i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?

Rodrigo Constantino

Foto de perfil de Rodrigo Constantino
Ver perfil

Um blog de um liberal sem medo de polêmica ou da patrulha da esquerda “politicamente correta”.

Intervenções estatais nos Estados Unidos e as maluquices da socialista Alexandria Ocasio-Cortez

  • PorRodrigo Constantino
  • 11/02/2019 11:50
Intervenções estatais nos Estados Unidos e as maluquices da socialista Alexandria Ocasio-Cortez
| Foto:

Por Roberto Rachewsky, publicado pelo Instituto Liberal

Quando ocorreu a queda da Bolsa de Nova Iorque em 1929, se encerrava um ciclo de prosperidade nos Estados Unidos que durou por todo governo ultraliberal de Calvin Coolidge, iniciado em 1923 e encerrado em 4 de março de 1929.

Calvin Coolidge promoveu uma política de redução de gastos, impostos e regulação na esfera federal que permitiu aos Estados Unidos, através da livre iniciativa, desenvolver-se ao ponto daqueles anos se chamarem, “Roaring Twenties ” ou na sua versão em português, “Anos Loucos”.

O fenômeno financeiro da queda da Bolsa, anunciava que correções precisavam ser feitas, já que não há ciclo econômico onde o valor dos ativos se mantenham em ascensão permanente.

A percepção do mercado era de que deveria haver ajustes para baixo nos preços da economia, desde o valor das ações, bem como dos produtos e serviços, inclusive dos salários.

Na contramão das expectativas do mercado, imaginando ser possível adotar medidas anticíclicas que protegessem a renda dos trabalhadores e a arrecadação de impostos do governo, o presidente recém-empossado Herbert Hoover resolveu adotar medidas que, diferentemente da sua vontade, acabaram agravando a crise.

Hoover resolveu aumentar os impostos para enfrentar a queda na captação de impostos, resolveu reduzir a oferta monetária para evitar um processo inflacionário e, de olho na próxima eleição, decidiu impedir que os industriais, comerciantes e banqueiros reduzissem os salários de seus empregados.

O resultado não podia ser mais óbvio, falências e demissões em massa jogaram a economia americana na lona, arrastando com ela os mercados do resto do mundo.

Com a situação econômica e financeira em frangalhos, em vez do governo americano deixar que o próprio mercado sarasse as feridas da crise e recuperasse a saúde naturalmente, quem sucedeu Hoover resolveu intervir ainda mais no mercado criando inflação, mais impostos e gastos, porque entendia que assim recuperaria a economia.

O resultado é que a recessão, que poderia ter sido de curta duração, acabou perdurando por quase uma década, desembocando ainda na Segunda Guerra Mundial.

O responsável por esse período doloroso da história econômica americana foi Franklin Delano Roosevelt, político democrata que nacionalizou e socializou vários serviços antes prestados pela iniciativa privada.

O programa intervencionista que agigantou o governo federal dos EUA e criou o estado de bem estar social, se chamava New Deal.

Passados quase 90 anos daquela experiência, surge na política americana a deputada federal do partido democrata, socialista empedernida, Alexandria Ocasio-Cortez com uma proposta de matar de inveja o mais radical dos coletivistas estatistas, para a qual dá o nome de “Green New Deal”, em alusão ao plano do presidente Franklin Delano Roosevelt.

Comparado com o New Deal original, a nova versão, concebida pela nova-iorquina do Bronx, de origem porto-riquenha, é um atentado fatal contra o que resta de capitalismo nos Estados Unidos da América.

O que o New Deal de Roosevelt não conseguiu relativizar em termos de livre iniciativa e propriedade privada, o Green New Deal de Ocasio-Cortez acabará por extinguir totalmente.

O que essa moça deseja é acabar com a civilização como conhecemos, impondo coercitivamente através do uso da força monopolizado pelo governo, leis que obrigam a sociedade americana a abrir mão de bens e serviços indispensáveis.

Algumas das insanidades previstas no projeto de lei que a socialista maluquinha deseja implantar é de deixar gente como Luciana Genro, Jandira Feghali ou Gleisi Hoffman com inveja.

Segue a lista das maluquices:

– Banir qualquer tipo de energia fóssil, não apenas o petróleo mas também o gás natural mesmo sendo das mais baratas formas de energia disponíveis e responsável pela redução da emissão de carbono nos EUA.
– Eliminar as plantas de energia nuclear que além de serem das mais limpas formas de geração de energia representam 20% da oferta de energia nos EUA.
– Transformar toda a frota de veículos, carros, caminhões e barcos movidos por motores a combustão para motores elétricos.
– Recondicionar cada construção, edifícios, armazéns, casas, o que for, para se tornarem energeticamente autossuficientes.
– Substituir as viagens aéreas por trens de alta velocidade que já se sabe há um bom tempo serem serviços altamente deficitários.
– Criar empregos estatais para todos os americanos que receberão salário suficiente para sustentar uma família e ainda atender as demandas quando ocorrer problemas de saúde, saídas de férias e aposentadoria.
– Educação vitalícia e gratuita para todos.
– O governo proverá alimentação saudável para todos.
– O governo proverá também cada americano com uma casa protegida, sustentável e adequada.
– O governo proverá segurança econômica para cada americano.
– Finalmente, para evitar a emissão de gases que provocam o efeito estufa, além de banir aviões, carros, etc. Banir o consumo de carne para evitar que as vacas emitam gases é uma possibilidade.

A lista de insanidades é um resumo feito por David Harsany, Senior Editor do The Federalist.

Faço a citação porque eu jamais perderia o meu tempo lendo uma peça legislativa de uma socialista como essa.

Se você está interessado nos detalhes do que propõe Alexandria Ocasio-Cortez – be my guest – e perca o seu próprio tempo.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Política de Privacidade.