Fonte: Folha
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O filósofo Luiz Felipe Pondé fala, em sua coluna de hoje na Folha, sobre a doutrinação esquerdista em sala de aula, o tema mais importante de todos, se quisermos um dia ter um país decente. É o câncer de nossa “educação”, um processo nefasto de lavagem cerebral que vem matando qualquer possibilidade de debate aberto nas escolas e universidades. Diz Pondé:

Quem disser que não existe pregação política socialista ou afins nas escolas e nas universidades mente ou é, simplesmente, desinformado. Chega-se ao cúmulo do ridículo quando se nega isso em público. Só se repete essa mentira em público porque a maior parte da audiência –feita de professores, alunos e gente “do ramo”– concorda com a pregação petista.

Já disse isso aqui, mas, como num mundo ruidoso como o nosso sempre precisamos repetir o óbvio, vamos lá: quase todo professor de humanas prega descaradamente em sala de aula a cartilha marxista, requentada ou não. E, assim, formará outros professores, artistas, cineastas, profissionais de TV e rádio, publicitários, advogados, jornalistas, enfim, um monte de gente que será massa de manobra de partidos como o PT e PSOL.

[…]

E nada vai mudar se você não se mexer (claro, se você não for um dos integrantes da seita retrógrada): seus filhos serão petistas e dirão que, sim, “podemos roubar e calar a boca dos outros, em nome da revolução”. […] Já existe censura na sala de aula. Recebo continuamente e-mails de professores e alunos em papos de aranha porque não rezam na cartilha dos “pastores do ópio dos intelectuais”.

[…]

Isso acontece da forma mais descarada que você pode imaginar. Portanto, não acredite quando ouvir muitos desses intelectuais ou professores (não são todos, mas, sim, são a maioria) dizerem que são a favor do “diálogo” ou do “debate”. É uma piada. Não existe diálogo ou debate na universidade ou na escola. É mais fácil você achar diálogo e debate numa igreja evangélica. Juro por Deus! Aleluia, irmãos!

Ironias à parte, não é mentira que nos meios evangélicos, tão detestados pela esquerda, haja mais confronto de ideias do que nas salas de aula com os professores “progressistas”, supostamente defensores da tolerância e da pluralidade. Quem não reza a cartilha politicamente correta sofre ostracismo. Quem não dança de acordo com a música está de fora. Você pode escolher qualquer cor, desde que seja algum dos 50 tons de vermelho.

Derrotar o PT foi fundamental para o Brasil não virar a Venezuela. Mas derrotar o petismo é crucial para o Brasil se tornar um país decente, desenvolvido. E isso só será possível se essa doutrinação ideológica e partidária for atacada, combatida com firmeza e determinação. Os pais que fazem pouco caso disso, achando que não há mal algum em seu filho ter “um ou outro” professor marxista, não sabe do risco que está correndo.

É uma seita, e das mais fanáticas. E ninguém está totalmente imune, ainda mais na juventude, suscetível aos encantos do apelo de autoridade do professor e da necessidade da sensação de pertencimento ao bando. Seu filho pode entrar uma pessoa educada e com um futuro promissor na faculdade, e sair um autômato eleitor do PSOL. Pense nisso!

Rodrigo Constantino

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