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Reforma tributária terá quatro etapas e não vai reduzir carga de impostos

  • PorGazeta do Povo
  • 18/11/2019 10:07
Cédulas de 100 e 50 reais. Foto: Pixabay
Cédulas de 100 e 50 reais. Foto: Pixabay| Foto: LK Ventura/Pixabay

A reforma tributária do governo Jair Bolsonaro (PSL) deve ser encaminhada ao Congresso em quatro etapas, de acordo com o secretário especial da Receita Federal, José Roberto Tostes Neto. Em entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo", ele disse que as alterações propostas pela equipe do ministro Paulo Guedes devem mexer no PIS e na Cofins; no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); no Imposto de Renda (IR) para pessoas físicas e jurídicas; e nas folhas de salários das empresas.

De acordo com o secretário, porém, as alterações não devem alterar a carga tributária praticada no país – hoje estimada em pouco mais de 35% do Produto Interno Bruto (PIB).

"[A carga tributária] não poderá ser maior nem menor do que é hoje. Haverá um mecanismo para avaliar o impacto na carga tributária no período de um ano. Se a arrecadação do novo tributo for maior que a taxa de crescimento da economia, ou seja, se houver aumento efetivo de carga, a alíquota será reduzida. Se, ao contrário, a arrecadação for menor que o crescimento, a alíquota subirá, para produzir o mesmo nível de arrecadação que os dois tributos produzem hoje", explicou o secretário ao "Estadão".

Veja, em detalhe, quais serão as etapas da reforma tributária do governo, segundo o secretário da Receita:

1. Criação de um imposto de valor agregado federal

A primeira etapa, que deve ser encaminhada ao Congresso ainda em novembro de 2019, diz respeito à unificação do PIS e da Cofins. Ambos passariam a formar um único imposto de valor agregado federal, batizado de Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).

A alíquota do CBS seria única, estabelecida entre 11% e 12%, e incidiria sobre todos os bens e serviços – incluindo os digitais. O governo ainda estuda se estabelecerá um tratamento diferenciado para setores como o de serviços, da construção civil e do transporte urbano.

"Haverá uma simplificação enorme em relação ao que temos hoje. (...) A apuração será simples, com a utilização de todos os créditos tributários.  As empresas vão pegar o imposto destacado na nota fiscal do que elas compram e comparar com o imposto destacado na nota fiscal do que elas vendem. A diferença será o imposto devido. Isso vai significar uma redução de custo para o contribuinte, de horas gastas para registro, preparação de declarações e prestação de informações e dos pagamentos", defendeu Tostes Neto na conversa com o jornal paulista.

Essa etapa da reforma, que deve ser proposta via Projeto de Lei, também incluirá o fim da desoneração da cesta básica. Em troca, o governo estabeleceria um mecanismo de devolução do imposto pago sobre os produtos da cesta para beneficiários de programas sociais. Proposta semelhante já está na reforma que tramita na Câmara dos Deputados, de autoria do deputado Baleia Rossi (MDB-SP).

2. Transformação do IPI e revisão da Cide

Na segunda etapa, prevista para o início do ano que vem, o IPI seria transformado em um imposto seletivo. O tributo incidiria sobre produtos como cigarro, bebidas e veículos, com alíquotas específicas (que ainda estão sendo estudadas pelo governo). A alteração deve ser enviada ao Congresso por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC).

"Olhando isoladamente, alguns produtos que hoje pagam IPI deixarão de pagar. Mas eles podem ter redução no IPI e aumento em outra imposição. No conjunto das reformas, o efeito terá que ser nulo", disse o secretário.

Outra alteração da segunda fase deve ser a revisão da incidência da Cide. De acordo com Tostes Neto, a tendência é que a contribuição desapareça e seja incorporada à CBS, criada na primeira fase da reforma.

3. Mudanças no Imposto de Renda

A terceira etapa está prevista para o primeiro trimestre de 2020, e deve envolver alterações no IR tanto para pessoas físicas quanto para pessoas jurídicas.

No primeiro caso, a ideia é elevar a faixa de isenção e, ao mesmo tempo, reduzir a quantidade de faixas de renda para cálculo do imposto. Outras alterações devem ser a limitação das deduções de gastos com saúde e educação e a tributação sobre lucros e dividendos.

"A regressividade do Imposto de Renda não está na tabela de alíquotas, mas na estrutura de deduções. Isso é que é regressivo, porque quem tem mais deduz mais e, portanto, paga menos proporcionalmente do que quem ganha menos e não tem deduções. Muitos utilizam até o desconto simplificado porque não têm deduções para abater de sua renda tributada. Então, deve haver uma revisão desse conjunto de deduções que reduzem a base de cálculo e tornam o imposto regressivo. As deduções não vão acabar, mas pretendemos estabelecer limites que possam diminuir a regressividade", defendeu o secretário.

