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Para entender

Como a mobilização pela anistia está se organizando em São Paulo?

Bandeiras foram entregues na divisa entre PR e SP e devem seguir para ato de 1º de março na Avenida Paulista. (Foto: Eliezer Junior/Ascom Deputado Tito Barichello)

Após percorrer 180 km no Paraná, o movimento Acorda Brasil chegou à divisa com São Paulo. A nova fase foca em atos diários na Avenida Paulista, preparando o terreno para a manifestação nacional marcada para 1º de março contra o governo federal e ministros do STF.

O que foi a etapa paranaense da caminhada?

Foi um percurso de seis dias liderado por parlamentares e pré-candidatos conservadores, começando no litoral e seguindo até a divisa com São Paulo. O grupo percorreu cerca de 180 quilômetros sob forte calor para conscientizar a população sobre o pedido de anistia para os presos dos atos de 8 de janeiro e críticas à atuação do Judiciário.

Como será a estratégia do movimento em solo paulista?

Diferente do Sul, São Paulo não terá caminhada pelas rodovias. A estratégia mudou para uma concentração fixa em frente ao Masp, na Avenida Paulista. Chamada de 'esquenta São Paulo', a mobilização ocorre diariamente, das 10h às 20h, com vigílias, distribuição de materiais e buzinaços até o grande ato de março.

Qual é a pauta principal dos manifestantes?

A bandeira central é a defesa da anistia para os condenados pelo 8 de janeiro e para o ex-presidente Jair Bolsonaro. O grupo também critica o STF e pautas econômicas, como a carga tributária. Além disso, o movimento já mira as eleições de 2026, defendendo uma renovação conservadora no Senado Federal.

Quem são as lideranças envolvidas na organização?

A caminhada foi inspirada em uma iniciativa do deputado Nikolas Ferreira. No Paraná, foi conduzida pelo deputado Delegado Tito Barichello e Cristina Graeml. Em São Paulo, nomes como o deputado Tomé Abduch e o palestrante Pedro Poncio assumiram a coordenação para a entrega simbólica das bandeiras do Sul no palco do evento.

Quando e onde ocorrerá o ato principal?

A manifestação nacional de encerramento está marcada para o dia 1º de março, às 14h, na Avenida Paulista. O evento promete reunir manifestantes de todo o país em um protesto contra o presidente Lula e os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, simbolizando a união das mobilizações que percorreram o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.

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