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O caso Master chegou com tudo no STF. Até a Polícia Federal pediu o afastamento de Dias Toffoli como relator do caso, após acesso a dados que mostram ligações e transferência de dinheiro entre Daniel Vorcaro e o ministro. A coisa é tão escandalosa que só numa republiqueta das bananas o ministro continua não só no STF, mas como relator do caso!
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Mas muitos já estão falando das novas informações comprometedoras, e cobrando respostas do ministro: Qual a origem de recursos para ser sócio de um resort? Os irmãos eram laranjas no negócio? A grana transferida por Vorcaro é compatível com sua parcela oficial na sociedade? Não é suspeito o relator ter relação tão próxima com o principal investigado? E por aí vai...
Aqui quero dar outro enfoque, que Flavio Gordon chamou a atenção. "Nunca esquecer: foi essa ralé de toga que prendeu Bolsonaro e tantos brasileiros inocentes, trabalhadores, honestos, pais, mães, avôs e avós de família". Agora que a velha imprensa despertou de seu profundo sono e voltou a fazer jornalismo, o que ela tem a dizer sobre o perfil daqueles que julgaram e condenaram Bolsonaro e seu entorno?
O que fica claro é que o STF foi aparelhado por gente sem qualquer condição de ocupar cargos tão importantes, e que essa instrumentalização serviu para perseguir o bolsonarismo. Muitos jornalistas foram cúmplices. Agora estão vendo o grau de corrupção de seus queridos 'juízes'
Será que os jornalistas vão continuar fingindo que houve um julgamento sério e imparcial, e de repente Moraes e Toffoli se tornaram corruptos? Será que um ministro que tem um contrato de R$ 129 milhões entre o escritório de sua família e um banco fraudador é um juiz decente que julga com base nas provas?
A mídia foi cúmplice do STF nessa perseguição implacável ao bolsonarismo, e agora enfrenta um dilema: continuar fingindo que esses ministros eram figuras sérias e respeitáveis ou admitir que aplaudiram injustiças cometidas por gente inescrupulosa só porque o alvo era de direita.
O ministro que criou o inquérito das Fake News, que perseguiu apenas conservadores nesses sete longos anos, é o mesmo que recebeu dinheiro do banqueiro fraudulento. O relator, que tomou inúmeras decisões arbitrárias e abusivas contra inocentes, a ponto de sofrer uma sanção da Lei Magnitsky, é o mesmo que tem o tal contrato de R$ 3,6 milhões mensais com o banco por meio do escritório de sua família.
E isso, vale notar, é apenas o que se sabe até agora, o que veio a público. Mas será que a imprensa está disposta a confiar na idoneidade de Gilmar Mendes, por exemplo? O que fica claro é que o STF foi aparelhado por gente sem qualquer condição de ocupar cargos tão importantes, e que essa instrumentalização serviu para perseguir o bolsonarismo. Muitos jornalistas foram cúmplices. Agora estão vendo o grau de corrupção de seus queridos "juízes"...





