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A guerra iniciada pela invasão da Ucrânia pela Rússia mostrou, uma vez mais, os perigos da dependência de insumos básicos vindos de países dominados por tiranias. A lição deveria ser sobre o risco da agenda ambientalista radical, que tornou o Ocidente refém do petróleo e do gás oriundos da Rússia, assim como a ameaça ao fornecimento de fertilizantes para nosso agronegócio, quando o mundo impõe sanções econômicas ao agressor.

Em vez de aprender essa lição e pregar a redução da burocracia que impede a produção desses insumos no próprio Ocidente, a esquerda “progressista” prefere dobrar a aposta, falar em “energia limpa” e ignorar o flerte dos Estados Unidos com a ditadura socialista venezuelana. Pura hipocrisia. Já no Brasil não é diferente: nossa esquerda caviar se revolta contra um projeto de lei que tornaria mais fácil a exploração de terras indígenas para produzir os necessários fertilizantes para nosso agronegócio, locomotiva da nossa economia.

Os suspeitos de sempre saíram do Leblon e da Vila Madalena para demonstrar sua ignorância e usar os índios como mascotes, condenando a “exploração capitalista”. Para figuras como Caetano Veloso, índio quer apito, não acesso aos bens materiais de que ele desfruta. É uma mistura de visão estética de mundo com o romantismo inspirado em Rousseau, o filósofo da vaidade, com base na crença patética do “bom selvagem”. Serve para acalentar os corações de uma elite culpada, nada mais. E os índios de carne e osso que se danem!

Afinal, a Amazônia tem enormes riquezas naturais, mas o pior IDH do país. São vinte milhões de habitantes sacrificados no altar de uma ideologia carcomida. A turma dos artistas decadentes não quer saber disso. Do conforto de suas luxuosas casas, busca só monopolizar virtudes com discursos furados. São eleitores de Lula, que por sua vez já alertou que, caso eleito, não permitiria o garimpo em terras indígenas, pois eles têm direito a uma “vida digna”. Resta combinar com a realidade. Petistas enxergam reservas indígenas como zoológicos humanos, isso está claro.

O mesmo Lula ameaçou que vai governar com o MTST, um movimento invasor criminoso. Com os artistas, estava alguém portando um boné do MST, o braço rural dessa mentalidade radical. E para piorar, essa gente foi recebida para fotos por ministros do STF, que em breve terão de julgar questões constitucionais sobre o assunto. É tudo tão bizarro que fica difícil até comentar. Não temos juízes supremos, mas sim militantes supremos. O STF virou um partido político de oposição ao governo Bolsonaro. Os ministros sequer escondem sua agenda revolucionária. É simplesmente uma vergonha!

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