
A Gessele Empreendimentos e o Grupo Okean lançaram o Charles II Yacht Royal Home em Itapema (SC). Com 255 metros de altura e inspirado em iates de luxo, o projeto de R$ 700 milhões integra moradia e náutica, oferecendo marina privativa e heliponto para um público de alto padrão.
O que torna esse prédio diferente de outros edifícios de luxo?
Ele é um 'branded residence' náutico, o primeiro da América Latina. Isso significa que o projeto é assinado por uma marca de luxo do setor de barcos, a Okean, e traz características de iates para a arquitetura. O prédio terá uma marina integrada e um atracadouro direto na porta, permitindo que os moradores saiam de casa e embarquem em seus barcos ou motos aquáticas com total facilidade.
Qual é o tamanho e a altura da estrutura?
A torre terá cerca de 255 metros de altura, distribuídos em mais de 70 pavimentos. Quando finalizado, será o sexto edifício residencial mais alto do Brasil. O complexo contará com 114 apartamentos amplos, com plantas que podem chegar a 439 metros quadrados, além de uma área de lazer de 3 mil metros quadrados.
Por que o edifício recebeu o nome de Charles II?
O nome é uma homenagem ao rei britânico Charles II, que viveu no século XVII. Ele foi escolhido por sua importância histórica na modernização da Marinha Real Inglesa e por ser considerado um desbravador dos mares. A identidade do prédio busca refletir essa nobreza e a forte ligação com o universo da navegação.
Quais são os principais diferenciais de lazer e mobilidade?
No topo do prédio fica o Sky Place, que conta com piscina de borda infinita, visão de 180 graus para o mar e até uma boate privativa. Além disso, o edifício é o único da cidade com heliponto homologado e possui garagens especiais para colecionadores de carros, garantindo que o morador tenha agilidade para chegar ou sair por terra, mar ou ar.
Como o projeto impacta a região de Itapema?
O empreendimento está localizado a apenas 250 metros do Píer Oporto, uma área que está se transformando em um polo turístico com mais de 50 atrações, incluindo gastronomia internacional. O projeto aproveita a navegabilidade dos canais locais para impulsionar a 'economia do mar', atraindo investidores e transformando o perfil imobiliário do litoral catarinense.
Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.









