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Tenho observado que nem o caminhão de lixo comum nem o caminhão do Lixo Que Não É Lixo apanham lâmpadas fluorescentes tubulares que são deixadas para coleta. Imagino que um pensa que é tarefa do outro. Será que existe alguma regra para descarte desse material que eu desconheço? Como isso já me aconteceu em várias ocasiões, preciso de uma orientação.

Carlos Ademar Purim

Resposta

A prefeitura informa que as lâmpadas fluorescentes são classificadas como lixo tóxico, o qual tem um serviço especial de recolhimento em datas fixadas pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente. Os caminhões que recolhem o lixo tóxico têm pontos de parada nos terminais do transporte coletivo uma vez por mês. No site da prefeitura o leitor pode informar-se sobre as datas em que o recolhimento é feito no terminal mais próximo de sua residência. O endereço é www.curitiba.pr.gov.br

Corte de grama

A Rua Piauí, no bairro Parolin, é bonita, com moradores que cuidam da frente de suas casas. Antes das eleições passavam por aqui funcionários da prefeitura cortando a grama dos passeios, varrendo. Uma beleza. Depois das eleições entrei em contato com a prefeitura e solicitei o corte de grama do passeio. A atendente falou, para o meu espanto, que desde 2005 existe uma lei pela qual esse serviço é de competência do morador. Ou seja, burlaram a lei durante a campanha eleitoral e a funcionária do 156 diz que é proibido a prefeitura fazer essa limpeza? Nessa rua tem muito Ipê-roxo e amarelo, é bem cuidada pelos seus moradores, mas a prefeitura só vai voltar em 2012, antes da eleição para prefeito.

Elza Jaime

Resposta

De acordo com a prefeitura, a Lei 1.1095/2004 atribui ao morador a responsabilidade de manter limpa, roçada e capinada a área de passeio do imóvel. Eventualmente, em situações onde o lixo se acumula, não por ações dos moradores, a prefeitura pode fazer a limpeza. As ruas mencionadas pela leitora são trajetos de catadores de papel e materiais diversos vinham sendo acumulados em diversos pontos da área. Por isso a prefeitura destinou uma equipe da limpeza pública, que fez a limpeza completa.

Inoperância

Após comprar um terreno de frente para o mar no bairro de Barra do Saí, em Guaratuba, solicitei à prefeitura que fizesse um acesso de 60 metros de saibro para poder chegar até o lote. A solicitação foi atendida com a condição de que eu contribuísse com o material. Paguei, então, por cinco caminhões de saibro, que a prefeitura "gentilmente" espalhou e assentou depois de muita insistência. E foi só. Recentemente, um vizinho começou a construir na mesma quadra e, com o passar constante de caminhões, o acesso se desintegrou. Entrei com nova solicitação de ensaibramento, mas me foram repassadas duas respostas: que eu teria de comprar o material novamente ou eles têm o material, mas não têm como transportá-lo. Como contribuinte, acho isso um absurdo, uma vez que já pago as taxas que incluem todas as etapas desse serviço de manutenção. Será que, além de pagar impostos, ainda tenho de financiar a Secretaria de Obras de Guaratuba?

Marina Sell Brik, jornalista

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