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Rodrigo Constantino

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Pesquisador da Embrapa expõe agenda internacional por trás da “proteção” indígena e do meio ambiente

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A Embrapa é das poucas instituições do estado que conseguiram manter um nível de excelência e relativa blindagem da politicagem, contribuindo assim para o desenvolvimento do nosso setor agropecuário, locomotiva do crescimento da economia. Marcos Lisboa já explicou em artigos, com base no trabalho de Fabio Chaddad, como ocorreu esse ganho de produtividade no setor.

Pois bem: está circulando pelas redes sociais uma palestra de quase meia hora do chefe de pesquisa da Embrapa, Evaristo de Miranda, que merece ser vista na íntegra e comprova o nível de excelência do trabalho da empresa.

Ali Evaristo provoca reflexão – incomoda o pensamento, como diz – com fatos muitas vezes ignorados por aqueles que falam do setor sem o devido conhecimento. Ele mostra como o Brasil já protege muito mais área do que os demais países, na verdade cerca de três vezes mais como se pode verificar nesse gráfico:

São quase duas Europas de área protegida. O custo disso, do ponto de vista de ativo imobiliário parado, sem levar em conta a produção desperdiçada, ultrapassa os R$ 3 trilhões, e os proprietários gastam mais de R$ 20 bilhões por ano só para manter essas áreas. O quanto que poderíamos produzir e exportar a mais se não houvesse tanta área protegida sob o pretexto de preservar o meio ambiente?

Evaristo mostra ainda o lobby globalista por trás dessa agenda. Uma campanha americana escancara a razão de pregar a manutenção de florestas no Brasil: impedir a concorrência com os produtores rurais americanos. O material é transparente, não se trata de teoria da conspiração. Produtores de milho dos Estados Unidos têm interesse em expandir mais e mais as reservas indígenas no Brasil, e o motivo não é nada nobre ou altruísta.

Com o novo governo Bolsonaro, há um alinhamento muito maior com a pauta produtora e contra essa “ideologia” que mascara interesses perversos dos globalistas. Se Bolsonaro reverter em parte esse quadro, aquele que é o setor que puxa nosso crescimento poderá crescer muito mais ainda!

É preciso se informar melhor sobre o que realmente está por trás das pautas de “proteção” dos índios ou do meio ambiente. O ecoterrorismo tem servido como escudo para impedir o desenvolvimento mais acelerado do nosso setor agropecuário, que tem enormes vantagens comparativas em relação ao resto do mundo. O Brasil tem potencial para ser o grande celeiro do planeta. Mas para tanto é preciso retirar amarras ideológicas que atravancam o setor. Tomara que o novo governo consiga ir nessa direção.

Rodrigo Constantino

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Sobre / 

Rodrigo Constantino

Economista pela PUC com MBA de Finanças pelo IBMEC, trabalhou por vários anos no mercado financeiro. É autor de vários livros, entre eles o best-seller “Esquerda Caviar” e a coletânea “Contra a maré vermelha”. Contribuiu para veículos como Veja.com, jornal O Globo e Gazeta do Povo. Preside o Conselho Deliberativo do Instituto Liberal.

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