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Sem Rodeios

“Proibidão”: celular de Vorcaro vira bomba em Brasília

O celular do empresário Daniel Vorcaro, apreendido nas investigações do caso Banco Master, passou a ser tratado como material sensível dentro da CPMI após a descoberta de conteúdos íntimos, incluindo vídeos e fotos envolvendo políticos e pessoas próximas ao banqueiro. O aparelho foi armazenado em uma “sala-cofre” no Congresso para evitar vazamentos, já que parlamentares relataram que o material expõe relações pessoais e bastidores da elite política, gerando preocupação entre autoridades citadas ou potencialmente envolvidas.

Mendonça bloqueia acesso da CPMI à dados de Vorcaro

O ministro André Mendonça (STF) decidiu vedar o acesso da CPMI do INSS aos dados e objetos pessoais de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que estavam sob custódia na “sala‑cofre” do Senado, ordenando ainda que a Polícia Federal retire tudo que diga respeito exclusivamente à vida privada do investigado com “extrema urgência”. A medida interrompe temporariamente a análise de informações sigilosas pela comissão sob o argumento de proteção à intimidade, gerando nova disputa institucional em meio às investigações sobre o caso Master e o envolvimento de autoridades.

Suspeita sobre número funcional do STF em contato com Vorcaro recai em Moraes

O senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, defendeu que o ministro Alexandre de Moraes seja afastado do cargo durante as investigações sobre o caso envolvendo o Banco Master e o empresário Daniel Vorcaro. Segundo ele, a medida seria necessária para garantir imparcialidade e credibilidade às apurações, diante de suspeitas de possível relação entre integrantes do Supremo e o banqueiro. Viana também afirmou que o número que mantinha contato com Vorcaro seria funcional do Supremo, o que, segundo ele, agrava as suspeitas, além de criticar entraves enfrentados pela comissão para avançar nas investigações.

CPI aponta Master como "lavanderia do PCC"

O senador Alessandro Vieira, relator da CPI do Crime Organizado, afirmou que as investigações indicam que o Banco Master teria sido utilizado como uma espécie de “lavanderia” de dinheiro, com indícios de uso de fundos em cadeia para ocultar recursos ilícitos. Segundo ele, há suspeitas de que valores tenham origem em diferentes fontes criminosas, incluindo o PCC, além de possíveis repasses a políticos, servidores públicos e até familiares de ministros do STF. O parlamentar disse que as apurações ainda avançam com cautela, mas que os elementos já levantados apontam para um esquema amplo de lavagem de dinheiro e conexões com o crime organizado.

Confira estes destaques e outras notícias que movimentaram o cenário político desta terça-feira (17) no Sem Rodeios. Acompanhe pelo canal do YouTube da Gazeta do Povo, às 13h30.


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