Para as empresas, a principal alteração deve ser a redução na tributação sobre o lucro (o que inclui a CSLL), de 34% para 20%. A diminuição deve ocorrer em um período mais longo, entre cinco e oito anos.

4. Desoneração da folha de pagamentos

Por fim, a última etapa da reforma, também prevista para o ano que vem, deve incluir a eliminação dos encargos que incidem sobre a folha de pagamento de salários. Essa alteração, entretanto, ainda está sendo estudada pela equipe econômica do governo.

"É a [fase] mais difícil, porque o montante é muito alto e a gente está ainda pesquisando fontes compensatórias para fazer essa desoneração. Saiu na semana passada uma desoneração parcial, só para jovens, mas a diretriz do ministro é tentar encontrar uma fórmula para fazer a desoneração geral – e estamos debruçados nisso. Ainda não temos uma fonte concreta que possa financiar tudo isso. Estamos com este desafio", afirmou Tostes Neto ao Estadão.

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Comentários [ 28 ]

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    Karpeno

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    Muitas reformas pela frente. Go go go Guedes

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    Marcos Gonçalo dos Santos

    ± 67 dias

    Tem quê ser rápido.

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  • M

    Maquiavel

    ± 69 dias

    Só trouxa que acredita em governo, principalmente quando dizem que vão reduzir impostos!!

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    Conan

    ± 70 dias

    Meu DEUS, é muita maldade, onerar produtos de cesta básica e "ajudar" quem recebe bolsa família? E os outros milhões de pobres; nunca, nunca mais voto em desgraçado de político nenhum; essas pragas do inferno só arrebenta com os pobres; pobre não tem cartão corporativo ilimitado não suas pestes!

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      Karpeno

      ± 66 dias

      Cuba está precisando de gente como você.

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      Nícolas

      ± 70 dias

      Pode parecer maldade, mas acabar com a farra dos preços relativos trará uma economia muito mais estável e benéfica (especialmente) para os pobres. Ainda estou para descobrir alguma intervenção estatal em preços de produtos que não possua efeitos colaterais e que afetem agentes de mercado (consumidores ou produtores)

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  • F

    FERNANDO LUIZ POZZOBON

    ± 70 dias

    É isso aí, fazendo e acontecendo... Tirar da letargia que nos caracterizou nas últimas décadas e principalmente nos últimos 15 anos...

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  • D

    Daniel Jr Hecke

    ± 70 dias

    O imprtante é simplificar os impostos. Simplificada a carga tributária poderemos diminuir os impostos.

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      Nícolas

      ± 70 dias

      Daniel, a carga tributária está mais relacionada à nossa política fiscal (o quanto o governo arrecada e gasta). Para o empresário, qualquer simplificação tributária que signifique menos tempo de contadores e menos advogados é bem-vinda, mas para a quantidade de tributo/imposto reduzir, o país precisa entrar em acordo sobre os serviços públicos: teria de reduzir a oferta deles e enxugar a máquina.

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      Juliano

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      KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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      Maykonn W.

      ± 70 dias

      O que? Os dois ai então preferem continuar com essa complicação quando se trata de impostos? Aposto que nem imposto de renda pagam.

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    • Y

      You live, you learn.

      ± 70 dias

      kkkkkkkk

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      Juliano

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      Kkkkkkkk

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  • S

    STF

    ± 70 dias

    “Reforma” é desejável, mas o necessário é uma “redução” da nossa carga tributária para pessoas, empresas e para aumentar o consumo.

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  • E

    Emerson Luís

    ± 70 dias

    Eles ainda não têm uma fonte concreta para financiar a redução da carga tributária? Que tal reduzir os gastos estatais e governamentais? Só o STF consome meio bilhão de reais por ano...

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    Baulé

    ± 70 dias

    precisa haver um gatilho ou mecanismo que force a redução a longo prazo, de novo mais uma reforma meia boca do possível muito aquém do necessário, e esperem que os abutres do congresso vão ainda dar sua mordida.....

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    Rafael Andrade Jardim

    ± 70 dias

    Como o senhor presidente engoliu a mentira da mídia e do senhor Rodrigo Maia sobre a nova CPMF, junto com o povo burro, não será possível desonerar a folha de pagamento. Logo, esse pântano da CLT continuará deixando metade de mão de obra fora do mercado de trabalho.

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      Nícolas

      ± 70 dias

      Sobre a CLT: muito se fala sobre o funcionalismo público, mas me pergunto se o dinheiro recolhido do celetista (FGTS, pis, pasep etc.) se voltasse para o trabalhador, seus salários não seriam muito semelhante aos dos servidores públicos? Penso nos servidores, os que carregam piano, não nos agentes políticos e a alta casta...

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      Nícolas

      ± 70 dias

      Se a CP fosse implementada, seria a farra dos lavadores de dinheiro. Ninguém deixaria valores em banco (eu me incluo aqui...) e as transações seriam todas em papel moeda já que ninguém gosta de pagar imposto (questionável, ainda por cima). Será que a Casa da Moeda teria papel suficiente para essa tarefa? Começo a ponderar se essa prática não nos traria alguma inflação...

