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A Flórida aprovou um projeto de lei que qualquer pessoa minimamente razoável vai considerar sensato. Diz simplesmente que não cabe aos professores de escolas públicas "ensinar" sobre ideologia de gênero para crianças da sétima ou oitava série, uma vez que isso é assunto para os pais. Ou seja, o projeto rejeita a doutrinação ideológica, nada mais. Nada controverso, certo?

Errado. Como a esquerda "progressista" está cada vez mais radical, a reação ao projeto foi enorme e histérica. A Secretária de Imprensa da Casa Branca se manifestou afirmando que é uma lei discriminatória, e que afeta as crianças justamente numa fase em que elas precisam aprender sobre gênero para evitar preconceitos. O ator Mark Hamill, o eterno Luke Skywalker, tuitou a palavra "gay" diversas vezes como "protesto":

A mídia automaticamente adotou o linguajar distorcido das celebridades para chamar em todas as manchetes o projeto de lei de "não diga gay", o que não tem absolutamente nada a ver com a lei de fato. Ninguém será punido por falar "gay", o que inclusive iria contra a Primeira Emenda. A única coisa que a lei diz é que não cabe aos professores "ensinar" crianças sobre ideologia de gênero. Não importa: eis alguns exemplos das chamadas na imprensa:

Isso mostra ao menos duas coisas: primeiro, que a imprensa nada mais é do que uma extensão da ala radical do Partido Democrata, endossando sua linguagem ideológica para fazer militância em vez de jornalismo; segundo, que a esquerda entra em desespero se não puder mais doutrinar crianças sobre sexo.

A utopia "woke" precisa de cobaias, cada vez mais novas, para enfiar cabeça adentro conceitos um tanto bizarros, como a ideia de que uma criança de seis anos pode estar aprisionada num corpo "errado" e deve "aprender" sobre as possibilidades de tratamento para mudança de sexo. Essa gente é simplesmente louca!

Nossos "jornalistas" vivem numa bolha extremista e confundem seus pares igualmente radicais com o povo lá fora. No caso brasileiro, por exemplo, esses militantes disfarçados acham que a "moda" é um show do Caetano! Só isso explica divulgarem a chamada patética de que usar o boné do MST está na moda, como fez o UOL:

Nessas horas agradeço a Deus pela escolha de ter vindo morar na Flórida e ter um filho americano, que será educado em escolas públicas que proíbem a ideologia de gênero. Além disso, vai aprender sobre os "pais fundadores" como George Washington, Benjamin Franklin e Thomas Jefferson, em vez de "heróis" como Che Guevara ou Stédile. Eu teria que estar maluco para desejar tira-lo desse ambiente e leva-lo para as escolas "progressistas" do Rio, não é mesmo?

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