Na tarde desta segunda-feira (23), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, determinou que o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), prorrogue os trabalhos da CPMI do INSS. Mendonça decidiu que Alcolumbre tem 48 horas para receber e ler o requerimento. Com a leitura, os trabalhos da comissão ficam ampliados automaticamente.
Para Mendonça, tanto a criação de uma CPMI, quanto a sua prorrogação, são direitos de minoria parlamentar. “A minoria parlamentar tem o direito subjetivo de instalar e de prorrogar o funcionamento", ele explicou.
Este será o ponto de partida do programa Última Análise desta segunda-feira (23). Hoje o programa terá a presença da advogada Fabiana Barroso, do escritor Francisco Escorsim e do editor de Ideias da Gazeta do Povo Omar Godoy.
O "preso secreto" de Moraes
Outro tema do programa será a prisão do contador Washington Travassos de Azevedo, por Alexandre de Moraes. Após sua prisão, por supostamente ter acessado ilegalmente dados fiscais de autoridades, a defesa do contador decidiu entrar com uma ação de reclamação no STF. Ela questiona a falta de acesso aos autos e outras circunstâncias envolvendo a medida.
A misteriosa ligação de Vorcaro
O programa também vai abordar a reportagem do portal de notícias Portal360, a respeito da misteriosa mensagem do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, via WhatsApp, para uma pessoa no dia de sua prisão, em 17 de novembro de 2025. Segundo a matéria, o telefone era do Supremo Tribunal Federal, através de checagem do número.
As viagens de Lulinha
Outro tema do programa será a viagem do empresário Fábio Luís Lula da Silva, o "Lulinha", à Noruega e à Finlândia em janeiro de 2025, para ver a aurora boreal com sua família, com todas as despesas pagas pela lobista Roberta Luchsinger. A viagem de luxo pela Escandinávia custou cerca de R$ 300 mil para cada família.
A volta do "Gilmarpalooza"
Ainda, os convidados vão falar a respeito da iniciativa do ministro Gilmar Mendes, que pretende que a 14ª edição do Fórum de Lisboa seja a maior de todas já realizadas. O decano da Corte planeja ter muitos representantes do Poder Judiciário e de empresas e associações da sociedade civil em geral.