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    Willian Cardoso de Souza Jesus

    ± 70 dias

    Td reforma q vem pra desburocratizar e simplicar a vida de nós brasileiras é bem vinda. Claro q no mundo ideal seria ótimo q essa reforma viesse com redução de carga tributária. Mas sabemos q, dps do rombo econômico e fiscal deixado pela quadrilha petista, a princípio isso terá q ser adiado até q consigamos restabelecer o equilíbrio fiscal e econômico do país. Oq vale destacar nisso é q o primeiro passo para alcançarmos tal objetivo e o consequente desenvolvimento econômico do país está sendo dado, graças ao governo Bolsonaro e sua grande equipe econômica, liderada pelo Super Ministro Paulo Guedes. Cada vez mais comprova-se q pra prosperarmos precisamos de MAIS MISES E MENOS MARX.

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      Willian Cardoso de Souza Jesus

      ± 69 dias

      Nícolas: Caso vc não saiba, JK era simpático ao Comunismo. Ele, inclusive, recebeu apoio dos comunistas ao longo do seu governo. Não à toa no governo dele houve a construção de Brasília, q basicamente isolou os políticos do cidadão comum. Algo típico de governos comunistas, q se isolam da população pra praticar sua tirania o mais distante possível de protestos. Ah, vale destacar q Oscar Niemeyer era MUITO COMUNISTA.

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      Nícolas

      ± 70 dias

      Só preciso salientar que o problema do país sempre foi fiscal e começou a se agravar com força desde JK, quando da construção de Brasília. Não que a turma de vermelho seja inocente, pelo contrário (perderam uma janela de oportunidade que não volta nunca mais e saquearam o que puderam). A reforma é muito bem-vinda, mas o cerne da questão continua sendo fiscal... O ministro e sua equipe têm se esforçado. Não concordo com tudo que foi proposto, mas só o fato de tirar o país da inércia já é de comemorar.

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  • J

    Josue Jürgen

    ± 70 dias

    Pela proposta inicial do Paulo Guedes a ideia era reduzir a aliquota no médio e longo prazo. Não ficou claro para mim se esta ideia permanece, mas manterão as aliquotas por um tempo até equilibrarem as contas e depois fazem as reduções, ou se manterão as aliquotas para sempre.

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      Willian Cardoso de Souza Jesus

      ± 70 dias

      Josue Jürgen: Concordo plenamente. A parte de comunicação do governo é, DE LONGE, a q mais deixa a desejar, desde o início do governo. Oq é irônico, pq foi justamente a comunicação pelas redes sociais a principal responsável pela eleição do Presidente.

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    • J

      Josue Jürgen

      ± 70 dias

      Willian Cardoso de Souza Jesus: eu não possuia uma dúvida não. Inclusive sigo bem a escola de Chicago e Austríaca. Meu ponto estava mais na relação de comunicação do governo, acho que ele deve sim explicitar todas as propostas. Acho que o Governo (todo ele) tem muito a melhorar em comunicação para que a população no fique na discussão do dia anterior sobre assunto X ou Y e sim sobre uma visão macro de Estado e de médio/longo prazo.

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    • W

      Willian Cardoso de Souza Jesus

      ± 70 dias

      Marcos: E ele fez bem de ter ficado fora do Brasil esse tempo. Afinal, q contribuição ao país um liberal poderia dar em um Brasil completamente dominado por intervencionistas e fechado pra visão econômica liberal??? Ele voltou no momento q viu q poderia contribuir com o desenvolvimento do país, como de fato tem feito. Inclusive, sendo reconhecido internacionalmente como O MELHOR MINISTRO DA ECONOMIA DO MUNDO. Não tente discutir com os fatos, colega. A não ser q vc seja esquerdista, q adora criar "realidades" subjetivas...

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      Willian Cardoso de Souza Jesus

      ± 70 dias

      O Paulo Guedes é um Ministro da Escola de Chicago. Ou seja, totalmente liberal. Oq significa q em hipótese alguma ele proporia uma alíquota congelada q não oscila de acordo com a arrecadação e o equilíbrio fiscal e econômico. Isso nem precisa estar explícito. Basta saber como funciona a linha liberal econômica q ele segue. Não estou menosprezando sua dúvida. Apenas ajudando a esclarecê-la. Espero ter conseguido...

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    • M

      Marcos Chatinho

      ± 70 dias

      Paulo Guedes foi apresentado ao Brasil por um animador de auditório. O homem passou 30 anos no Chile, nem deu bola para o Brasil. Agora virou o salvador da pátria. Daqui a pouco vai estar com a "Zelha" Cardoso de Mello em Nova Iorque. Ele mesmo já disse, que se se encher vai para os EUA.

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