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Rodrigo Constantino

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Reação aos “influenciadores digitais”, as meretrizes do PT, expõe viés ideológico do sistema

Os blogueiros reunidos com Lula: grupo ficou conhecido como esgotosfera

“Quem acessou o Twitter neste domingo (26) viu uma tendência incomum: o nome do Piauí aparecia entre os quatro principais “trending topics” — assuntos mais falados na rede social — nas primeiras horas do dia. Influenciadores digitais identificados com a esquerda foram convocados para exaltar a administração do governador Wellington Dias (PT), candidato à reeleição. A ação de marketing digital foi denunciada por uma das próprias personagens chamadas para a ação. Ao longo do dia, os principais envolvidos foram sumindo com a repercussão crescente do fato. 

Os elogios de tuiteiros iam da universalização do ensino técnico nos municípios piauienses até a redução expressiva nas taxas de homicídios em comparação com outros estados nordestinos. A onda tão positiva de publicações foi ridicularizada por outros usuários, que ironizavam os elogios dizendo que o Piauí era a “nova Dubai” ou uma “Suécia”. Em seguida, pediam dinheiro pela postagem. “

“Nas publicações em que denuncia o caso – que pode configurar crime eleitoral, segundo resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com multa de até R$ 30 mil – a jornalista influenciadora digital Paula Holanda contou ter participado do grupo de whatsapp que decidia quais seriam os temas das publicações. Além de Wellington, foram criados posts de elogios a Luiz Marinho e Gleisi Hoffman, com os quais ela disse ter concordado “sem resistência” por identificação pessoal. As postagens teriam sido pagas com valores em torno de R$ 1 mil, mas não há um valor preciso nem da remuneração pelas publicações e nem do total pela ação. “

O caso do “Piauígate” mostra como a esquerda usa métodos abjetos para tentar influenciar as eleições. Curiosamente, a mídia, as redes sociais e mesmo o TSE parecem mais preocupados com o engajamento orgânico da direita na internet, e basta ver o viés ideológico das “checagens de fatos” e dos banimentos ou bloqueios do Facebook para se certificar disso. O MBL passou a ser alvo de ataque constante, enquanto a real esgotosfera, aquela bancada pelo PT, é deixada de lado.

Carlos Andreazza comentou sobre a postura do TSE: “O TSE é uma espécie de grande Luiz Fux. Adora questões abstratas que jogam pra galera e cuja solução seja impossível. Daí por que esse lance concreto dos influenciadores bancados para elogiar petistas dará em nada. Muito trabalhoso. E não dá lacrada. Se fosse contra Bolsonaro…”

Leandro Ruschel também falou sobre o caso: “Queria trabalhar no Twitter só para ver os comedores de mortadela virtual apagando desesperadamente a propaganda que fizeram para o PT depois que a sacanagem veio à tona. Essa galera da esquerda é incorrigível”. Ele gravou um vídeo explicando melhor o ocorrido:

Flávio Gordon cobrou uma reação da turma de esquerda que comanda as redes sociais no país: “Aguardando o posicionamento de Daniele Kleiner, petista e gerente de segurança do Facebook Brasil”. Já a reação na esquerda foi a esperada: atacar os mensageiros, negar os fatos, ameaçar. Pablo Villaça, por exemplo, atacou Paula Holanda em tom de intimidação:

O que fica claro nisso tudo é que, uma vez mais, a esquerda é pura hipocrisia, com a cumplicidade de boa parte da mídia. Acusa os outros de “fake news” e de manipulação eleitoral, diz que os direitistas são movidos por interesses e ambição monetária, e fazem tudo isso em frente a um espelho. Ou seja, é projeção, é acusar o outro daquilo que ela mesma faz.

Esses “influenciadores digitais” são prostitutas morais pagas com dinheiro roubado do trabalhador, o que agrava ainda mais o quadro. Isso é manipulação da eleição, mas as redes sociais, a mídia e o TSE estão mais preocupados com a turma que voluntariamente, por acreditar, divulga coisas positivas do candidato da direita. O duplo padrão na reação é visível. Basta imaginar se fosse o PSL de Bolsonaro descoberto bancando essas meretrizes nas redes sociais.

Resta aguardar agora a reação do TSE. Deitado, de preferência, para não cansar muito as pernas…

Rodrigo Constantino

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Rodrigo Constantino

Economista pela PUC com MBA de Finanças pelo IBMEC, trabalhou por vários anos no mercado financeiro. É autor de vários livros, entre eles o best-seller “Esquerda Caviar” e a coletânea “Contra a maré vermelha”. Contribuiu para veículos como Veja.com, jornal O Globo e Gazeta do Povo. Preside o Conselho Deliberativo do Instituto Liberal.

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