
Uma grave crise fiscal, protestos populares e a pressão internacional, incluindo ações militares dos EUA, colocam o regime iraniano em uma posição de vulnerabilidade sem precedentes. Analistas apontam para um possível colapso do governo dos aiatolás em meio a um cenário de enfraquecimento.
O que está enfraquecendo o governo do Irã?
O regime enfrenta uma forte onda de protestos populares motivada pela crise econômica e pela repressão. Além disso, sua capacidade de projetar poder na região foi abalada após uma devastadora guerra e ações militares de Israel que enfraqueceram seus aliados, como o Hezbollah e o Hamas.
Qual é o papel dos EUA nesse cenário?
A política externa americana, baseada no princípio de "paz pela força", é vista como um fator decisivo. Ações como um ataque bem-sucedido a instalações nucleares iranianas e a captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro demonstraram uma postura firme, que incentiva a oposição interna.
Existem condições para uma revolução no país?
Sim. Analistas indicam que o Irã apresenta quase todas as cinco condições históricas para uma revolução bem-sucedida. São elas: crise fiscal, elites divididas, oposição diversa, uma forte narrativa de resistência e, crucialmente, um ambiente internacional favorável aos opositores do regime.
Por que o regime é chamado de "regime zumbi"?
O termo é usado porque, embora ainda no poder, sua legitimidade, ideologia e economia estariam mortas ou em fase terminal. O que o mantém funcionando é unicamente o uso da força repressiva contra a sua própria população, que continua a protestar vigorosamente por liberdade.
O que falta para a queda do regime?
O elemento decisivo que ainda não se concretizou é a perda de apoio das forças de segurança. Para que o colapso ocorra, militares e policiais precisariam decidir que não se beneficiam mais do regime e, portanto, não estariam mais dispostos a reprimir e matar manifestantes para mantê-lo.
Este conteúdo foi gerado com inteligência artificial. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema consulte a reportagem a seguir.
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Rodrigo Constantino é economista pela PUC com MBA de Finanças pelo IBMEC, trabalhou por vários anos no mercado financeiro. É autor de vários livros, entre eles o best-seller “Esquerda Caviar” e a coletânea “Contra a maré vermelha”. Contribuiu para veículos como Veja, O Globo e Gazeta do Povo. Preside o Conselho Deliberativo do Instituto Liberal. **Os textos do colunista não expressam, necessariamente, a opinião da Gazeta do Povo.




