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Recondução

Moro retorna à CCJ como suplente e participará de sabatina de Messias

Moro retorna à CCJ como suplente e participará de sabatina de Messias
Moro retorna à CCJ como suplente e participará de sabatina de Messias. (Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado)

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O senador Sergio Moro (PL-PR) afirmou nesta terça-feira (28) que retornou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) como membro suplente, após ter sido retirado do colegiado na véspera. A mudança, segundo ele, foi viabilizada por articulação do próprio partido, permitindo sua participação na sabatina do ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Em pronunciamento, Moro agradeceu ao senador Eduardo Gomes (PL-TO) pela atuação que possibilitou seu retorno, ainda que em condição de suplente. Com isso, ele poderá participar da oitiva e fazer questionamentos ao indicado. 

“Agora tive a oportunidade de retornar à CCJ como membro suplente por uma ação também do meu partido”, disse. 

Mesmo fora da titularidade, Moro destacou que a nova condição assegura sua presença na sabatina de Messias. O senador afirmou que pretende fazer perguntas “respeitosas”, mas consideradas necessárias para a avaliação do nome indicado ao STF. Ainda assim, Moro afirmou que sua participação na oitiva será importante para esclarecer pontos e contribuir com o debate antes da deliberação final no Senado. 

O parlamentar reiterou também que pretende votar contra a indicação de Jorge Messias no plenário. Segundo ele, a decisão foi antecipada após sua retirada inicial da CCJ, embora costume aguardar a sabatina para definir posição. 

A sabatina ocorre no âmbito da CCJ e é etapa obrigatória antes da votação no plenário do Senado Federal, responsável por aprovar ou rejeitar a indicação presidencial.

VEJA TAMBÉM:

Moro reforçou críticas à retirada anterior 

Moro voltou a criticar o episódio que resultou em sua saída da comissão como titular. Segundo ele, a movimentação teve motivação política e buscou impedir sua atuação no colegiado. 

Ele atribuiu a articulação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e classificou a medida como parte do “jogo político”, mas conduzida de forma “sorrateira”. 

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