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Bolsonaro é favorito em 2022 e oposição entra em desespero
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"Mesmo em meio a uma tempestade política e à frente de um país dividido, o candidato à reeleição segue firme, forte e inabalável". Eis o subtítulo da chamada para reportar a nova pesquisa do Instituto Paraná, feita pela revista Veja, que não é exatamente um veículo bolsonarista.

Segue a revista: "O governo Jair Bolsonaro passou nos últimos três meses por uma tempestade política perfeita. À crise inaugurada pela pandemia do novo coronavírus, menosprezada pelo presidente desde o início, somaram-se a conturbada demissão de seu ministro mais popular, Sergio Moro, duas trocas no Ministério da Saúde, a abertura de um inquérito para apurar interferência política na Polícia Federal, a divulgação em vídeo de uma escabrosa reunião de seu gabinete, o cerco a bolsonaristas radicais em duas investigações do Supremo, a prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, em uma casa do advogado de Bolsonaro, o diagnóstico de Covid-19 do chefe do Executivo e o saldo nefasto de mais de 80 000 mortos pela doença".

Dia difícil para os "radicais de centro". Talvez isso tenha alguma relação com a postura um tanto oportunista e mesmo golpista dessa turma. Eu era de um grupo de WhatsApp com a turma "liberal" que fazia até bolão para ver quanto tempo Paulo Guedes aguentava no governo, já que ele seria usado pelos "integralistas". PG segue firme e forte e essa galera hoje faz campanha intensa para derruba-lo. Não é traição do ministro; é deles mesmo!

E não adianta mencionar CPMF, pois Marcos Cintra já era da equipe desde o começo e todos sabiam que ele era o "homem de uma nota só". Quem mudou? Claro que o governo tem defeitos e se afastou de algumas pautas vencedoras, pois isso se chama governar num país como o Brasil, dominado por um Congresso fragmentado e poderoso. Mas isso explica tratar o governo como o pior do mundo e da história?

Pior é aturar essa mesma turma me chamando de "vendido". O público percebe, porém, e por isso eles derretem na irrelevância, enquanto os "passadores de pano", segundo sua narrativa patética, conquistam cada vez mais audiência. Fico orgulhoso de fazer parte desse timaço de analistas independentes:

Enquanto isso, eis o nível de guinada da patota "liberal":

É triste quando jovens arrogantes e oportunistas não percebem sua própria insignificância. Agora é o Kim que fala em nome do liberalismo, não Paulo Guedes! Trata-se de puro desespero, pela falta de narrativa, pela exposição escancarada do jogo de puro poder, deixando de lado o patriotismo, o espírito público.

Diante dessa situação, a turma está um tanto desesperada. Daí a simples conversa do presidente com garis vira motivo para trata-lo como um assassino cruel:

Comentei sobre essa "não-notícia" no Jornal da Manhã hoje:

Não é preciso ser um bolsonarista fanático, daqueles que idolatram o "mito", para perceber que há um jogo sujo do establishment contra o governo. E a postura reativa, legítima, em defesa das instituições e da democracia, é defender o governo desses ataques pérfidos, que passam longe de críticas construtivas.

Melhor a oposição tomar um remedinho para dor de cabeça...

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