava de um evento para anunciar sua pré-candidatura, um dia antes de se tornar candidata. Na ocasião, ela também confirmou que a aliada disputará o Senado ao seu lado.

"Michelle Bolsonaro anuncia que ela é, sim, pré-candidata ao Senado pelo Distrito Federal. Acabou a dúvida. Acabou o mistério", afirmou. A ex-primeira-dama, no entanto, ainda não fez nenhuma declaração pública neste sentido.

Bolsonaro não pode receber visitas por 30 dias

Bolsonaro enfrenta uma restrição de visitas de duas camadas: no dia 13 de julho, Moraes suspendeu o acesso do ex-presidente a seu filho e advogado, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A decisão ocorreu após a divulgação de uma carta ao eleitorado em que Jair reitera que Flávio é seu sucessor na corrida presidencial.

Quatro dias depois, o ministro decidiu endurecer as restrições e suspendeu por completo o direito a visitas por 30 dias, além de proibir as "visitas com finalidade político-eleitoral" e a divulgação de "manifestos político-eleitorais" até o final das eleições.

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