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Rodrigo Constantino

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Cidades democratas como Los Angeles e New York estão infestadas de ratos!

Os democratas “progressistas” perderam qualquer elo com o povo real. Celebridades de Hollywood, em suas mansões milionárias, vão a programas de televisão confessar seus pesadelos sobre Trump, pregam o aborto não mais como um “mal necessário”, mas como um ato moral em si, e juram que o mundo vai derreter em breve. Enquanto isso, bem ali ao lado, cada vez mais ratos espalham doenças, o que merece atenção bem maior do cidadão comum.

Notícias essa semana mostraram como San Francisco, Los Angeles, New York e Seattle estão repletas de ratos, e doenças de países de terceiro mundo estão voltando a assombrar os americanos. Ben Shapiro dedicou boa parte de seu programa nesta quarta para falar disso. Ratos podem ser vistos à luz do dia nessas cidades dominadas por democratas há anos. Coincidência?

Claro que não! É um somatório de decisões demagógicas que acaba gerando esse quadro lamentável. Por exemplo, cada vez há mais homeless nessas cidades, e a polícia nada pode fazer. As leis protegem os desabrigados, e há casos em que o cocô de cachorro rende multa alta enquanto ser humano defecando na rua fica impune. O “humanismo” da esquerda é mal calibrado, pois sensacionalista.

O povo trabalhador que paga impostos tem o direito de viver em subúrbios decentes, com ruas limpas e seguras. Mas os “progressistas” não ligam para resultados concretos e para as demandas do povo, pois vivem de pura retórica estética. Com esses discursos populistas, ajudaram a criar impunidade e caos nas cidades que administram há décadas. Elas têm impostos cada vez maiores, e ruas cada vez mais infestadas de lixo.

Em Los Angeles, o trecho conhecido como “skid row” vai se alastrando, uma espécie de cracolândia. Agulhas usadas para consumo de heroína são encontradas no chão. Os sem-teto se acumulam com suas posses e ninguém pode fazer nada. Não é falta de sensibilidade demandar uma solução prática. Existem fatores distintos para levar alguém às ruas, como doenças mentais, vício e desemprego. Mas é preciso ser realista na hora de propor respostas. O que não dá é para ver a deterioração da vizinhança sem nada fazer.

Temas como esse capturam o interesse do povo, mas não das elites aprisionadas em suas bolhas “progressistas”. Quando uma atriz milionária vai no programa The Late Show de Stephen Colbert e alega que é incapaz de dormir, pois acorda suando no meio da noite com pesadelos com Trump porque ele não liga para as futuras gerações, isso pode gerar aplausos naquela plateia, mas não ecoa na população em geral.

Os democratas, cada vez mais radicais, apostam na bandeira do aborto tardio como “moralmente defensável” e no alarmismo climático, além de pregar sempre mais impostos para sua “justiça social”, enquanto o povão convive com crescentes sujeira e insegurança nas ruas. Essa pauta é muito mais concreta para a imensa maioria.

A esquerda quer sempre demonizar os outros com base em suas supostas intenções malignas, mas não consegue debater de forma séria com base em fatos, muito menos sobre assuntos do cotidiano. Tem que falar de abstrações, pois se depender de mostrar resultados práticos de sua gestão, está lascada. As cidades democratas estão infestadas de ratos. E não é figura de linguagem. É literal.

Rodrigo Constantino

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Sobre / 

Rodrigo Constantino

Economista pela PUC com MBA de Finanças pelo IBMEC, trabalhou por vários anos no mercado financeiro. É autor de vários livros, entre eles o best-seller “Esquerda Caviar” e a coletânea “Contra a maré vermelha”. Contribuiu para veículos como Veja.com, jornal O Globo e Gazeta do Povo. Preside o Conselho Deliberativo do Instituto Liberal.

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