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O Senado aprovou nesta terça-feira (1º) a indicação do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para o Tribunal de Contas da União (TCU). A vaga foi aberta com a saída antecipada do ministro Bruno Dantas. Foram 63 votos favoráveis e 4 contrários.
A votação de autoridades é sigilosa, não é possível saber em quem cada senador votou, apenas quais parlamentares participaram da votação. Após a aprovação no Senado, a indicação será analisada pela Câmara dos Deputados.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), anunciou a escolha de Pacheco na noite de segunda (31). Pacheco agradeceu aos colegas pela “confiança” e a Alcolumbre.
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“À Vossa Excelência, a minha gratidão eterna, não só por isso, mas por toda essa convivência que fez com que nos tornássemos grandes amigos”, disse o senador mineiro ao aliado.
O rito para escolha do novo ministro previa uma sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, mas Alcolumbre determinou que o projeto de decreto legislativo fosse analisado diretamente no plenário.
Pacheco está no final do mandato. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a articular para que ele disputasse o governo de Minas Gerais, mas o senador recusou. Durante a sessão, senadores da oposição e da base do governo elogiaram a escolha de Pacheco para o TCU.
A Corte de contas é formada por 9 ministros: 3 indicados pelo Senado, 3 indicados pela Câmara e 3 indicados pelo presidente da República. Dantas havia sido escolhido pelo Senado.




