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Rodrigo Constantino

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Censura

Imagina na eleição…

"Presidente Lula abraça o ditador venezuelano Nicolás Maduro durante encontro oficial em Brasília, em maio de 2023
Histórico: Lula recebe Nicolás Maduro em Brasília em 2023. Com a prisão do ditador, a antiga proximidade se torna munição para a oposição e risco político para 2026. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

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Como seu último ato no governo, Lewandowski usa o Ministério da Justiça para enviar um pedido de investigação contra Flávio Bolsonaro à Polícia Federal. No documento, deputada petista denuncia uma suposta prática de crimes contra a honra de Lula por associação com Maduro.

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O Ministério da Justiça encaminhou à Polícia Federal o pedido da deputada federal Dandara Tonantzin (PT-MG) para que a corporação investigue o senador Flávio Bolsonaro (PL) por publicações que associam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao venezuelano Nicolás Maduro. Onde já se viu associar Lula a Maduro, não é mesmo?!

O pedido foi protocolado em 7 de janeiro e enviado à PF no dia seguinte. No documento, a deputada denuncia uma suposta prática de crimes contra a honra de Lula ao citar uma postagem do pré-candidato do PL à Presidência na qual ele afirma que Maduro iria delatar o petista, o que causaria o fim do “Foro de São Paulo”. A publicação ocorreu após o venezuelano ter sido capturado pelos Estados Unidos.

À medida que a eleição se aproxima, o consórcio PT-STF começa o processo de blindagem de Lula, para que ninguém possa lembrar de suas credenciais nada democratas, de sua paixão por tiranos. Mas o povo não tem memória tão curta assim

Vejamos: Lula é o fundador do Foro de SP ao lado de seu velho companheiro Fidel Castro. Lula desde sempre defende a ditadura venezuelana, chegando a fechar contratos suspeitos entre Petrobras e PDVSA, pressionar pela entrada da Venezuela no Mercosul mesmo sem as cláusulas democráticas e gravar vídeos de apoio direto ao ditador socialista, como este aqui, onde Lula rasga elogios ao ditador.

Durante a última eleição, o TSE vetou veículos de imprensa tradicionais, como esta Gazeta do Povo, de lembrar desses elos históricos entre Lula e ditadores socialistas. Mas um dos primeiros atos de Lula após eleito foi justamente receber Maduro no Brasil, com tapete vermelho, militares prestando continência e elogios escancarados ao tirano.

O deputado Carlos Jordy comentou: "Piada pronta. Antes de deixar o Ministério da Justiça, Lewandowski pediu que PF investigue Flávio Bolsonaro por associar Lula ao ditador Maduro. Vai começar a censura igual a de 2022". Todos sabem das ligações entre Lula e Maduro, do Foro de SP, mas como Maduro foi capturado pelos Estados Unidos, agora é para fingir que Lula é um democrata que nunca bajulou o companheiro narcoditador.

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À medida que a eleição se aproxima, o consórcio PT-STF começa o processo de blindagem de Lula, para que ninguém possa lembrar de suas credenciais nada democratas, de sua paixão por tiranos. Mas o povo não tem memória tão curta assim, e o momento é desfavorável para o petista, pois seus companheiros estão tendo de libertar presos políticos sob pressão de Trump. Carlos Bolsonaro comentou:

Diversos países da América Latina passaram recentemente por processos de libertação de presos políticos, conforme registrado pela imprensa internacional. Na Venezuela, opositores, jornalistas e ativistas de direitos humanos foram soltos após pressão externa. Na Nicarágua, dezenas de detidos por motivação política - entre líderes religiosos, opositores e ex-autoridades - também estão rumando à liberdade. Movimentos semelhantes ocorreram na Colômbia e na Bolívia, em contextos de revisão política e institucional. Em contraste, no Brasil, presos políticos seguem encarcerados, enquanto o país passa a ser comparado, sem exagero, a regimes fechados como a Coreia do Norte - reflexo direto da degradação institucional e da várzea em que transformaram o Estado de Direito. Então nas eleições brasileiras de 2022 o TSE proibia de citar as intimas relações entre lula, Maduro e Ortega. Agora começa a fazer sentido a iniciativa do “zeloso tribunal eleitoral brasileiro”.

Se em 2022 já houve esse esforço de proteger Lula, imagina agora! Se em janeiro, de saída do ministério, Lewandowski tenta intimidar Flávio Bolsonaro simplesmente por falar da profunda ligação entre Lula e Maduro, imagina como estaremos em julho! Que todos possam se lembrar sempre daquilo que o sistema tenta mascarar: Lula nunca foi um democrata, e sim um grande admirador dos piores ditadores do planeta!

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